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terça-feira, setembro 09, 2014
Quando o clima fica mais quente do que o habitual, eu costumo passar alguns minutos do lado de fora da casa, na minha varanda, relaxar com um copo de vinho tinto, olhando para fora da área arborizada em frente à minha casa. Semana passada eu estava sentado na minha varanda como de costume, assobiando uma música que não saia da minha cabeça o dia todo.
Meu vizinho, a partir de sua própria varanda, virou-se pra mim e disse:
-Você não deve assobiar à noite. Os mortos vão pensar que você está chamando por eles.
Eu ri.
- Eles estão mais perto do que você pensa – Ele disse, enquanto entrava em sua casa.
De repente, senti o desejo de voltar para dentro. As madeiras começaram a ficar um pouco mais escuras, ocultando o que quase parecia formas borradas que balançavam atrás das árvores.
Eu parei de assobiar naquela noite.
Mas eles continuaram.
[Sigmapasta]
Postedby evil
quarta-feira, março 05, 2014
Eu tinha acabado de fazer 12 anos no dia 2 de setembro, no dia a seguir (3 de setembro) recebi a noticia de que a minha bisavó tinha morrido. Foi mesmo mau, tipo... a seguir ao meu dia de anos, isto não era uma prenda de certeza!!! Bem... como estava lá em Lisboa nesse dia, começamos a preparar as coisas, eu estava lá de férias e faltava pouco para me ir embora. Nem fui ao funeral porque os meus pais achavam que eu era muito nova para funerais.
Estava de volta à minha aldeia, a casa onde eu vivia com a minha mãe e os meus avós. Eu perguntei onde tinham posto as cinzas da minha bisavó e não me quiseram dizer. Achei muito estranho e tentei descobrir, e acho que preferia ter ficado quieta... Sim, enterraram o pote das cinzas no jardim!!! Que horror! Fiquei parva quando descobri.
Bem, à noitinha fui ao meu facebook e vi a minha bisavó passando no corredor! Passado algum tempo, vi uma sombra passando no corredor... e agora com 13 anos ainda a vejo, entrando no meu quarto e ficando parada a olhar para mim. É muito assustador!!!
sábado, fevereiro 22, 2014
Aparição (espírito) e assombração
É possível que na sua casa existam fantasmas. Porém, existe uma diferença entre aparição e assombração.
Aparição: é alguém que "aparece", popularmente conhecido como "fantasma" (o termo mais usado no Brasil é espírito, enquanto que nos Estados Unidos é fantasma). É uma manifestação consciente, que, segundo os espíritas, não difere do modo de agir de um ser vivo que pode reagir a uma solicitação, fazendo os mesmos gestos que percorria quando vivo, para depois desaparecer.
Assombração: decorrente de um mecanismo que independe de um espírito, é conhecido como "poltergeist" — espírito barulhento ou espírito que bate. Portas e janelas se abrem ou é possível ouvir o som de ruídos diferentes.
Como saber se fantasmas habitam uma residência?
Se você identificar cinco dos itens abaixo, pode ser uma prova de que os espíritos desejam se revelar.
Abertura de portas e janelas (inclusive de armários);
Alteração de temperatura (frio) em um dos cômodos;
Anormalidade nas instalações elétricas ou telefônicas;
Calafrios;
Descarregamento de baterias de relógios (celulares, computadores e outros objetos);
Estouro de lâmpadas elétricas;
Odores perfumados;
Os habitantes podem chorar sem nenhum motivo;
Pequenas peças de decoração mudam de lugar;
Queda de quadros;
Ruídos de passos;
Vozes.
Como dizia Allan Kardec: "a energia dos espíritos é a mesma dos encarnados que habitam a casa e na maioria das vezes querem apenas manifestar sua presença, sem o intuito de prejudicar seus habitantes".
Alteração de temperatura (frio) em um dos cômodos;
Anormalidade nas instalações elétricas ou telefônicas;
Calafrios;
Descarregamento de baterias de relógios (celulares, computadores e outros objetos);
Estouro de lâmpadas elétricas;
Odores perfumados;
Os habitantes podem chorar sem nenhum motivo;
Pequenas peças de decoração mudam de lugar;
Queda de quadros;
Ruídos de passos;
Vozes.
Quanto tempo um espírito pode permanecer em uma casa?
Entre um dia a dezoito meses. Em um caso em especial, o espírito permaneceu por doze anos em uma casa no interior de São Paulo.
Quem é o agente que provoca o poltergeist ou as aparições?
Quase sempre os responsáveis são do sexo feminino, crianças ou adolescentes. A média da idade das pessoas pesquisadas variava entre doze e 17 anos e, em sua maioria, passavam por graves problemas afetivos ou estresse.
Fantasmas e exorcismo
No Japão, para conter as aparições e assombrações, as pessoas chamam um exorcista, palavra que deriva do grego exorkizein, que significa "desalojar espíritos". O exorcismo envolve um procedimento feito apenas por pessoas preparadas. O praticante é chamado de "exorcista" e a pessoa afligida, "possuída".
Por que os fantasmas podem perturbar determinadas pessoas?
Devido ao abuso de substâncias tóxicas, como o álcool, antidepressivos ou drogas. Mediunidade; emoções negativas; exagero no uso de palavras de baixo calão e espíritos ignorantes no seu campo vibracional também são fatores que influenciam neste sentido.
Quais são os tipos de espíritos que podem frequentar uma casa?
Benevolentes: querem dar provas de que estão por perto.
Protetores: existem casos em que estes se fixam para proteger uma família, mas nunca se utilizam de meios assustadores ou desagradáveis.
Avarentos: ainda se ligam aos interesses terrenos. Podem ter escondido algum dinheiro na propriedade e como não estão suficientemente desmaterializados, continuam a vigiá-lo.
Levianos: causam perturbação, tormento e se divertem com o medo. O melhor que se tem a fazer é rir deles. Assim, se cansarão de assustar.
Punidores: no lugar onde foi cometido um crime, podem ser obrigados a ficar no local, a fim de que tenham constantemente sua ação maléfica diante dos olhos.
Caprichosos: alguns espíritos que assombram certos locais muitas vezes não o fazem por outro motivo além de capricho.
quinta-feira, janeiro 02, 2014
Olá! Antes de contar a minha história eu vou falar um pouquinho sobre mim, certo? Ok.
Agora eu tenho 18 anos, mas quando isso aconteceu, eu tinha onze, ou alguma coisa perto disso, talvez mais velha. Mas não importa a idade que eu tinha, eu me lembro como se tivesse acabado de acontecer. Bem, o que eu vou escrever agora, não foi escrito para impressionar ninguém, mas é simplesmente o que REALMENTE aconteceu. Se você acredita ou não, não me importa muito. Mas eu sei que alguns de vocês acreditaram =).
A minha família, minha mãe, meu irmão e minha irmã mais novos e eu, estávamos morando com os meus avós já fazia alguns anos. Nós tínhamos saído da nossa antiga casa por causa de uma terrível infestação de ratos que não importava que tipo de veneno (a minha mãe tentou coisa MUITO forte) você colocava, não adiantava, cada vez tinha mais rato em casa.
A minha mãe, que sempre quis ter uma casa dela para ela decorar e arrumar do jeito que ela quisesse, procurou, procurou e procurou. Ela nunca achou nada que servisse, ou estavam muito caras ou não eram grande o suficiente para todos nós ou estavam caindo aos pedaços. Finalmente ela achou o que queria, uma casa com espaço o suficiente para todos nós e a um preço bem acessível.
Ela pagou a entrada na casa e estava feliz da vida por ter arranjado uma casa própria. A casa estava realmente impecável, mas por algum motivo só nós queríamos ela, ninguém mais mostrou muito interesse.
Depois que todos nos mudamos para lá, sendo as crianças curiosas que nós éramos, nós perguntamos porque estava tão barata. Ela simplesmente respondeu com toda a ingenuidade e honestidade do mundo "Foi barata por que o antigo dono que morava aqui morreu nela."
Nenhum de nós acreditava em fantasmas, e do que ele tinha morrido ninguém sabia. Então parecia apenas que era sorte nossa.
Nós fizemos amizade com as crianças da área, e tivemos muitas aventuras de crianças, geralmente indo aonde não devíamos ir, achando que éramos algum tipo de grande aventureiro. Demorou uns dois ou três anos até que as coisas estranhas começaram a acontecer. Eram coisas pequenas que as vezes até passavam desapercebidas, mas estranhas.
Todos os armários da cozinha abriam sozinho e se fechavam, e faziam isso o tempo inteiro. Não era rápido e violento feito nos filmes de terror, mas faziam isso bem devagar, como se já estivessem velhos demais para ficarem quietos. Então a minha mãe chamou um marceneiro para consertar os armários, mas ele falou que não tinha nada de errado com eles. Então co mo tempo nós simplesmente passamos a ignorar isso e convivíamos com eles fazendo isso numa boa, nunca pensando que poderia ter um fantasma lá fazendo isso.
Então a porta da frente começou a fazer isso. Nós víamos a maçaneta girar e a porta abria. Nós pensamos que a maçaneta podia estar quebrada, e ela não fazia isso quando a porta estava trancada, então acabamos ignorando isso também. Esse fantasma devia estar bem irritado com a nossa ignorância em perceber ele, mas ele continuou tentando.
A porta do quarto do meu irmão mais novo fazia a mesma coisa, e ele tinha uns 6 anos, então isso acabou assustando ele. Ele achou que o bicho papão queria pegar ele. As portas que mais faziam isso era a porta do quarto da minha mãe, a porta do quarto do meu irmão e a porta do banheiro.
Mas apesar de tudo isso nós levávamos uma vida normal, com os nossos armários e as nossas portas que abriam e fechávamos tempo todo. Então coisas mais assustadoras começaram a acontecer. Eu me lembro de estar dormindo no quarto da minha irmã, na cama de baixo do beliche dela, e acordei com a minha mãe gritando. Eu pulei da cama, acordei a minha irmã e então nós duas fomos pegar o meu irmão e falamos para ele vir junto com a gente. Quando nós três chegamos no quarto da minha no quarto dela, o namorado dela, que vira e mexe passava um tempo com a gente, estava parado na porta perguntando para ela o que estava acontecendo. A minha mãe estava sentada na cama, gritando, "TEM UM HOMEM AQUI EM CASA!!! VAI PEGAR ELE MARCOS!!! ELE QUER MATAR OS MEU FILHOS!!!" Então ela ficou quieta e olhou para o pé da cama dela com uma expressão estranha na cara. "Aonde você viu ele?" o Marcos, namorado dela, perguntou "Ele estava no pé da minha cama, e estava tentando falar comigo, mas ai eu comecei a gritar e a jogar coisas nele. Mas...nada acertava ele, e então ele...ele...sumiu!". O Marcos olhou para a cara dela e falou que ela estava ficando louca. Eu falei para ela que ela devia estar tendo um pesadelo, e que não era nada de mais e ela concordou comigo. Mas na verdade, eu acreditei nela, só tinha falado aquilo para acalmar os ânimos. Na manhã seguinte eu perguntei para ela como o homem que ela tinha visto se parecia. Ela não falou, e se recusava a falar sobre o assunto, e eu achei que isso era muito estranho, mas na hora eu nem tinha imaginado que podia ser o antigo dono da casa que ela tinha visto.
Alguns dias depois o telefone tocou e eu atendi, mas ninguém falava do outro lado. A única coisa que eu ouvia era a respiração da pessoa.
"Uhm, alo???" só respiração
"Quem é??? Você quer falar com a minha mãe?" eu perguntei.
A respiração foi ficando mais alta, e quem quer que fosse, desligou. A minha mãe estava no banho e perguntou quem era e u falei o que tinha acontecido. Ela falou para os meus irmão e eu não atendermos o telefone, e perguntou para alguns vizinhos se eles tinham visto alguém seguindo os filhos dela. (a minha mãe é bem paranóica quando se trata da gente.)
O telefone continuou tocando por mais algum tempo e finalmente a minha mãe perdeu o controle, e começou a gritar e a xingar no telefone, ameaçando chamar a polícia.
Dois dias se passaram sem o telefone tocar, mas então alguém bateu na porta de casa. A minha mãe perguntou quem era, mas no teve resposta nenhuma. Então ela abriu a porta. Era um cara com cabelos loiros começando a ficar brancos e olhos azuis, com uma camisa branca e uma calça marrom. "Onde está o João?" ele perguntou enquanto espiava dentro de casa.
"Não mora ninguém aqui com esse nome. Você está na casa errada." A minha mãe ia fechando a porta, mas ele segurou a porta aberta com a mão.
"Essa é a casa certa." ele falou firmemente, mas de um jeito educado. Eu sei disso porque eu estava perto da porta vendo tudo.
"se você não for embora agora eu vou chamar a polícia!" a minha mãe alou. O homem simplesmente empurrou a porta, com firmeza, mas educadamente, até ter espaço para ele colocar a cabeça para dentro de casa, e então ele começou a gritar "João? Cadê você? João? Eu sei que você está ai! João?"
A minha mãe ficou furiosa com isso. Ela empurrou ele com tudo, e ele caiu no chão sentado, e então ela bateu a porta com violência e trancou ela.
"João não era o nome do cara que morava aqui antes da gente? Você devia ter falado que ele morreu." eu falei. "É, o nome do homem era João, e eu não sei como esse cara sabia o nome dele...mas eu acho que ele era um ladrão que queria roubar a gente. Mas você não precisa se preocupar com isso." Ela me fez um carinho e continuou lavando a louça. Eu sai de casa pela porta de trás, e devagar eu fui até a porta da cozinha, mas não tinha ninguém lá, nem no chão e nem sinal de que passou alguém por lá.
Eu falei para o meu irmão mais novo e um amigo nosso, e nós três ficamos no balanço dele tentando desvendar esse mistério.
Depois disso as ligações começaram de novo.
Então numa noite aconteceu o que me fez começar a acreditar em fantasmas.
Eu estava dormindo, mas então do nada, eu acordei, e parado no meio do meu quarto, tinha um homem. Ele era alto e estava vestindo um terno, como um advogado. O cabelo dele era completamente preto e era bem curto, e os seus olhos eram Bem azuis. Eu podia ver ele claramente, como se ele estivesse no sol, apesar de já ter passado da meia noite e o meu quarto estar escuro feito uma caverna. Eu ainda não pensava que era um fantasma, o meu primeiro pensamento foi "MEU DEUS, UM LADRÃO!!!" Eu tentei gritar, mas a minha voz não saiu, e tudo o que eu podia fazer era ficar sentada lá olhando ele. Ele sorriu para mim e estendeu a mão direita dele, e falou (a voz dele parecia a de uma pessoal normal) "Não precisa ter medo, eu não vou machucar você."
É meio estranho, mas eu fiquei mais calma depois que ele falou isso, apesar da minha voz ainda estar falhando.
"Eu sou o João! Qual o seu nome?"
Como se ele tivesse o controle da minha voz, eu consegui falar de novo, mas era baixa e calma.
"Meu nome é Ana..."
Ele sorriu mais ainda, e então... desapareceu! Em um momento ele estava lá, e no seguinte não estava mais. Ele tinha sumido no piscar de um olho.
Na hora eu recuperei a minha força e a minha voz, e então eu sai da cama e estendi a mão, tateando o ar onde o homem estava. Eu procurei pelo corredor, pela sala, pelos quartos, pela casa inteira e não tinha mais ninguém lá. Agora eu tinha 100% de certeza que eu tinha visto um fantasma, e eu tinha certeza que era a mesma coisa que a minha mãe tinha visto do lado da cama dela. Então, no meio da noite, eu fui até o quarto dela e expliquei o que tinha acontecido.
"Me fala como o homem que você viu se parecia." Eu fiz ela me contar antes que eu dissesse o que eu tinha visto. E adivinha o que? Ela descreveu exatamente o homem que eu tinha visto. Eu perguntei se era o João, e ela fez que sim com a cabeça.
E essa é a minha história. Eu sei que não é nada muito maravilhoso, assustador ou interessante. Mas aconteceu de verdade. E porque ele resolveu se mostrar para mim? Eu não tenho idéia. Vai ver que era por que de todas as criança eu era a única que pensava que fantasmas era algo inventado pelo meu avô para me assustar.
Eu já passei por um outro encontro, mas essa é outra história...
Agora eu tenho 18 anos, mas quando isso aconteceu, eu tinha onze, ou alguma coisa perto disso, talvez mais velha. Mas não importa a idade que eu tinha, eu me lembro como se tivesse acabado de acontecer. Bem, o que eu vou escrever agora, não foi escrito para impressionar ninguém, mas é simplesmente o que REALMENTE aconteceu. Se você acredita ou não, não me importa muito. Mas eu sei que alguns de vocês acreditaram =).
A minha família, minha mãe, meu irmão e minha irmã mais novos e eu, estávamos morando com os meus avós já fazia alguns anos. Nós tínhamos saído da nossa antiga casa por causa de uma terrível infestação de ratos que não importava que tipo de veneno (a minha mãe tentou coisa MUITO forte) você colocava, não adiantava, cada vez tinha mais rato em casa.
A minha mãe, que sempre quis ter uma casa dela para ela decorar e arrumar do jeito que ela quisesse, procurou, procurou e procurou. Ela nunca achou nada que servisse, ou estavam muito caras ou não eram grande o suficiente para todos nós ou estavam caindo aos pedaços. Finalmente ela achou o que queria, uma casa com espaço o suficiente para todos nós e a um preço bem acessível.
Ela pagou a entrada na casa e estava feliz da vida por ter arranjado uma casa própria. A casa estava realmente impecável, mas por algum motivo só nós queríamos ela, ninguém mais mostrou muito interesse.
Depois que todos nos mudamos para lá, sendo as crianças curiosas que nós éramos, nós perguntamos porque estava tão barata. Ela simplesmente respondeu com toda a ingenuidade e honestidade do mundo "Foi barata por que o antigo dono que morava aqui morreu nela."
Nenhum de nós acreditava em fantasmas, e do que ele tinha morrido ninguém sabia. Então parecia apenas que era sorte nossa.
Nós fizemos amizade com as crianças da área, e tivemos muitas aventuras de crianças, geralmente indo aonde não devíamos ir, achando que éramos algum tipo de grande aventureiro. Demorou uns dois ou três anos até que as coisas estranhas começaram a acontecer. Eram coisas pequenas que as vezes até passavam desapercebidas, mas estranhas.
Todos os armários da cozinha abriam sozinho e se fechavam, e faziam isso o tempo inteiro. Não era rápido e violento feito nos filmes de terror, mas faziam isso bem devagar, como se já estivessem velhos demais para ficarem quietos. Então a minha mãe chamou um marceneiro para consertar os armários, mas ele falou que não tinha nada de errado com eles. Então co mo tempo nós simplesmente passamos a ignorar isso e convivíamos com eles fazendo isso numa boa, nunca pensando que poderia ter um fantasma lá fazendo isso.
Então a porta da frente começou a fazer isso. Nós víamos a maçaneta girar e a porta abria. Nós pensamos que a maçaneta podia estar quebrada, e ela não fazia isso quando a porta estava trancada, então acabamos ignorando isso também. Esse fantasma devia estar bem irritado com a nossa ignorância em perceber ele, mas ele continuou tentando.
A porta do quarto do meu irmão mais novo fazia a mesma coisa, e ele tinha uns 6 anos, então isso acabou assustando ele. Ele achou que o bicho papão queria pegar ele. As portas que mais faziam isso era a porta do quarto da minha mãe, a porta do quarto do meu irmão e a porta do banheiro.
Mas apesar de tudo isso nós levávamos uma vida normal, com os nossos armários e as nossas portas que abriam e fechávamos tempo todo. Então coisas mais assustadoras começaram a acontecer. Eu me lembro de estar dormindo no quarto da minha irmã, na cama de baixo do beliche dela, e acordei com a minha mãe gritando. Eu pulei da cama, acordei a minha irmã e então nós duas fomos pegar o meu irmão e falamos para ele vir junto com a gente. Quando nós três chegamos no quarto da minha no quarto dela, o namorado dela, que vira e mexe passava um tempo com a gente, estava parado na porta perguntando para ela o que estava acontecendo. A minha mãe estava sentada na cama, gritando, "TEM UM HOMEM AQUI EM CASA!!! VAI PEGAR ELE MARCOS!!! ELE QUER MATAR OS MEU FILHOS!!!" Então ela ficou quieta e olhou para o pé da cama dela com uma expressão estranha na cara. "Aonde você viu ele?" o Marcos, namorado dela, perguntou "Ele estava no pé da minha cama, e estava tentando falar comigo, mas ai eu comecei a gritar e a jogar coisas nele. Mas...nada acertava ele, e então ele...ele...sumiu!". O Marcos olhou para a cara dela e falou que ela estava ficando louca. Eu falei para ela que ela devia estar tendo um pesadelo, e que não era nada de mais e ela concordou comigo. Mas na verdade, eu acreditei nela, só tinha falado aquilo para acalmar os ânimos. Na manhã seguinte eu perguntei para ela como o homem que ela tinha visto se parecia. Ela não falou, e se recusava a falar sobre o assunto, e eu achei que isso era muito estranho, mas na hora eu nem tinha imaginado que podia ser o antigo dono da casa que ela tinha visto.
Alguns dias depois o telefone tocou e eu atendi, mas ninguém falava do outro lado. A única coisa que eu ouvia era a respiração da pessoa.
"Uhm, alo???" só respiração
"Quem é??? Você quer falar com a minha mãe?" eu perguntei.
A respiração foi ficando mais alta, e quem quer que fosse, desligou. A minha mãe estava no banho e perguntou quem era e u falei o que tinha acontecido. Ela falou para os meus irmão e eu não atendermos o telefone, e perguntou para alguns vizinhos se eles tinham visto alguém seguindo os filhos dela. (a minha mãe é bem paranóica quando se trata da gente.)
O telefone continuou tocando por mais algum tempo e finalmente a minha mãe perdeu o controle, e começou a gritar e a xingar no telefone, ameaçando chamar a polícia.
Dois dias se passaram sem o telefone tocar, mas então alguém bateu na porta de casa. A minha mãe perguntou quem era, mas no teve resposta nenhuma. Então ela abriu a porta. Era um cara com cabelos loiros começando a ficar brancos e olhos azuis, com uma camisa branca e uma calça marrom. "Onde está o João?" ele perguntou enquanto espiava dentro de casa.
"Não mora ninguém aqui com esse nome. Você está na casa errada." A minha mãe ia fechando a porta, mas ele segurou a porta aberta com a mão.
"Essa é a casa certa." ele falou firmemente, mas de um jeito educado. Eu sei disso porque eu estava perto da porta vendo tudo.
"se você não for embora agora eu vou chamar a polícia!" a minha mãe alou. O homem simplesmente empurrou a porta, com firmeza, mas educadamente, até ter espaço para ele colocar a cabeça para dentro de casa, e então ele começou a gritar "João? Cadê você? João? Eu sei que você está ai! João?"
A minha mãe ficou furiosa com isso. Ela empurrou ele com tudo, e ele caiu no chão sentado, e então ela bateu a porta com violência e trancou ela.
"João não era o nome do cara que morava aqui antes da gente? Você devia ter falado que ele morreu." eu falei. "É, o nome do homem era João, e eu não sei como esse cara sabia o nome dele...mas eu acho que ele era um ladrão que queria roubar a gente. Mas você não precisa se preocupar com isso." Ela me fez um carinho e continuou lavando a louça. Eu sai de casa pela porta de trás, e devagar eu fui até a porta da cozinha, mas não tinha ninguém lá, nem no chão e nem sinal de que passou alguém por lá.
Eu falei para o meu irmão mais novo e um amigo nosso, e nós três ficamos no balanço dele tentando desvendar esse mistério.
Depois disso as ligações começaram de novo.
Então numa noite aconteceu o que me fez começar a acreditar em fantasmas.
Eu estava dormindo, mas então do nada, eu acordei, e parado no meio do meu quarto, tinha um homem. Ele era alto e estava vestindo um terno, como um advogado. O cabelo dele era completamente preto e era bem curto, e os seus olhos eram Bem azuis. Eu podia ver ele claramente, como se ele estivesse no sol, apesar de já ter passado da meia noite e o meu quarto estar escuro feito uma caverna. Eu ainda não pensava que era um fantasma, o meu primeiro pensamento foi "MEU DEUS, UM LADRÃO!!!" Eu tentei gritar, mas a minha voz não saiu, e tudo o que eu podia fazer era ficar sentada lá olhando ele. Ele sorriu para mim e estendeu a mão direita dele, e falou (a voz dele parecia a de uma pessoal normal) "Não precisa ter medo, eu não vou machucar você."
É meio estranho, mas eu fiquei mais calma depois que ele falou isso, apesar da minha voz ainda estar falhando.
"Eu sou o João! Qual o seu nome?"
Como se ele tivesse o controle da minha voz, eu consegui falar de novo, mas era baixa e calma.
"Meu nome é Ana..."
Ele sorriu mais ainda, e então... desapareceu! Em um momento ele estava lá, e no seguinte não estava mais. Ele tinha sumido no piscar de um olho.
Na hora eu recuperei a minha força e a minha voz, e então eu sai da cama e estendi a mão, tateando o ar onde o homem estava. Eu procurei pelo corredor, pela sala, pelos quartos, pela casa inteira e não tinha mais ninguém lá. Agora eu tinha 100% de certeza que eu tinha visto um fantasma, e eu tinha certeza que era a mesma coisa que a minha mãe tinha visto do lado da cama dela. Então, no meio da noite, eu fui até o quarto dela e expliquei o que tinha acontecido.
"Me fala como o homem que você viu se parecia." Eu fiz ela me contar antes que eu dissesse o que eu tinha visto. E adivinha o que? Ela descreveu exatamente o homem que eu tinha visto. Eu perguntei se era o João, e ela fez que sim com a cabeça.
E essa é a minha história. Eu sei que não é nada muito maravilhoso, assustador ou interessante. Mas aconteceu de verdade. E porque ele resolveu se mostrar para mim? Eu não tenho idéia. Vai ver que era por que de todas as criança eu era a única que pensava que fantasmas era algo inventado pelo meu avô para me assustar.
Eu já passei por um outro encontro, mas essa é outra história...
Ana - Nova Odessa - S.P.
sábado, dezembro 28, 2013
Essa história me foi contada por uma pessoa que chegou de viagem do interior do Maranhão.
Ele me disse que estava em um carro de passeio modelo gol, viajando ele, sua esposa e um amigo seu.
Estavam já à um certo tempo viajando, até chegar o final da tarde, já virando para noite. Nessa etapa ele passou por um posto de gasolina de beira de estrada e pediu informações sobre um determinado vilarejo que estava procurando, sendo que o rapaz do posto lhe indicou o caminho, e ele partiu naquela direção, apesar da muita muita insistência do seu amigo para ficarem no posto para pernoitarem, sendo que ele não atendeu ao apêlo.
Partiram, passado algum tempo, já na escuridão da noite, eles começaram à passar por um caminho todo esburacado (o carro era todo rebaixado e o deslocamento era muito desconfortável).
A estrada estava um breu louco pois só se via a frente, (as laterais e a traseira era tudo breu)
Então em um determinado ponto da estrada em um milharal (de um lado e de outro era só milharal) o carro começou à falhar e não respondia aos comandos, então morreu. O motor não ligava, sendo que só funcionava a parte elétrica, como so faróis.
De repente eles ouviram do lado de fora do carro, um tipo de um zumbido, como se fosse um aparelho de barbear, só que mais forte. Então eles começaram à olhar procurando o que poderia estar fazendo aquele barulho, foi quando eles observaram algo se mexendo no milharal, sendo que para a surpresa, eles viram em seguida um ser com aparência de uma esfinge egipcia, com o corpo dourado de um ser hominídeo, com rosto de esfinge em pé flutuando.
Esse ser parou em frente do carro, sendo que eles coitados, tremendo e tentando ligar o carro e paralisados diante daquela imagem extraordinária.
O ser virou o seu rosto em suas direções, deu uma encarada e depois virou-se para outra direção e saiu em disparada para o milharal.
Quando a coisa saiu, imediatamente o carro começou a funcionar e ele saiu em disparada em meio aos buracos da estrada, mas conseguiram sair dali.
Chegando em outra cidade ele comentou com algumas pessoas o que haviam visto, e as pessoas disseram à eles que naquele trecho da estrada tinha um índice muito grande de desaparecimento de pessoas, as quais nunca mais eram encontradas, e ninguém sabia o que provocava isso.
Depois do ocorrido, ele ficoui traumatizado, e evita a todo custo viajar a noite, seja para onde for.
Mas o que seria aquele criatura, e de onde viria e qual seria sua intenção? Seria de outra dimensão?
André Gonçalves - PI
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