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segunda-feira, abril 14, 2014
Eu sempre fui sensível a acontecimentos estranhos, desde que eu era criança. Eu sempre acreditei no paranormal, e o que aconteceu no meu apartamento me confirmou isso.
A minha nova casa era esplendida, mas eu mal sabia que esse sentimento logo passaria. Primeiro eu comecei a ouvir barulhos. Parecia que tinha alguma coisa arranhando o meu armário por dentro, portas abriam e fechavam e passos pelos corredores. Eu sabia que não estava sozinha, mas eu nunca imaginei que eu teria que me preocupar com a minha segurança.
Quando tudo começou, eu pensei que não era nada demais. Então as coisas começaram a acontecer mais regularmente e foram ficando cada vez mais peculiares. Uma vez meu namorado foi para casa e foi assistir TV, enquanto eu estava na cozinha. Ele falou que enquanto estava deitado vendo TV parecia que tinha mais alguém na sala com ele. Um ar frio se concentrava em volta dele. Então, do nada, uma mão deu um soco na cara dele. Ele levantou na hora e olhou em volta, mas não tinha ninguém lá, só ele.
Uma semana depois, eu voltei para o apartamento depois do trabalho e ele estava completamente revirado. Mas nada tinha sido roubado. Eu fiquei completamente confusa. A policia veio e investigaram a minha casa, mas não acharam nada. Não tinha sinal nenhum de entrada forçada e só eu tinha a chave do apartamento. Eu cheguei a uma conclusão, eu estava sendo assombrada por um espírito que não estava muito feliz.
Outro mês se passou sem que nada estranho acontecesse. Eu achei que as coisas tinham se acalmado, mas então ele me atacou. Eu estava andando pelo meu apartamento quando eu senti um vento gelado passar por mim e uma mão segurar o meu ombro e me empurrar com tudo para trás. Eu não tinha idéia do que estava acontecendo. Felizmente eu não me machuquei muito (a minha cabeça passou a alguns centímetros da mesinha que tinha no meio da sala). A esse ponto eu já comecei a me preocupar comigo. Eu já não me sentia segura em casa.
Então as vozes apareceram... "eu vou acabar com você" "eu quero cortar você". Eu tentei muitas coisas: caminhadas, musica, yoga e outras atividades, mas nada conseguia me distrair. EU não consegui me livrar daquelas vozes. A essa altura muitas pessoas já tinham me aconselhado a sair do apartamento. No entanto, eu estava curiosa demais. Eu já tinha ido longe demais. Eu ficava a noite inteira acordada, prestando atenção em cada movimento que eu via no escuro, cada som que eu ouvia pela casa. Eu estava obcecada! E não havia nada que eu pudesse fazer.
Sempre que eu ia para o depósito na garagem pegar ou guardar alguma coisa, as vozes apareciam e ficavam cada vez mais nítidas. Eu segui elas até um quartinho no fundo da garagem. Eu abri a porta e as vozes pararam de repente. Eu acendi a luz e ela piscou algumas vezes e então apagou de vez. O quarto estava completamente escuro. Eu abri mais a porta para a luz da garagem iluminar lá dentro e entrei. Não havia nada de incomum com o lugar. Só algumas vassouras velhas, alguns rodos, algumas caixas. Quando eu estava saindo eu vi uma sombra, que na hora eu vi que não era a minha. Eu sai correndo e voltei para o meu apartamento, e notei que tinha algo a mais nessa história toda que eu não sabia.
Eu comecei a falar com os outros moradores do prédio sobre o assunto, sobre o que acontece dentro dele, mas sem ser muito direta. Um ou outro arriscou falar alguma coisa, que também já tinha notado algo de estranho, até que um dia finalmente um dos moradores mais antigos do prédio me falou algo. Ele me falou que a um bom tempo atrás tinha acontecido um assassinato seguido de suicídio lá naquele quartinho na garagem. Depois disso tudo se encaixou, e na minha cabeça se formou uma tragédia esquecida. As vozes que eu ouvia eram a do assassino perseguindo a vítima dele.
Pelo que esse senhor me falou, as duas pessoas que morreram eram um casal. O homem acabou descobrindo que a mulher dele estava traindo ele e pretendia largar ele, e fugir com o amante. Só que ela estava para pagar um preço muito caro por isso. No desespero o homem acabou matando ela, e depois ele entrou em pânico e acabou se matando também. Até os dias de hoje o assassino deve estar vagando pelo seu mundo solitário e frio, lembrando das suas últimas palavras escritas em um pedaço de papel que foi encontrado mais tarde na parede do depósito "Se eu não posso ter ela, então ninguém mais pode!"
A minha nova casa era esplendida, mas eu mal sabia que esse sentimento logo passaria. Primeiro eu comecei a ouvir barulhos. Parecia que tinha alguma coisa arranhando o meu armário por dentro, portas abriam e fechavam e passos pelos corredores. Eu sabia que não estava sozinha, mas eu nunca imaginei que eu teria que me preocupar com a minha segurança.
Quando tudo começou, eu pensei que não era nada demais. Então as coisas começaram a acontecer mais regularmente e foram ficando cada vez mais peculiares. Uma vez meu namorado foi para casa e foi assistir TV, enquanto eu estava na cozinha. Ele falou que enquanto estava deitado vendo TV parecia que tinha mais alguém na sala com ele. Um ar frio se concentrava em volta dele. Então, do nada, uma mão deu um soco na cara dele. Ele levantou na hora e olhou em volta, mas não tinha ninguém lá, só ele.
Uma semana depois, eu voltei para o apartamento depois do trabalho e ele estava completamente revirado. Mas nada tinha sido roubado. Eu fiquei completamente confusa. A policia veio e investigaram a minha casa, mas não acharam nada. Não tinha sinal nenhum de entrada forçada e só eu tinha a chave do apartamento. Eu cheguei a uma conclusão, eu estava sendo assombrada por um espírito que não estava muito feliz.
Outro mês se passou sem que nada estranho acontecesse. Eu achei que as coisas tinham se acalmado, mas então ele me atacou. Eu estava andando pelo meu apartamento quando eu senti um vento gelado passar por mim e uma mão segurar o meu ombro e me empurrar com tudo para trás. Eu não tinha idéia do que estava acontecendo. Felizmente eu não me machuquei muito (a minha cabeça passou a alguns centímetros da mesinha que tinha no meio da sala). A esse ponto eu já comecei a me preocupar comigo. Eu já não me sentia segura em casa.
Então as vozes apareceram... "eu vou acabar com você" "eu quero cortar você". Eu tentei muitas coisas: caminhadas, musica, yoga e outras atividades, mas nada conseguia me distrair. EU não consegui me livrar daquelas vozes. A essa altura muitas pessoas já tinham me aconselhado a sair do apartamento. No entanto, eu estava curiosa demais. Eu já tinha ido longe demais. Eu ficava a noite inteira acordada, prestando atenção em cada movimento que eu via no escuro, cada som que eu ouvia pela casa. Eu estava obcecada! E não havia nada que eu pudesse fazer.
Sempre que eu ia para o depósito na garagem pegar ou guardar alguma coisa, as vozes apareciam e ficavam cada vez mais nítidas. Eu segui elas até um quartinho no fundo da garagem. Eu abri a porta e as vozes pararam de repente. Eu acendi a luz e ela piscou algumas vezes e então apagou de vez. O quarto estava completamente escuro. Eu abri mais a porta para a luz da garagem iluminar lá dentro e entrei. Não havia nada de incomum com o lugar. Só algumas vassouras velhas, alguns rodos, algumas caixas. Quando eu estava saindo eu vi uma sombra, que na hora eu vi que não era a minha. Eu sai correndo e voltei para o meu apartamento, e notei que tinha algo a mais nessa história toda que eu não sabia.
Eu comecei a falar com os outros moradores do prédio sobre o assunto, sobre o que acontece dentro dele, mas sem ser muito direta. Um ou outro arriscou falar alguma coisa, que também já tinha notado algo de estranho, até que um dia finalmente um dos moradores mais antigos do prédio me falou algo. Ele me falou que a um bom tempo atrás tinha acontecido um assassinato seguido de suicídio lá naquele quartinho na garagem. Depois disso tudo se encaixou, e na minha cabeça se formou uma tragédia esquecida. As vozes que eu ouvia eram a do assassino perseguindo a vítima dele.
Pelo que esse senhor me falou, as duas pessoas que morreram eram um casal. O homem acabou descobrindo que a mulher dele estava traindo ele e pretendia largar ele, e fugir com o amante. Só que ela estava para pagar um preço muito caro por isso. No desespero o homem acabou matando ela, e depois ele entrou em pânico e acabou se matando também. Até os dias de hoje o assassino deve estar vagando pelo seu mundo solitário e frio, lembrando das suas últimas palavras escritas em um pedaço de papel que foi encontrado mais tarde na parede do depósito "Se eu não posso ter ela, então ninguém mais pode!"
Tag :// paranormal,
Tag :// sobrenatural
sábado, abril 12, 2014
Quando eu era pequena, uns 4 ou 5 anos, eu e a minha mãe morávamos sozinhas em um apartamento. Tinham dois quartos nele, e nós dividíamos um deles.
Numa noite, eu estava no quarto enquanto a minha mãe estava na cozinha lavando os pratos. Eu estava sentada no chão, com as costas encostada na minha cama, e todas as minhas bonecas estavam sentadas em volta de mim. Eu estava falando com elas sobre o diabo, dizendo que ele era mau e que era para elas terem cuidado com ele, quando eu senti alguém batendo três vezes nas minhas costas por debaixo da cama. Eu não olhei lá embaixo, só sai correndo para a minha mãe, e contei para ela o que tinha acontecido. A minha mãe é uma pessoa muito religiosa e acreditou em mim. Ela foi até o quarto, rezou lá dentro e leu algumas passagens da bíblia. Nada nunca mais aconteceu, mas eu fiquei traumatizada e tinha medo de entrar no quarto sozinha ou no banheiro, que ficava do lado do quarto.
A única outra coisa que eu vi foram uns "ratos" pretos, correndo de uma parede para outra. Eu nunca consegui ver eles claramente, eu só via um borrão correndo. Eu não tenho certeza de que eu gostaria de ter visto melhor o que era aquilo. Ainda bem que eu nunca consegui.
Isso é tudo o que eu tenho até agora. E para aqueles que são céticos, vocês não sabem o quanto eu gostaria que vocês estivessem certos, que isso tudo realmente não tivesse acontecido. Hoje em dia eu ainda tenho problemas para dormir em uma cama que não esteja com o estrado no chão. Eu estou lutando comigo mesma para não me livrar da armação da minha cama e colocar ela no chão, para que não tenha nenhum espaço em baixo dela.
Numa noite, eu estava no quarto enquanto a minha mãe estava na cozinha lavando os pratos. Eu estava sentada no chão, com as costas encostada na minha cama, e todas as minhas bonecas estavam sentadas em volta de mim. Eu estava falando com elas sobre o diabo, dizendo que ele era mau e que era para elas terem cuidado com ele, quando eu senti alguém batendo três vezes nas minhas costas por debaixo da cama. Eu não olhei lá embaixo, só sai correndo para a minha mãe, e contei para ela o que tinha acontecido. A minha mãe é uma pessoa muito religiosa e acreditou em mim. Ela foi até o quarto, rezou lá dentro e leu algumas passagens da bíblia. Nada nunca mais aconteceu, mas eu fiquei traumatizada e tinha medo de entrar no quarto sozinha ou no banheiro, que ficava do lado do quarto.
A única outra coisa que eu vi foram uns "ratos" pretos, correndo de uma parede para outra. Eu nunca consegui ver eles claramente, eu só via um borrão correndo. Eu não tenho certeza de que eu gostaria de ter visto melhor o que era aquilo. Ainda bem que eu nunca consegui.
Isso é tudo o que eu tenho até agora. E para aqueles que são céticos, vocês não sabem o quanto eu gostaria que vocês estivessem certos, que isso tudo realmente não tivesse acontecido. Hoje em dia eu ainda tenho problemas para dormir em uma cama que não esteja com o estrado no chão. Eu estou lutando comigo mesma para não me livrar da armação da minha cama e colocar ela no chão, para que não tenha nenhum espaço em baixo dela.
Tag :// paranormal,
Tag :// sobrenatural
Primeiro eu gostaria de dizer que eu adoro essa página, é muito boa! Eu estava querendo mandar a minha história já faz um bom tempo, mas nunca parei para escrever.
Primeiro eu gostaria de dizer que a casa em que eu moro foi construída no começo do século passado (entre 1900 e 1910). Ela pertence a minha avó. Coisas estranhas não acontecem freqüentemente, e quando acontecem não são muito assustadoras ou excitantes, mas isso é algo que acontece desde que eu tinha 4 anos. Agora eu tenho 14, mas em breve terei 15.
Quando eu era mais nova eu tinha medo do escuro e dormia com os meus avós na cama deles (eu moro com eles). O meu avo e eu sempre íamos para a cama primeiro, e a minha avó vinha algum tempo depois. Toda noite eu ficava deitada na cama e olhava para o corredor. A cama deles fica de um jeito no quarto que quando você olha para fora você pode ver o corredor inteiro e o quarto do meu irmão.
Toda noite eu via a mesma coisa, era a sombra de um homem corpulento andando na direção do quarto dos meus avós. Eu sempre me escondia em baixo das cobertas até que ele fosse embora.
Quando eu fiz 5 anos os meus avós me fizeram começar a dormir no meu quarto. Eu tinha a impressão de que alguém ficava me olhando, e sempre que eu virava para ver quem era, eu via a sombra de um homem corpulento no canto do meu quarto, do lado da porta.
Ele saia pela porta e ia na direção do quarto dos meus avós toda noite. Eu ainda vejo ele as vezes, mas não tão freqüentemente como antes. Mais algumas outras coisas aconteceram aqui em casa, mas somente comigo e como meu avô, e parece que só acontece quando não tem mais ninguém por perto.
Primeiro eu gostaria de dizer que a casa em que eu moro foi construída no começo do século passado (entre 1900 e 1910). Ela pertence a minha avó. Coisas estranhas não acontecem freqüentemente, e quando acontecem não são muito assustadoras ou excitantes, mas isso é algo que acontece desde que eu tinha 4 anos. Agora eu tenho 14, mas em breve terei 15.
Quando eu era mais nova eu tinha medo do escuro e dormia com os meus avós na cama deles (eu moro com eles). O meu avo e eu sempre íamos para a cama primeiro, e a minha avó vinha algum tempo depois. Toda noite eu ficava deitada na cama e olhava para o corredor. A cama deles fica de um jeito no quarto que quando você olha para fora você pode ver o corredor inteiro e o quarto do meu irmão.
Toda noite eu via a mesma coisa, era a sombra de um homem corpulento andando na direção do quarto dos meus avós. Eu sempre me escondia em baixo das cobertas até que ele fosse embora.
Quando eu fiz 5 anos os meus avós me fizeram começar a dormir no meu quarto. Eu tinha a impressão de que alguém ficava me olhando, e sempre que eu virava para ver quem era, eu via a sombra de um homem corpulento no canto do meu quarto, do lado da porta.
Ele saia pela porta e ia na direção do quarto dos meus avós toda noite. Eu ainda vejo ele as vezes, mas não tão freqüentemente como antes. Mais algumas outras coisas aconteceram aqui em casa, mas somente comigo e como meu avô, e parece que só acontece quando não tem mais ninguém por perto.
A minha família morou a algum tempo atrás em uma casa que eu acho que era assombrada.
Esse "eu acho" é porque eu nunca cheguei a ver nada, mas algumas vezes cheguei a ouvir alguma coisa.
Eu ouvia sussurros de noite. Eu não ouvia berros, gritos, nem gemidos, só os sussurros.
Não tinha uma hora específica. As vezes eu estava no meu quarto estudando e ouvia eles, ou se não eu estava dormindo e acordava no meio da madrugada ouvindo eles.
No começo eu achava que era alguém falando do lado de fora do meu quarto, algum dos meus irmãos ou os meus pais, mas um dia eu estava acordado até mais tarde na sala, mexendo no computador, e então eu comecei a ouvir os sussurros de novo.
Eu decidi que estava na hora de descobrir de onde vinha aquilo, mas não consegui descobrir.
Eu seguia o som, mas não dava para identificar de onde vinha.
Quando parecia que eu tinha achado de onde vinham parecia que eles mudavam de lugar.
Depois de algum tempo andando pela casa no meio da noite eu desisti e fui dormir.
Outras vezes depois eu também tentei descobrir de onde vinham, mas nunca consegui descobrir nada.
Então eu decidi pelo menos tentar descobrir o que estava sendo falado.
Um dia eu estava no meu quarto lendo uma HQ (revista em quadrinhos) e então eu ouvi os sussurros.
Eu fiquei no mais completo silêncio. Tentei ao máximo prestar atenção naquela voz.
Foi então que eu notei que não era uma voz, mas algumas.
Pareciam ser três, e pareciam estar conversando.
Eu não consegui entender nada do que era dito, não por ser muito baixo, um sussurro, mas é que parecia estar em outra língua.
Essas vozes nunca me assustaram ou me deram medo, a não ser por uma noite em que me deram um bom susto.
Eu estava dormindo e acordei no meio da madrugada por motivo nenhum.
Depois de cinco minutos tentando dormir, os sussurros começaram.
Mas dessa vez eles estavam um pouco diferente.
As três vozes pareciam estar falando a mesma coisa, ao mesmo tempo, como se estivessem rezando ou falando algum cântico.
Eu comecei a prestar atenção para ver se consegui entender algo do que era dito, quando eu escutei o meu nome. "Paulo" Foi como se alguém tivesse falado bem na minha orelha, eu até senti bafo quente batendo, como se alguém tivesse falado com a boca grudada na minha orelha.
Eu pulei da cama e acendi a luz, mas não tinha ninguém no quarto, e os sussurros tinham parado.
Eu fui dormir o resto daquela noite no sofá da sala.
Mas apesar daquilo ter acontecido eu não fiquei com medo das vozes depois, e nunca mais aconteceu de novo.
Já faz uns três anos que nos mudamos daquela casa, e eu nunca presenciei ou ouvi algo de sobrenatural depois.
Eu acho que era alguma coisa naquela casa mesmo.
Eu sei que o meu relato não é assustador nem nada assim, eu concordo plenamente, mas eu acho ele bastante interessante, ainda mais por ser real.
"Muito se relata em todo o mundo sobre o avistamento de estranhas e misteriosas criaturas, as quais surgem do "nada" e aterrorizam quem as avista, desaparecendo misteriosamente da mesma forma como surgiram.
De onde vem essas terríveis criaturas, as quais de acordo com os relatos, não se assemelham com nada que conhecemos em nosso mundo, para onde vão e quais seriam seus objetivos?"

De onde vem essas terríveis criaturas, as quais de acordo com os relatos, não se assemelham com nada que conhecemos em nosso mundo, para onde vão e quais seriam seus objetivos?"
O relato a seguir é sobre um desses estranho e inexplicáveis acontecimentos!
=================================================================================
Eu moro em um apartamento com a minha família.
Apesar do apartamento ser pequeno nós temos um cachorro grande (pastor alemão).
Ele está acostumado a dormir no meu quarto.
Ele tem um cobertor lá para ele, e não importa onde nós colocamos o cobertor ele sempre pega ele e leva de volta paro o meu quarto.
Sempre que eu vou dormir, eu deixo a porta aberta para ele entrar e sair do quarto a vontade para poder comer, beber, e se "aliviar" na área de serviço.
Uma certa noite eu estava me preparando para dormir, abri a porta, coloquei um tênis nela para não fechar, apaguei a luz e fui dormir.
Certa hora da noite eu acordei sentindo um peso na cama, sobre o colchão.
Então eu pensei "deve ser o Átila" (meu cachorro), porque as vezes ele também gosta de dormir na cama, junto de mim.
Eu virei o rosto para ele e senti aquele bafo quente na minha cara.
Eu estendi a mão para fazer um carinho nele, e quanto eu ia encostar na cabeça dele, ele agarrou a minha mão com uma mordida tão forte que eu até vi uns pontinhos de luz no escuro de tanta dor.
Ele começou a chacoalhar a cabeça com os dentes literalmente cravados na minha mão, dando um rosnado tão estranho, parecia o rosnado de um cachorro pequeno, não o de um pastor alemão.
Eu nunca bati no meu cachorro e também nunca deixei ninguém bater nele, mas ele estava quase arrancando fora a minha mão e a única coisa que eu consegui fazer foi virar um baita de um tapa com a minha outra mão.
Só que ao invés de pegar em um baita cachorro, pegou em algo bem menor, que saiu voando da cama com a força do tapa, e finalmente soltando a minha mão. Eu ouvi o barulho daquilo acertando a parede e depois não ouvi mais nada.
A primeira coisa que eu fiz foi acender a luz.
Quando eu olhei, a minha mão estava toda vermelha de sangue, com uns buracos grandes de mordida.
Eu olhei em volta procurando o meu cachorro, mas ele não estava lá.
Foi quando eu ouvi os latidos vindo do lado de fora do quarto.
Eu olhei para a porta e estranhamente ela estava fechada!
Quando eu cheguei perto, ela não só estava fechada, mas como estava trancada! E por dentro!
O tênis que estava deixando ela aberta estava do lado da cama agora.
Quando eu abri a porta o meu cachorro entrou correndo e ficou procurando alguma coisa pelo quarto todo.
Quando os meus pais vieram ver porque o cachorro estava latindo tanto, viram a minha mão toda ensanguentada.
A primeira coisa que eles acharam foi que o Átila tinha me mordido, mas eu expliquei pra eles o que tinha acontecido.
Claro que eles não acreditaram e acharam que eu estava protegendo o cachorro.
Mas depois que eles limparam a minha mão e olharam as marcas que ficaram, eles viram que era bem diferente da marca da mordida de um cachorro.
Quando eu tinha aberto a porta para sair do quarto e o cachorro entrou, ele ficou o tempo todo dentro do quarto procurando algo feito louco, mas ele não achou nada e eu não vi nada saindo do quarto, e nós estávamos no banheiro que fica de frente para o meu quarto.
O meu pai e eu ficamos procurando o que quer que fosse o resto da noite, mas não achamos nada, e nem o Átila achou nada também.
O que quer que fosse não saiu pela porta, e nem pela janela que estava fechada.
Não tenho idéia de como entrou ou saiu do quarto, mas aquilo trancou o cachorro para fora do quarto e também trancou a porta.
Ainda bem que eu acordei naquela hora, ou eu não sei o que poderia ter acontecido.
Eu tenho as cicatrizes até hoje na minha mão para me lembrar daquela noite, e até hoje eu agradeço por elas estarem na minha mão, e não no meu pescoço.
Apesar do apartamento ser pequeno nós temos um cachorro grande (pastor alemão).
Ele está acostumado a dormir no meu quarto.
Ele tem um cobertor lá para ele, e não importa onde nós colocamos o cobertor ele sempre pega ele e leva de volta paro o meu quarto.
Sempre que eu vou dormir, eu deixo a porta aberta para ele entrar e sair do quarto a vontade para poder comer, beber, e se "aliviar" na área de serviço.
Uma certa noite eu estava me preparando para dormir, abri a porta, coloquei um tênis nela para não fechar, apaguei a luz e fui dormir.
Certa hora da noite eu acordei sentindo um peso na cama, sobre o colchão.
Então eu pensei "deve ser o Átila" (meu cachorro), porque as vezes ele também gosta de dormir na cama, junto de mim.
Eu virei o rosto para ele e senti aquele bafo quente na minha cara.
Eu estendi a mão para fazer um carinho nele, e quanto eu ia encostar na cabeça dele, ele agarrou a minha mão com uma mordida tão forte que eu até vi uns pontinhos de luz no escuro de tanta dor.
Ele começou a chacoalhar a cabeça com os dentes literalmente cravados na minha mão, dando um rosnado tão estranho, parecia o rosnado de um cachorro pequeno, não o de um pastor alemão.
Eu nunca bati no meu cachorro e também nunca deixei ninguém bater nele, mas ele estava quase arrancando fora a minha mão e a única coisa que eu consegui fazer foi virar um baita de um tapa com a minha outra mão.
Só que ao invés de pegar em um baita cachorro, pegou em algo bem menor, que saiu voando da cama com a força do tapa, e finalmente soltando a minha mão. Eu ouvi o barulho daquilo acertando a parede e depois não ouvi mais nada.
A primeira coisa que eu fiz foi acender a luz.
Quando eu olhei, a minha mão estava toda vermelha de sangue, com uns buracos grandes de mordida.
Eu olhei em volta procurando o meu cachorro, mas ele não estava lá.
Foi quando eu ouvi os latidos vindo do lado de fora do quarto.
Eu olhei para a porta e estranhamente ela estava fechada!
Quando eu cheguei perto, ela não só estava fechada, mas como estava trancada! E por dentro!
O tênis que estava deixando ela aberta estava do lado da cama agora.
Quando eu abri a porta o meu cachorro entrou correndo e ficou procurando alguma coisa pelo quarto todo.
Quando os meus pais vieram ver porque o cachorro estava latindo tanto, viram a minha mão toda ensanguentada.
A primeira coisa que eles acharam foi que o Átila tinha me mordido, mas eu expliquei pra eles o que tinha acontecido.
Claro que eles não acreditaram e acharam que eu estava protegendo o cachorro.
Mas depois que eles limparam a minha mão e olharam as marcas que ficaram, eles viram que era bem diferente da marca da mordida de um cachorro.
Quando eu tinha aberto a porta para sair do quarto e o cachorro entrou, ele ficou o tempo todo dentro do quarto procurando algo feito louco, mas ele não achou nada e eu não vi nada saindo do quarto, e nós estávamos no banheiro que fica de frente para o meu quarto.
O meu pai e eu ficamos procurando o que quer que fosse o resto da noite, mas não achamos nada, e nem o Átila achou nada também.
O que quer que fosse não saiu pela porta, e nem pela janela que estava fechada.
Não tenho idéia de como entrou ou saiu do quarto, mas aquilo trancou o cachorro para fora do quarto e também trancou a porta.
Ainda bem que eu acordei naquela hora, ou eu não sei o que poderia ter acontecido.
Eu tenho as cicatrizes até hoje na minha mão para me lembrar daquela noite, e até hoje eu agradeço por elas estarem na minha mão, e não no meu pescoço.
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Tag :// sobrenatural
segunda-feira, abril 07, 2014
A minha experiência, não sei o que foi exatamente...
Quando eu estava na 7ª série, tive uma prova, que se não me engano foi de Matemática... Era mais ou menos 8:30 da manhã e estava no início da prova. Então eu sinto algo ao meu lado, gelado... era algo gelado... Eu me sentava numa carteira que encostava na parede, do lado da janela, e de repente, esse algo gelado passara perto de mim e assoprou meus ouvidos, um sopro forte que me deixou demente por um momento. E a única coisa que tenho à plena sanidade é que a prova valia 6,0 pontos e consegui tirar 4,5 não sabendo praticamente nada.
Jamais havia desejado esse acontecimento, mas hoje em dia, queria que em toda prova eu tivesse um sopro que abrisse a minha mente para tirar sempre notas boas... e se sempre ocorresse isto, eu não estaria á beira de uma repetência de ano.
Não sei se tem explicação para isto e não acredito que tenha sido meu anjo ou um espírito qualquer mas, esse acontecimento foi mais do que bizarro.
É isso.
Quando eu estava na 7ª série, tive uma prova, que se não me engano foi de Matemática... Era mais ou menos 8:30 da manhã e estava no início da prova. Então eu sinto algo ao meu lado, gelado... era algo gelado... Eu me sentava numa carteira que encostava na parede, do lado da janela, e de repente, esse algo gelado passara perto de mim e assoprou meus ouvidos, um sopro forte que me deixou demente por um momento. E a única coisa que tenho à plena sanidade é que a prova valia 6,0 pontos e consegui tirar 4,5 não sabendo praticamente nada.
Jamais havia desejado esse acontecimento, mas hoje em dia, queria que em toda prova eu tivesse um sopro que abrisse a minha mente para tirar sempre notas boas... e se sempre ocorresse isto, eu não estaria á beira de uma repetência de ano.
Não sei se tem explicação para isto e não acredito que tenha sido meu anjo ou um espírito qualquer mas, esse acontecimento foi mais do que bizarro.
É isso.
Tag :// paranormal,
Tag :// sobrenatural
sábado, abril 05, 2014
"Seriam as criaturas mostradas em filmes de terror apenas uma invenção, ou no mundo real elas poderiam existir?
O relato a seguir mostra o avistamento desse tipo de criatura!
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Eu morei em uma velha casa de fazenda que tinha aproximadamente uns 150 anos, no interior de São Paulo, na cidade de Assis [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 22°39'33.56"S, 50°24'42.51"W].
Desde o começo eu sabia que tinha algo de estranho na casa.
Eu falei para os meus pais que eu ouvia alguma coisa se movendo pelo meu quarto enquanto eu tentava dormir, mas eles riram e falaram que era a minha imaginação. Mas provavelmente a minha imaginação devia ser contagiosa.
Nós já estávamos morando naquela casa a mais ou menos 1 ano, quando a minha irmã mais velha começou a ter problemas.
Alguma coisa arrancava o lençol e o cobertor dela e jogava no corredor.
Ela achava que era a minha irmã do meio, já que ela era bem pentelha.
Mas sempre que isso acontecia, a minha irmã do meio estava dormindo feito uma pedra no quarto dela.
Nada muito sério chegou a acontecer, até o meu aniversário de 16 anos.
As minhas amigas já tinham ido embora, a minha mãe e as minhas irmãs tinham ido levar uma vizinha que estava passando mal para o hospital, e o meu pai tinha se mudado de casa (ele e a minha mãe se separaram).
Então eu estava sozinha em casa, mas não estava nem um pouco preocupada com isso, já que não era a primeira vez.
Mas eu mal sabia que essa noite ia ser diferente.
Eu tinha acabado de arrumar a bagunça da festa, e estava descansando um pouco na sala vendo TV, quando o som do chuveiro ligado me chamou a atenção.
Eu subi e fui para o banheiro ver quem era, mas o chuveiro estava desligado.
Mas eu ainda podia ouvir o som de água correndo meio longe, mas não dava para identificar de onde estava vindo.
Eu achei que era melhor ignorar tudo, mas o que aconteceu depois gelou todo o meu sangue.
Eu estava assistindo televisão na sala quando eu ouvi alguém (ou melhor, alguma coisa) atravessar a sala de jantar (que é do lado da sala da TV) e subir a escada.
Isso me deixou espantada, já que eu poderia ver se alguém estivesse subindo a escada, já que o sofá da sala de tv é do lado da porta, e dele da para ver a escada.
Eu me levantei e segui os passos, até que eles chegaram na porta do quarto da minha irmã mais velha.
Eu parei e olhei em choque enquanto a porta do quarto dela (que é feita de madeira sólida e MUITO pesada) abrir completamente e alguma coisa que a única descrição que eu posso dar é que era uma sombra, entrou no quarto dela.
Eu corri para o andar de baixo, e vi algo pequeno e preto, e com uma aparência bem grotesca, correndo pelo corredor, em direção à sala que era o escritório do meu pai.
Como é típico de mim, em vez de sair correndo para fora da casa, eu fui atrás daquela coisinha preta.
Parecia o resultado do cruzamento de um cachorro e um rato, e eu juro que assim que eu entrei no escritório, ele sorriu para mim, com um tom meio ameaçador, e então desapareceu no ar, como se tivesse dissolvido.
A essa hora eu já estava pensando em deixar a casa. E então eu vi uma coisa que era terror puro.
Era maior e mais escuro que o bichinho que eu tinha seguido, e estava agachado no canto do escritório.
Não dava para perceber traço nenhum naquilo, era só uma grande massa negra, mas eu sabia que estava olhando para mim e dava para sentir toda a maldade que emanava daquilo.
Eu paralisei, e não consegui mexer um só músculo, quando aquela coisa começou a levantar e a se esticar, se transformando em uma sombra de algo que parecia ser uma pessoa.
A única coisa que eu consegui fazer foi gritar.
E eu gritei. Um grito tão alto e cheio de terror que expressava exatamente o que eu estava sentindo: terror puro e muito medo.
Depois do grito eu consegui me mexer de novo e consegui sair correndo da casa, e fiquei lá fora até a minha mãe e as minhas irmãs chegarem.
A minha família se mudou daquela casa algum tempo depois, depois que "alguma coisa" atacou a minha mãe enquanto ela dormia.
Eu cheguei a ouvir uma conversa dela com uma amiga dela que morava ali por perto, e descobri algumas coisas interessantes.
Ela falou para a minha mãe que a casa pertenceu a um homem e a família dele a um bom tempo atrás, lá pela década de 1920.
Esse homem descobriu que a mulher tinha traído ele com um homem que trabalhava na fazenda dele (quando a nossa casa ainda era uma fazenda) e matou brutalmente ela e os quatro filhos, e depois se matou também.
Depois que nos mudamos, a última notícia que tive é de que a casa ainda estava vazia.
Ninguém queria morar lá. E por um bom motivo.
Desde o começo eu sabia que tinha algo de estranho na casa.
Eu falei para os meus pais que eu ouvia alguma coisa se movendo pelo meu quarto enquanto eu tentava dormir, mas eles riram e falaram que era a minha imaginação. Mas provavelmente a minha imaginação devia ser contagiosa.
Nós já estávamos morando naquela casa a mais ou menos 1 ano, quando a minha irmã mais velha começou a ter problemas.
Alguma coisa arrancava o lençol e o cobertor dela e jogava no corredor.
Ela achava que era a minha irmã do meio, já que ela era bem pentelha.
Mas sempre que isso acontecia, a minha irmã do meio estava dormindo feito uma pedra no quarto dela.
Nada muito sério chegou a acontecer, até o meu aniversário de 16 anos.
As minhas amigas já tinham ido embora, a minha mãe e as minhas irmãs tinham ido levar uma vizinha que estava passando mal para o hospital, e o meu pai tinha se mudado de casa (ele e a minha mãe se separaram).
Então eu estava sozinha em casa, mas não estava nem um pouco preocupada com isso, já que não era a primeira vez.
Mas eu mal sabia que essa noite ia ser diferente.
Eu tinha acabado de arrumar a bagunça da festa, e estava descansando um pouco na sala vendo TV, quando o som do chuveiro ligado me chamou a atenção.
Eu subi e fui para o banheiro ver quem era, mas o chuveiro estava desligado.
Mas eu ainda podia ouvir o som de água correndo meio longe, mas não dava para identificar de onde estava vindo.
Eu achei que era melhor ignorar tudo, mas o que aconteceu depois gelou todo o meu sangue.
Eu estava assistindo televisão na sala quando eu ouvi alguém (ou melhor, alguma coisa) atravessar a sala de jantar (que é do lado da sala da TV) e subir a escada.
Isso me deixou espantada, já que eu poderia ver se alguém estivesse subindo a escada, já que o sofá da sala de tv é do lado da porta, e dele da para ver a escada.
Eu me levantei e segui os passos, até que eles chegaram na porta do quarto da minha irmã mais velha.
Eu parei e olhei em choque enquanto a porta do quarto dela (que é feita de madeira sólida e MUITO pesada) abrir completamente e alguma coisa que a única descrição que eu posso dar é que era uma sombra, entrou no quarto dela.
Eu corri para o andar de baixo, e vi algo pequeno e preto, e com uma aparência bem grotesca, correndo pelo corredor, em direção à sala que era o escritório do meu pai.
Como é típico de mim, em vez de sair correndo para fora da casa, eu fui atrás daquela coisinha preta.
Parecia o resultado do cruzamento de um cachorro e um rato, e eu juro que assim que eu entrei no escritório, ele sorriu para mim, com um tom meio ameaçador, e então desapareceu no ar, como se tivesse dissolvido.
A essa hora eu já estava pensando em deixar a casa. E então eu vi uma coisa que era terror puro.
Era maior e mais escuro que o bichinho que eu tinha seguido, e estava agachado no canto do escritório.
Não dava para perceber traço nenhum naquilo, era só uma grande massa negra, mas eu sabia que estava olhando para mim e dava para sentir toda a maldade que emanava daquilo.
Eu paralisei, e não consegui mexer um só músculo, quando aquela coisa começou a levantar e a se esticar, se transformando em uma sombra de algo que parecia ser uma pessoa.
A única coisa que eu consegui fazer foi gritar.
E eu gritei. Um grito tão alto e cheio de terror que expressava exatamente o que eu estava sentindo: terror puro e muito medo.
Depois do grito eu consegui me mexer de novo e consegui sair correndo da casa, e fiquei lá fora até a minha mãe e as minhas irmãs chegarem.
A minha família se mudou daquela casa algum tempo depois, depois que "alguma coisa" atacou a minha mãe enquanto ela dormia.
Eu cheguei a ouvir uma conversa dela com uma amiga dela que morava ali por perto, e descobri algumas coisas interessantes.
Ela falou para a minha mãe que a casa pertenceu a um homem e a família dele a um bom tempo atrás, lá pela década de 1920.
Esse homem descobriu que a mulher tinha traído ele com um homem que trabalhava na fazenda dele (quando a nossa casa ainda era uma fazenda) e matou brutalmente ela e os quatro filhos, e depois se matou também.
Depois que nos mudamos, a última notícia que tive é de que a casa ainda estava vazia.
Ninguém queria morar lá. E por um bom motivo.
Tag :// paranormal,
Tag :// sobrenatural
"O que seriam as criaturas bizarras que são avistadas em todo o mundo? Viriam do além, ou seriam de outra dimensão?"
O fato a seguir é sobre um desses avistamentos!
==============================================================================
O fato que vamos contar, aconteceu a alguns anos, quando eu (Cícero), e uma amigo meu (Trajano) decidimos que íamos visitar o parque a noite. Decidimos que íamos sentar nos bancos, perto do então abandonado teatro ao ar livre.
Enquanto estávamos lá sentados, falando sobre coisas bestas e triviais, nós notamos a forma de um ser nas sombras, parado perto da entrada do teatro.
Tinha quase dois metros e meio e era bem esguio.
Era ameaçador e parecia ser perigoso, e apenas a visão dele nos fez sentir que aquilo não era coisa boa.
Mas sendo adolescentes idiotas, decidimos ir ver o que era (ou melhor, sair correndo e tentar agarrar ele.)
Quando tentamos fazer isso, ele saiu correndo para um campo que tinha atrás do parque. Nós seguimos ele.
Nós perseguimos aquilo por alguns metros quando ele virou e deu a impressão de que ia nos atacar, então virou de novo e continuou correndo.
Nós o seguimos até que ele alcançou entrada da mata e atravessou com tudo uma parede de tijolos que tinha sobrado de uma casa.
Simplesmente desapareceu! Eu não quis dizer que ele bateu na parede e abriu um buraco nela, ele passou através dela!
Então fomos embora. Algum tempo depois estávamos na casa do Trajano (que por acaso fica perto do velho teatro), quando ouvimos um barulho na janela do quarto dele.
Nós olhamos para a janela e lá estava aquela figura escura, nos olhando pela janela.
Nós corremos para fora e vimos ele correr para a parte de trás da casa e seguimos ele.
Tinha desaparecido de novo!
Agora, que eu não sei o que aquele bicho era eu não sei, mas que ele corria feito o capeta, corria!
Tag :// misterioso,
Tag :// sobrenatural
Antes de contar a minha história, eu gostaria de dizer que eu venho contando essa história por 24 anos e a única pessoa que acreditou em mim, foi a minha avó, que é muito sensível a coisas relacionadas com o sobrenatural, mas eu juro que é tudo absolutamente verdade.
Eu tinha cerca de 5 anos e estava no meu quarto com o meu pai. Ele estava me ajudando a pintar alguns livros de colorir. O meu quarto ficava no fim de um corredor. Já era noite e estava frio, acho que estávamos no outono, e a casa ficava no campo. O meu pai decidiu que estava cansado de ficar pintando e falou que ia para o andar de baixo ver TV. Ele saiu do quarto e seguiu para a sala. Eu resolvi que ia com ele e me levantei e fui logo atrás do meu pai.
Ele não acendeu a luz do corredor e eu também não me preocupei em acender, apesar co corredor estar totalmente escuro, já que as portas para os outros quartos estavam fechadas e a luz da escada apagada.
Quando eu estava na metade do corredor eu ouvi um barulho no meu quarto e me virei para ver o que era, e não vi nada de estranho lá dentro, mas quando eu virei para o outro lado de novo eu vi algo que me aterrorizou.
Na frente da escada tinha uma figura escura, na forma de uma pessoa com uma capa.
A cabeça chegava quase a encostar no teto e tinha um par de chifres que saia da lateral da cabeça e se estendiam uns 30cm para cada lado.
Quando eu vi aquilo, a única coisa que eu consegui fazer foi soltar um grito que quase me deixou surda, e depois eu fechei os olhos e comecei a procurar o interruptor de luz na parede.
Quando eu acendi a luz e abri os olhos, não tinha mais nada lá.
Eu desci a escada correndo e fui até a minha mãe e o meu pai.
Uma das coisas estranhas nessa história, é que isso tudo aconteceu am poucos segundos, mas o meu pai falou que estava lá embaixo vendo TV a quase 10 minutos, e nem ele e nem a minha mãe me ouviram gritar.
Eu sei que as pessoas podem não acreditar ao ler isso, mas isso realmente aconteceu comigo.
E como explicar essa distorção no tempo e o fato dos meus pais não terem me ouvido gritar, ou eles teriam vindo correndo ver o que era.
Mas como eu sempre digo, quem realmente sabe o que aconteceu?
Eu só sei que aconteceu e fico muito grata de não ter acontecido de novo.
Eu tinha cerca de 5 anos e estava no meu quarto com o meu pai. Ele estava me ajudando a pintar alguns livros de colorir. O meu quarto ficava no fim de um corredor. Já era noite e estava frio, acho que estávamos no outono, e a casa ficava no campo. O meu pai decidiu que estava cansado de ficar pintando e falou que ia para o andar de baixo ver TV. Ele saiu do quarto e seguiu para a sala. Eu resolvi que ia com ele e me levantei e fui logo atrás do meu pai.
Ele não acendeu a luz do corredor e eu também não me preocupei em acender, apesar co corredor estar totalmente escuro, já que as portas para os outros quartos estavam fechadas e a luz da escada apagada.
Quando eu estava na metade do corredor eu ouvi um barulho no meu quarto e me virei para ver o que era, e não vi nada de estranho lá dentro, mas quando eu virei para o outro lado de novo eu vi algo que me aterrorizou.
Na frente da escada tinha uma figura escura, na forma de uma pessoa com uma capa.
A cabeça chegava quase a encostar no teto e tinha um par de chifres que saia da lateral da cabeça e se estendiam uns 30cm para cada lado.
Quando eu vi aquilo, a única coisa que eu consegui fazer foi soltar um grito que quase me deixou surda, e depois eu fechei os olhos e comecei a procurar o interruptor de luz na parede.
Quando eu acendi a luz e abri os olhos, não tinha mais nada lá.
Eu desci a escada correndo e fui até a minha mãe e o meu pai.
Uma das coisas estranhas nessa história, é que isso tudo aconteceu am poucos segundos, mas o meu pai falou que estava lá embaixo vendo TV a quase 10 minutos, e nem ele e nem a minha mãe me ouviram gritar.
Eu sei que as pessoas podem não acreditar ao ler isso, mas isso realmente aconteceu comigo.
E como explicar essa distorção no tempo e o fato dos meus pais não terem me ouvido gritar, ou eles teriam vindo correndo ver o que era.
Mas como eu sempre digo, quem realmente sabe o que aconteceu?
Eu só sei que aconteceu e fico muito grata de não ter acontecido de novo.
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domingo, março 30, 2014
Esta história aconteceu quando estava sozinho em casa sem nada o que fazer, e sem ninguem para conversar, então decidi ir dormir. Mais tarde acordei de maneira repentina com a sensação de que alguem espiava meu sono.
Na hora fiquei palido de medo, mas lembrei que quando era pequeno sentia a mesma sensação, que passou quando minha mãe me levou num terreiro de macumba, disseram que uma ex-namorada de meu pai tinha feito um trabalho para ela perder a criança, e que o trabalho foi feito pra ela se assustar e perder a criança, mas como ela teve um parto normal o encosto passou a me assustar.
Até os meus 14 anos eu dormia na cama de meus pais. Mesmo tendo três irmãos dormindo no mesmo quarto eu sentia a entidade me observando, então sempre dormia com meus pais. Mas não senti a presença por três anos, depois que a macumbeira fez um trabalho para a entidade.
Até que com 17 anos senti a entidade me observando. Ela apareceu na minha frente e disse: -Te assusto porque um feitiço com meus cabelos e cera de vela de meu velório estão amarrados a você, reze um terço por dia durante sete dias por minha alma, e acenda uma vela de sete dias em minha intenção e só assim deixará o silêncio!!!
Fiquei mudo por sete dias. Meus parentes ficaram com medo de que eu não voltasse a falar, mas eu com muita fé acendi a vela e rezei em silêncio. Quando a vela se apagou consegui voltar a falar!!!!!!!!!
Esse fato que me aconteceu é veridico se alguem tem alguma história parecida entre em contato comigo.
Na hora fiquei palido de medo, mas lembrei que quando era pequeno sentia a mesma sensação, que passou quando minha mãe me levou num terreiro de macumba, disseram que uma ex-namorada de meu pai tinha feito um trabalho para ela perder a criança, e que o trabalho foi feito pra ela se assustar e perder a criança, mas como ela teve um parto normal o encosto passou a me assustar.
Até os meus 14 anos eu dormia na cama de meus pais. Mesmo tendo três irmãos dormindo no mesmo quarto eu sentia a entidade me observando, então sempre dormia com meus pais. Mas não senti a presença por três anos, depois que a macumbeira fez um trabalho para a entidade.
Até que com 17 anos senti a entidade me observando. Ela apareceu na minha frente e disse: -Te assusto porque um feitiço com meus cabelos e cera de vela de meu velório estão amarrados a você, reze um terço por dia durante sete dias por minha alma, e acenda uma vela de sete dias em minha intenção e só assim deixará o silêncio!!!
Fiquei mudo por sete dias. Meus parentes ficaram com medo de que eu não voltasse a falar, mas eu com muita fé acendi a vela e rezei em silêncio. Quando a vela se apagou consegui voltar a falar!!!!!!!!!
Esse fato que me aconteceu é veridico se alguem tem alguma história parecida entre em contato comigo.
A alguns anos atrás o meu Pai se mudou para uma casa que tem mais de 100 anos. Ela tem uma escada muito íngreme e um monte de entradas para o forro, quase que uma em cada cômodo do andar de cima. Já que eu sempre gostei do paranormal, apesar de não acreditar muito nessas coisas, eu decidi fazer uma sessão espírita lá.
Eu convidei algumas amigas minhas, acendemos algumas velas e sentamos formando um circulo, com um copo e várias letras escritas em pedaços de papel no chão. Quando estávamos nos arrumando no círculo, sentando e dando as mãos para evocar um espírito, nós notamos que o cachorro do meu Pai estava ficando meio estranho. Ele começou a se encostar em um canto, depois deu umas duas latidas para nós e saiu correndo da sala onde estávamos. Nós chamamos o cachorro por um tempo, mas ele simplesmente não vinha. Depois de um tempo desistimos de trazer o cachorro de volta e começamos com a sessão.
Tudo ocorreu bem e nos divertimos bastante até a ultima parte da sessão. Nós estávamos tirando sarro quando o copo começou a se mover cada vez mais rápido. Ele soletrava MORRA e então a chama das velas foram crescendo até que ficaram grandes o suficiente para botar fogo na mesa onde estavam. Todas nós começamos a correr para apagar as velas. Ficamos bem assustadas com tudo o que tinha acontecido.
Na manhã seguinte nós vimos que tinha marcas de queimado na mesa onde as velas estavam na noite anterior. E a tinta da parede estava toda descascada no canto onde o cachorro do meu Pai tinha se encolhido quando fugiu da sala.
Desde então coisas estranhas tem acontecido naquela casa. As portas que levam para o lado de fora amanhecem totalmente abertas, mesmo quando elas são trancadas de noite. Sons estranhos e batidas são ouvidos durante a noite periodicamente. E de vez em quando o cachorro do meu Pai para na entrada da sala onde fizemos a sessão e começa a rosnar e/ou choramingar, mas ele nunca mais entrou lá de novo.
Eu convidei algumas amigas minhas, acendemos algumas velas e sentamos formando um circulo, com um copo e várias letras escritas em pedaços de papel no chão. Quando estávamos nos arrumando no círculo, sentando e dando as mãos para evocar um espírito, nós notamos que o cachorro do meu Pai estava ficando meio estranho. Ele começou a se encostar em um canto, depois deu umas duas latidas para nós e saiu correndo da sala onde estávamos. Nós chamamos o cachorro por um tempo, mas ele simplesmente não vinha. Depois de um tempo desistimos de trazer o cachorro de volta e começamos com a sessão.
Tudo ocorreu bem e nos divertimos bastante até a ultima parte da sessão. Nós estávamos tirando sarro quando o copo começou a se mover cada vez mais rápido. Ele soletrava MORRA e então a chama das velas foram crescendo até que ficaram grandes o suficiente para botar fogo na mesa onde estavam. Todas nós começamos a correr para apagar as velas. Ficamos bem assustadas com tudo o que tinha acontecido.
Na manhã seguinte nós vimos que tinha marcas de queimado na mesa onde as velas estavam na noite anterior. E a tinta da parede estava toda descascada no canto onde o cachorro do meu Pai tinha se encolhido quando fugiu da sala.
Desde então coisas estranhas tem acontecido naquela casa. As portas que levam para o lado de fora amanhecem totalmente abertas, mesmo quando elas são trancadas de noite. Sons estranhos e batidas são ouvidos durante a noite periodicamente. E de vez em quando o cachorro do meu Pai para na entrada da sala onde fizemos a sessão e começa a rosnar e/ou choramingar, mas ele nunca mais entrou lá de novo.
Tag :// paranormal,
Tag :// sobrenatural
Durante a minha vida inteira coisas estranhas tem acontecido comigo. Muitos eventos inexplicáveis. Um dos que mais me assustou aconteceu em 1995.
Eu estava sozinho na minha sala no escritório, devia ser lá pelas 3:15pm. Eu tinha acabado de colocar o telefone no gancho e me virei para pegar alguns documentos no armário atrás de mim, quando eu virei par aa mesa de novo, o meu coração quase explodiu. Eu comecei a tremer de medo. Eu tenho um bloquinho de papel na minha mesa para escrever coisas ou fazer anotações enquanto estou no telefone e antes de eu virar para o armário, ele estava totalmente em branco. Agora ele estava cheio de símbolos e setas, a primeira folha estava totalmente rabiscada com aqueles símbolos, e a única caneta que tinha na minha mesa estava na minha mão, e a porta da minha sala estava fechada. Alguma coisa escreveu com sei-lá-o-quê aquilo tudo em menos de cinco segundos enquanto eu virava para o armário e voltava para a mesa! Aquilo me deixou tão abalado que eu simplesmente sai correndo para a cozinha do escritório para tomar um copo de café BEM grande, e BEM forte.
Depois de alguns dias eu mostrei o bloquinho para uma amiga minha que tem algumas "habilidades especiais". Ela olhou para o bloco e franziu a testa. Ela então falou que o que quer que tenha feito aquilo era bem poderoso. Que aquilo mostrava algum acidente, alguma coisa de ruim acontecendo com alguma pessoa, mas que envolvia mais gente. Ela não sabia dizer quem envolvia ou quando aconteceria ou se já tinha acontecido. Isso realmente me deixou assustado pra burro.
Desde então isso já aconteceu mais duas vezes comigo. Talvez seja alguma entidade tentando se contatar comigo para me avisar de algo. Talvez seja algo muito mais assustador, uma mensagem do outro lado. Quem sabe?
Eu estava sozinho na minha sala no escritório, devia ser lá pelas 3:15pm. Eu tinha acabado de colocar o telefone no gancho e me virei para pegar alguns documentos no armário atrás de mim, quando eu virei par aa mesa de novo, o meu coração quase explodiu. Eu comecei a tremer de medo. Eu tenho um bloquinho de papel na minha mesa para escrever coisas ou fazer anotações enquanto estou no telefone e antes de eu virar para o armário, ele estava totalmente em branco. Agora ele estava cheio de símbolos e setas, a primeira folha estava totalmente rabiscada com aqueles símbolos, e a única caneta que tinha na minha mesa estava na minha mão, e a porta da minha sala estava fechada. Alguma coisa escreveu com sei-lá-o-quê aquilo tudo em menos de cinco segundos enquanto eu virava para o armário e voltava para a mesa! Aquilo me deixou tão abalado que eu simplesmente sai correndo para a cozinha do escritório para tomar um copo de café BEM grande, e BEM forte.
Depois de alguns dias eu mostrei o bloquinho para uma amiga minha que tem algumas "habilidades especiais". Ela olhou para o bloco e franziu a testa. Ela então falou que o que quer que tenha feito aquilo era bem poderoso. Que aquilo mostrava algum acidente, alguma coisa de ruim acontecendo com alguma pessoa, mas que envolvia mais gente. Ela não sabia dizer quem envolvia ou quando aconteceria ou se já tinha acontecido. Isso realmente me deixou assustado pra burro.
Desde então isso já aconteceu mais duas vezes comigo. Talvez seja alguma entidade tentando se contatar comigo para me avisar de algo. Talvez seja algo muito mais assustador, uma mensagem do outro lado. Quem sabe?
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quarta-feira, março 26, 2014
Uma noite eu estava no micro, baixando umas músicas por um desses programas de troca de mp3. Como já estava um pouco tarde, eu desliguei todos os programas, e deixei só o programa de compartilhamento de músicas aberto, para ele ir baixando as músicas de noite enquanto eu dormia. Eu desliguei o monitor, as caixas de som e fui para a cama.
No meio da noite eu acordo com uma música tocando. Eu acordei completamente grogue e achei que fosse o alarme do aparelho de som. Eu peguei o controle remoto e apertei o botão de STOP do cd. Nada da música parar. Eu apertei de novo com mais força, nada. Eu achei que tivesse pegado o controle da TV e então eu troquei de controle. Eu aperto um monte de botão e nada da música parar. Ai eu já estava começando a ficar mais consiente, e notei que AGORA eu estava com o controle da TV na mão. Eu peguei o controle do som apertei um montede botão e nada da música parar. Foi então que eu notei que tinha algo de errado. O CD que tinha no aparelho de som era um do Nirvana, e a música que estava tocando era uma dos Rolling Stones, Paint It Black, e eu tenho essa música só no micro. Eu olhei para ele da cama e vi que a luzinha da caixa de som estava acesa, indicando que ela estava ligada. E não só ela estava ligado, mas o volume estava bem mais alto do que eu tinha deixado antes de ir dormir.
Eu acendi a luz do quarto e fui até o micro. Eu liguei o monitor e o programa que toca mp3 estava aberto, com a música tocando. Eu cliquei no STOP e a música parou. Eu achei que podia ter sido algum hacker que fez aquilo, apesar de eu achar MUITO dificil alguém fazer aquilo, já que eu tinha um firewall. Eu entrei no log do firewall e tudo em ordem, nenhuma invasão. Entrei no log do antivirus e nada, nenhum virus. Fui até o agendador de tarefas para ver se por engano não tinha colocado algo lá para ele começar a tocar música no meio da noite, mas estava vazio também, nenhuma tarefa agendada. Entrei no menu iniciar, imaginando que eu poderia ter colocado algum atalho lá por engano e que teve alguma falta de energia fez o micro desligar e ligar de novo, e quando ligou o sistema executou a música, mas a pasta também estava vazia. Não encontrei nenhuma explicação lógica para aquilo. Eu achei que o programa de compartilhamento de música poderia ter feito aqulo, com algum spyware dele, mas era a versão light, que não tem nenhum spyware ou popup ou propaganda. Não tinha nada que explicasse o porque daquela música tocando. E alem disso a caixa de som estava LIGADA. Eu tinha desligado ela antes de dormir, e para desligar ela você tem que apertar o botãozinho atrás dela, e não tem nenhum software que consiga fazer isso, ou girar o botão de som da caixinha, aumentando ele.
Eu gosto muito dessa música, Paint It Black, mas o ritmo dela tem um algo de sobrenatural e não me agradou muito acordar com ela tocando no meio da noite e ainda por cima encontrar a caixa de som ligada, sem nenhum motivo aparente. Hoje em dia eu não deixo mais o micro ligado de noite enquanto eu durmo.
No meio da noite eu acordo com uma música tocando. Eu acordei completamente grogue e achei que fosse o alarme do aparelho de som. Eu peguei o controle remoto e apertei o botão de STOP do cd. Nada da música parar. Eu apertei de novo com mais força, nada. Eu achei que tivesse pegado o controle da TV e então eu troquei de controle. Eu aperto um monte de botão e nada da música parar. Ai eu já estava começando a ficar mais consiente, e notei que AGORA eu estava com o controle da TV na mão. Eu peguei o controle do som apertei um montede botão e nada da música parar. Foi então que eu notei que tinha algo de errado. O CD que tinha no aparelho de som era um do Nirvana, e a música que estava tocando era uma dos Rolling Stones, Paint It Black, e eu tenho essa música só no micro. Eu olhei para ele da cama e vi que a luzinha da caixa de som estava acesa, indicando que ela estava ligada. E não só ela estava ligado, mas o volume estava bem mais alto do que eu tinha deixado antes de ir dormir.
Eu acendi a luz do quarto e fui até o micro. Eu liguei o monitor e o programa que toca mp3 estava aberto, com a música tocando. Eu cliquei no STOP e a música parou. Eu achei que podia ter sido algum hacker que fez aquilo, apesar de eu achar MUITO dificil alguém fazer aquilo, já que eu tinha um firewall. Eu entrei no log do firewall e tudo em ordem, nenhuma invasão. Entrei no log do antivirus e nada, nenhum virus. Fui até o agendador de tarefas para ver se por engano não tinha colocado algo lá para ele começar a tocar música no meio da noite, mas estava vazio também, nenhuma tarefa agendada. Entrei no menu iniciar, imaginando que eu poderia ter colocado algum atalho lá por engano e que teve alguma falta de energia fez o micro desligar e ligar de novo, e quando ligou o sistema executou a música, mas a pasta também estava vazia. Não encontrei nenhuma explicação lógica para aquilo. Eu achei que o programa de compartilhamento de música poderia ter feito aqulo, com algum spyware dele, mas era a versão light, que não tem nenhum spyware ou popup ou propaganda. Não tinha nada que explicasse o porque daquela música tocando. E alem disso a caixa de som estava LIGADA. Eu tinha desligado ela antes de dormir, e para desligar ela você tem que apertar o botãozinho atrás dela, e não tem nenhum software que consiga fazer isso, ou girar o botão de som da caixinha, aumentando ele.
Eu gosto muito dessa música, Paint It Black, mas o ritmo dela tem um algo de sobrenatural e não me agradou muito acordar com ela tocando no meio da noite e ainda por cima encontrar a caixa de som ligada, sem nenhum motivo aparente. Hoje em dia eu não deixo mais o micro ligado de noite enquanto eu durmo.
Tag :// paranormal,
Tag :// sobrenatural
Cerca de 5 anos atrás, o meu então marido e eu nos mudamos para uma casa. O nosso quarto era em cima da sala da TV que tinha uma porta para fora que nós usávamos ao invés da porta a frente. Meu marido sempre sai de casa para trabalhar as 5:30am e eu ficava na cama até a hora de eu me arrumar para o trabalho. Numa manhã, após 10 minutos depois dele ter saído, eu ouvi ele voltar e ligar a TV. Eu então ouvi ele subindo a escada e no topo da escada parecia que ele estava arranhando o tapete como se fosse um cachorro. Eu não estava sonolenta, mas não conseguia me mover. Eu não posso descrever o que eu senti. Eu estava apavorada e havia uma sensação de maldade, como eu nunca havia sentido ou imaginado antes. Quando eu finalmente pude me mover, o som de algo arranhando o tapete tinha sumido e não tinha ninguém no apartamento, somente eu. A TV estava desligada e a porta da sala da TV trancada.
Toda manhã a partir desse dia, quando o meu marido saia para trabalhar, esses "Visitantes" apareciam. E toda vez eu não conseguia me mexer. Uma vez tinham 3 pessoas, altas e magras, vestidas de preto, paradas na entrada do quarto, sussurrando e olhando na minha direção. A gota d'água foi quando as mesmas 3 pessoas me visitaram de novo e uma veio na minha direção. Ele me olhou e sussurrou algo, mas até hoje, eu não consigo me lembrar o que ele disse, só me lembro que era algo ameaçador.
Meu marido e eu estávamos quase prontos para nos mudarmos. Depois do ultimo incidente, eu não conseguia mais agüentar e contei tudo para ele sobre o que tinha acontecido todas as manhãs depois que ele saia. Eu contei pra ele que eu estava assustada porque eu sentia que se aquelas pessoas soubessem que íamos mudar, algo terrível aconteceria comigo. Ele apenas riu de mim falando que eu tinha imaginado tudo, mas para a minha sorte nós nos mudamos no dia seguinte. Talvez ele estivesse certo e eu tinha imaginado tudo aquilo, mas eu não acho que eu poderia imaginar aquilo que eu tinha sentido, e eu espero nunca mais sentir aquilo de novo.
Toda manhã a partir desse dia, quando o meu marido saia para trabalhar, esses "Visitantes" apareciam. E toda vez eu não conseguia me mexer. Uma vez tinham 3 pessoas, altas e magras, vestidas de preto, paradas na entrada do quarto, sussurrando e olhando na minha direção. A gota d'água foi quando as mesmas 3 pessoas me visitaram de novo e uma veio na minha direção. Ele me olhou e sussurrou algo, mas até hoje, eu não consigo me lembrar o que ele disse, só me lembro que era algo ameaçador.
Meu marido e eu estávamos quase prontos para nos mudarmos. Depois do ultimo incidente, eu não conseguia mais agüentar e contei tudo para ele sobre o que tinha acontecido todas as manhãs depois que ele saia. Eu contei pra ele que eu estava assustada porque eu sentia que se aquelas pessoas soubessem que íamos mudar, algo terrível aconteceria comigo. Ele apenas riu de mim falando que eu tinha imaginado tudo, mas para a minha sorte nós nos mudamos no dia seguinte. Talvez ele estivesse certo e eu tinha imaginado tudo aquilo, mas eu não acho que eu poderia imaginar aquilo que eu tinha sentido, e eu espero nunca mais sentir aquilo de novo.
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Eu tenho experiências para-normais desde que eu tinha 7 anos de idade. Eu cresci em uma casa assombrada e morei em mais algumas desde então. A história que eu vou contar é de quando eu tinha 14 anos e morava na casa dos meus pais adotivos.
Agora eu tenho 30 anos e como eu falei antes essa história se passa quando eu tinha 14. Tudo começou com uma sensação ameaçadora que vinha do quarto do meu irmão adotivo. Eu me aproximei na ponta dos pés para investigar o que era e imediatamente eu senti "aquilo" e "aquilo" me sentiu. Estava com muita raiva por eu saber o que era e que estava lá. Eu tentei contar para a minha mãe que tinha algo na casa, mas ela simplesmente falou que nenhum espírito entraria em uma casa cristã e se recusou a ouvir qualquer outra coisa que eu tinha para falar sobre o assunto. Então tudo o que eu sofri, eu tinha que sofrer sozinho.
Naquela noite eu sonhei com uma espécie de demônio que queria que eu fizesse coisas para ele, mas eu falei que nunca faria nada do que ele quisesse. Ele falou que faria de tudo para que eu me arrependesse do que tinha dito, e foi quando os pesadelos começaram.
Eu sempre tinha um pesadelo em que uma entidade que parecia a morte (a figura vestida no manto negro com a foice) me perseguia por uma rua escura. No sonho sempre antes dela conseguir me encostar eu acordava em pânico. O meu coração batia forte, e as vezes eu estava suando frio e sentia como se alguma coisa estivesse rindo de mim no quarto escuro. Eu tive esse pesadelo toda noite por uma semana. Então a coisa piorou.
Numa noite eu estava lendo a minha Bíblia, uma coisa que eu fazia todo dia. Enquanto eu estava lendo a minha visão foi escurecendo e eu acabei ficando totalmente cego! Eu fechava e abria os olhos e nada, tudo escuro. Eu acendia e apagava a luz do abajur do lado da minha cama, mas eu não conseguia ver nada. Eu comecei a rezar fervorosamente para que isso acabasse, para que "aquilo" fosse embora, mas a cegueira durou por uns 10-15 minutos. Isso começou a acontecer toda noite por duas semanas. A próxima coisa que começou a acontecer era que eu entrava em um transe e eu ouvia uma música. A minha visão escurecia e depois clareava. Quando ela clareava eu via uma procissão religiosa em um templo Ateu no que parecia ser a Grécia antiga (eu não sei porque, mas simplesmente parecia ser lá). Isso só aconteceu uma vez, e eu sou muito grato por isso.
Como as coisas sempre tem um jeito de ficar ainda pior, os meus pais adotivos acabaram viajando em um final de semana e só estávamos eu e o meu irmão em casa. No final de semana eu fiquei petrificado de medo quando a noite caiu. Eu tinha certeza que "aquilo" ia me pegar durante a noite, então eu passei a noite toda em claro. Eu fiquei acordado por três dias seguidos, e então eu percebi que ficando assustado e me comportando desse jeito, "aquilo" estava ficando mais forte. Então naquela noite eu fui para a cama, apaguei a luz e fechei os olhos. Eu acabei dormindo e nada aconteceu naquela noite.
Na manhã seguinte eu acordei sendo chacoalhado violentamente. Eu senti um bafo quente e fétido no meu rosto e eu notei que estava flutuando no ar a uns 10 centímetros da minha cama. Eu fiquei sendo chacoalhado pos uns 3-4 minutos e depois fui jogado com tamanha violência na minha cama que eu bati nela, quiquei e cai no chão. Isso aconteceu pelos próximos três dias. Depois dessas 3 manhãs de puro terror, numa tarde, eu ouvi o meu irmão entoando alguma coisa no quarto dele. Eu fui até a porta dele que estava um pouco aberta e ele estava lendo algo de um livro, entoando algo que eu não conseguia entender.
Mais tarde eu descobri que ele estava lendo instruções de como invocar um espírito, mas ele não tinha feito o ritual para controlar o espírito e agora a entidade estava solta pela casa fora de controle.
Eu voltei para o meu quarto e rezei para que nenhum espírito pudesse entrar lá. Depois disso eu não fui mais atacado.
Eu não sei selar o meu quarto funcionou ou se "aquilo" simplesmente foi embora por qualquer outra razão.
A casa em que eu moro agora também é assombrada, mas por um espírito amigável e brincalhão, que esconde coisas, abre e fecha as portas e acende a apaga as luzes. Nunca me causou nenhum mal e eu nunca me sinto ameaçado lá. Mas essas são histórias para outro dia.
Obrigado por ler a minha história!
Agora eu tenho 30 anos e como eu falei antes essa história se passa quando eu tinha 14. Tudo começou com uma sensação ameaçadora que vinha do quarto do meu irmão adotivo. Eu me aproximei na ponta dos pés para investigar o que era e imediatamente eu senti "aquilo" e "aquilo" me sentiu. Estava com muita raiva por eu saber o que era e que estava lá. Eu tentei contar para a minha mãe que tinha algo na casa, mas ela simplesmente falou que nenhum espírito entraria em uma casa cristã e se recusou a ouvir qualquer outra coisa que eu tinha para falar sobre o assunto. Então tudo o que eu sofri, eu tinha que sofrer sozinho.
Naquela noite eu sonhei com uma espécie de demônio que queria que eu fizesse coisas para ele, mas eu falei que nunca faria nada do que ele quisesse. Ele falou que faria de tudo para que eu me arrependesse do que tinha dito, e foi quando os pesadelos começaram.
Eu sempre tinha um pesadelo em que uma entidade que parecia a morte (a figura vestida no manto negro com a foice) me perseguia por uma rua escura. No sonho sempre antes dela conseguir me encostar eu acordava em pânico. O meu coração batia forte, e as vezes eu estava suando frio e sentia como se alguma coisa estivesse rindo de mim no quarto escuro. Eu tive esse pesadelo toda noite por uma semana. Então a coisa piorou.
Numa noite eu estava lendo a minha Bíblia, uma coisa que eu fazia todo dia. Enquanto eu estava lendo a minha visão foi escurecendo e eu acabei ficando totalmente cego! Eu fechava e abria os olhos e nada, tudo escuro. Eu acendia e apagava a luz do abajur do lado da minha cama, mas eu não conseguia ver nada. Eu comecei a rezar fervorosamente para que isso acabasse, para que "aquilo" fosse embora, mas a cegueira durou por uns 10-15 minutos. Isso começou a acontecer toda noite por duas semanas. A próxima coisa que começou a acontecer era que eu entrava em um transe e eu ouvia uma música. A minha visão escurecia e depois clareava. Quando ela clareava eu via uma procissão religiosa em um templo Ateu no que parecia ser a Grécia antiga (eu não sei porque, mas simplesmente parecia ser lá). Isso só aconteceu uma vez, e eu sou muito grato por isso.
Como as coisas sempre tem um jeito de ficar ainda pior, os meus pais adotivos acabaram viajando em um final de semana e só estávamos eu e o meu irmão em casa. No final de semana eu fiquei petrificado de medo quando a noite caiu. Eu tinha certeza que "aquilo" ia me pegar durante a noite, então eu passei a noite toda em claro. Eu fiquei acordado por três dias seguidos, e então eu percebi que ficando assustado e me comportando desse jeito, "aquilo" estava ficando mais forte. Então naquela noite eu fui para a cama, apaguei a luz e fechei os olhos. Eu acabei dormindo e nada aconteceu naquela noite.
Na manhã seguinte eu acordei sendo chacoalhado violentamente. Eu senti um bafo quente e fétido no meu rosto e eu notei que estava flutuando no ar a uns 10 centímetros da minha cama. Eu fiquei sendo chacoalhado pos uns 3-4 minutos e depois fui jogado com tamanha violência na minha cama que eu bati nela, quiquei e cai no chão. Isso aconteceu pelos próximos três dias. Depois dessas 3 manhãs de puro terror, numa tarde, eu ouvi o meu irmão entoando alguma coisa no quarto dele. Eu fui até a porta dele que estava um pouco aberta e ele estava lendo algo de um livro, entoando algo que eu não conseguia entender.
Mais tarde eu descobri que ele estava lendo instruções de como invocar um espírito, mas ele não tinha feito o ritual para controlar o espírito e agora a entidade estava solta pela casa fora de controle.
Eu voltei para o meu quarto e rezei para que nenhum espírito pudesse entrar lá. Depois disso eu não fui mais atacado.
Eu não sei selar o meu quarto funcionou ou se "aquilo" simplesmente foi embora por qualquer outra razão.
A casa em que eu moro agora também é assombrada, mas por um espírito amigável e brincalhão, que esconde coisas, abre e fecha as portas e acende a apaga as luzes. Nunca me causou nenhum mal e eu nunca me sinto ameaçado lá. Mas essas são histórias para outro dia.
Obrigado por ler a minha história!
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domingo, março 23, 2014
Esta história se passou no início de minha adolescência, hoje tenho 30 anos e posso ainda lembra-me do ocorrido como se fosse ontem. Bem, vamos lá!
Nós tínhamos no bairro bons vizinhos, era na década de 80, eu e minha família estávamos acostumados com um bom relacionamento com a vizinhança em geral, e tudo era tranqüilo e calmo.
Mas, quando a vizinha da frente, uma senhora muito velha, decidiu se mudar para a casa de seu filho, abriu uma vaga para o que nós iríamos considerar como um acontecimento no mínimo surpreendente.
A casa da senhora Ana que havia se mudado era enorme, eu e meus irmãos a conhecíamos por dentro porque vez ou outra nós a visitávamos junto com minha mãe, afinal como bem disse tínhamos um ótimo relacionamento com todos. Um grande corredor ligava a sala aos quatro quartos da casa, dois de cada lado e um grande banheiro ao fundo, tinha também um grande quintal com um pé de abacateiro no canto esquerdo, era uma bela casa.
No lugar da Sra. Ana mudaram três irmãs, Clara, Josefina e Marília, infelizmente Marília era doente, e tinha um mal no estômago, era o que minha mãe dizia para o que hoje eu conheço como câncer. A pobre Marília sofria muito e vez ou outra podíamos escutar os seus gritos pela noite adentro, gritos de dor, a pobrezinha gritava e urrava de dor, era espantoso e aterrador, chegava a gelar a espinha e o sangue.
O tempo passou e a pobre Marília ia resistindo a doença, mas os gritos persistiam noite adentro como um lembrete do seu sofrimento e angústia, muitos vizinhos chegavam a comentar que melhor seria a morte a ter que suportar tamanho sofrimento.
As preces e orações passaram a fazer companhia aos gritos de Marília e toda a vizinhança pedia pelo fim daquele martírio. Finalmente, fora concedido à Marília o descanso que ela tanto merecia. Numa quinta-feira de céu nublado em que as folhas de outono caiam sobre as ruas e não se ouvia pássaro algum, Marília faleceu.
Todos ficaram aliviados pelo fim de seu sofrimento, e todos também imaginavam que seria o fim dos gritos de dor da pobre Marília, não poderiam estar mais enganados, pois naquela mesma quinta-feira, quando a noite chegou, perto das 23:00 horas, começou.
Primeiro foram gritos esparsos, mas depois os gritos se tornaram ininterruptos e altíssimos, foi impressionante. Aqueles mais céticos imaginaram tratar-se de alguma brincadeira de algum moleque mal educado, mas pela manhã para o assombro de todos viram um enorme caminhão baú parar a frente da casa das irmãs de Marília.
Alguns vizinhos que se assomaram as irmãs as questionaram do porquê daquela mudança repentina, as irmãs com os rostos pálidos e um olhar sombrio voltaram-se para os vizinhos curiosos e disseram: - Porque estamos nos mudando? Ora vocês não ouviram?
Os vizinhos retrucaram: - Ora meninas, deixem disso, era brincadeira de algum moleque travesso!
As moças por sua vez disseram: - Pessoal, os gritos saíram do quarto de Marília, e o quarto estava trancado!
Aquilo foi como se uma bomba tivesse caído sobre a vizinhança. Os gritos persistiram pelas noites, até que enfim chegou no sétimo dia e parou...
Até hoje os gritos ecoam pela minha mente me recordando de que a vida não é somente esta e para aqueles que são céticos a respeito de tudo, esperem e parem um pouco para pensar e refletir, pois nem tudo é sólido e palpável como imaginamos. Muitas vezes podemos acordar deste nosso ceticismo por gritos na noite, gritos que não sabemos de onde vêm...
Nós tínhamos no bairro bons vizinhos, era na década de 80, eu e minha família estávamos acostumados com um bom relacionamento com a vizinhança em geral, e tudo era tranqüilo e calmo.
Mas, quando a vizinha da frente, uma senhora muito velha, decidiu se mudar para a casa de seu filho, abriu uma vaga para o que nós iríamos considerar como um acontecimento no mínimo surpreendente.
A casa da senhora Ana que havia se mudado era enorme, eu e meus irmãos a conhecíamos por dentro porque vez ou outra nós a visitávamos junto com minha mãe, afinal como bem disse tínhamos um ótimo relacionamento com todos. Um grande corredor ligava a sala aos quatro quartos da casa, dois de cada lado e um grande banheiro ao fundo, tinha também um grande quintal com um pé de abacateiro no canto esquerdo, era uma bela casa.
No lugar da Sra. Ana mudaram três irmãs, Clara, Josefina e Marília, infelizmente Marília era doente, e tinha um mal no estômago, era o que minha mãe dizia para o que hoje eu conheço como câncer. A pobre Marília sofria muito e vez ou outra podíamos escutar os seus gritos pela noite adentro, gritos de dor, a pobrezinha gritava e urrava de dor, era espantoso e aterrador, chegava a gelar a espinha e o sangue.
O tempo passou e a pobre Marília ia resistindo a doença, mas os gritos persistiam noite adentro como um lembrete do seu sofrimento e angústia, muitos vizinhos chegavam a comentar que melhor seria a morte a ter que suportar tamanho sofrimento.
As preces e orações passaram a fazer companhia aos gritos de Marília e toda a vizinhança pedia pelo fim daquele martírio. Finalmente, fora concedido à Marília o descanso que ela tanto merecia. Numa quinta-feira de céu nublado em que as folhas de outono caiam sobre as ruas e não se ouvia pássaro algum, Marília faleceu.
Todos ficaram aliviados pelo fim de seu sofrimento, e todos também imaginavam que seria o fim dos gritos de dor da pobre Marília, não poderiam estar mais enganados, pois naquela mesma quinta-feira, quando a noite chegou, perto das 23:00 horas, começou.
Primeiro foram gritos esparsos, mas depois os gritos se tornaram ininterruptos e altíssimos, foi impressionante. Aqueles mais céticos imaginaram tratar-se de alguma brincadeira de algum moleque mal educado, mas pela manhã para o assombro de todos viram um enorme caminhão baú parar a frente da casa das irmãs de Marília.
Alguns vizinhos que se assomaram as irmãs as questionaram do porquê daquela mudança repentina, as irmãs com os rostos pálidos e um olhar sombrio voltaram-se para os vizinhos curiosos e disseram: - Porque estamos nos mudando? Ora vocês não ouviram?
Os vizinhos retrucaram: - Ora meninas, deixem disso, era brincadeira de algum moleque travesso!
As moças por sua vez disseram: - Pessoal, os gritos saíram do quarto de Marília, e o quarto estava trancado!
Aquilo foi como se uma bomba tivesse caído sobre a vizinhança. Os gritos persistiram pelas noites, até que enfim chegou no sétimo dia e parou...
Até hoje os gritos ecoam pela minha mente me recordando de que a vida não é somente esta e para aqueles que são céticos a respeito de tudo, esperem e parem um pouco para pensar e refletir, pois nem tudo é sólido e palpável como imaginamos. Muitas vezes podemos acordar deste nosso ceticismo por gritos na noite, gritos que não sabemos de onde vêm...
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Na época que essa história aconteceu eu tinha 18 anos. Eu e a minha namorada geralmente íamos para uma casa abandonada aqui na cidade, para namorar um pouco, mas a policia local fechou a casa e colocou cercas em volta por causa de vandalismo. Então na esperança de encontrar um outro lugar calmo para os nossos encontros, eu rodei os arredores da cidade e acabei achando um cemitério que estava desativado. Ela não gostou muito da idéia, mas como ela não encontrou nenhum outro lugar mais calmo, ela concordou em ir para lá.
Então nós fomos para lá. Eu entrei pelo que parecia ser a parte de trás do cemitério, não tinha nem cercas. Era muito velho aquele cemitério. Então eu parei o carro no que eu achei ser um bom local. Nós estávamos nos beijando quando eu ouvi um barulho. Eu não sabia o que era, mas não estava tão curioso assim, então eu tentei esquecer do barulho. Mas ai eu ouvi de novo. Parecia que estava vindo de trás do carro. Eram duas batidas rápidas. Eu parei de beijar a minha namorada e comecei a prestar atenção, e nada. Quando eu ia abraçar ela, de novo o barulho. Eu resolvi sair do carro para ver o que podia ser. Estava frio lá fora, eu podia ver a minha respiração sair da minha boca. Eu olhei em volta, mas não vi nada e como estava frio eu resolvi entrar de novo. Quando eu estava virando eu vi os dois olhos vermelhos se mexendo atrás do carro do carro. Eu fiquei em choque. Eu não podia ver direito por causa da escuridão, mas eu podia ver o suficiente. Era uma criatura parecida com um demônio pequeno e pálido. De vez em quando ele dava dois pulinhos rápidos. Eu fiquei lá parado olhando aquilo fascinado por quase um minuto. Eu não sabia o que ele estava fazendo ou por que, mas aparentemente não tinha me visto. Então a minha namorada baixou o vidro colocou a cabeça pra fora e perguntou se estava tudo bem. O bicho notou a voz alta dela e virou pra mim, me olhando com aqueles olhos vermelhos cheios de ódio. Ele fez um som parecido com aquele que gato faz quando arrepia todo e mordeu o ar umas duas vezes. Eles eram pequenos e pontudos. Eu gritei e tentei abrir a porta do carro. QUando eu abri a minha namorada que estava apoiada nela caiu no chão. Ela começou a me xingar, mas eu peguei ela e joguei pra dentro do carro de novo. Eu ia entrar quando o demoniozinho pulou em mim. Mas quando ele devia der me acertado, ele me atravessou como se eu não existisse. Ele caiu no chão do outro lado e afundou nele. Eu olhei para o chão por um momento tentando entender o que tinha acontecido, então eu entrei no carro e tranquei a porta.
A minha namorada nunca viu ele. Ela só ficou perguntando o que tinha acontecido, quando do angulo que ela estava deveria ter visto tudo. Mais tarde eu perguntei se ela tinha ouvido os barulhos, mas ela também não tinha ouvido nada.
Isso tudo aconteceu a cinco anos atrás. Mas ainda, sempre que eu lembro daquela noite, e aqueles olhos vermelhos cheios de fúria, eu sinto calafrios.
Então nós fomos para lá. Eu entrei pelo que parecia ser a parte de trás do cemitério, não tinha nem cercas. Era muito velho aquele cemitério. Então eu parei o carro no que eu achei ser um bom local. Nós estávamos nos beijando quando eu ouvi um barulho. Eu não sabia o que era, mas não estava tão curioso assim, então eu tentei esquecer do barulho. Mas ai eu ouvi de novo. Parecia que estava vindo de trás do carro. Eram duas batidas rápidas. Eu parei de beijar a minha namorada e comecei a prestar atenção, e nada. Quando eu ia abraçar ela, de novo o barulho. Eu resolvi sair do carro para ver o que podia ser. Estava frio lá fora, eu podia ver a minha respiração sair da minha boca. Eu olhei em volta, mas não vi nada e como estava frio eu resolvi entrar de novo. Quando eu estava virando eu vi os dois olhos vermelhos se mexendo atrás do carro do carro. Eu fiquei em choque. Eu não podia ver direito por causa da escuridão, mas eu podia ver o suficiente. Era uma criatura parecida com um demônio pequeno e pálido. De vez em quando ele dava dois pulinhos rápidos. Eu fiquei lá parado olhando aquilo fascinado por quase um minuto. Eu não sabia o que ele estava fazendo ou por que, mas aparentemente não tinha me visto. Então a minha namorada baixou o vidro colocou a cabeça pra fora e perguntou se estava tudo bem. O bicho notou a voz alta dela e virou pra mim, me olhando com aqueles olhos vermelhos cheios de ódio. Ele fez um som parecido com aquele que gato faz quando arrepia todo e mordeu o ar umas duas vezes. Eles eram pequenos e pontudos. Eu gritei e tentei abrir a porta do carro. QUando eu abri a minha namorada que estava apoiada nela caiu no chão. Ela começou a me xingar, mas eu peguei ela e joguei pra dentro do carro de novo. Eu ia entrar quando o demoniozinho pulou em mim. Mas quando ele devia der me acertado, ele me atravessou como se eu não existisse. Ele caiu no chão do outro lado e afundou nele. Eu olhei para o chão por um momento tentando entender o que tinha acontecido, então eu entrei no carro e tranquei a porta.
A minha namorada nunca viu ele. Ela só ficou perguntando o que tinha acontecido, quando do angulo que ela estava deveria ter visto tudo. Mais tarde eu perguntei se ela tinha ouvido os barulhos, mas ela também não tinha ouvido nada.
Isso tudo aconteceu a cinco anos atrás. Mas ainda, sempre que eu lembro daquela noite, e aqueles olhos vermelhos cheios de fúria, eu sinto calafrios.
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Oi, o meu nome é Margareth e eu tenho 19 anos. O meu pai acabou com a própria vida e m novembro de 2002. Quando a minha prima me buscou no trabalho aquela noite eu não queria acreditar que ele se quer pensaria em suicídio. Eventualmente eu acabei aceitando a escolha dele, mesmo que ela tenha machucado tanta gente.
Depois da morte dele eu fiquei chateada, pensando que ele tinha ido pensando que eu estava brava com ele, ou que não soubesse o quanto eu amava ele, porque nós tivemos uma briga no dia anterior.
Numa noite, em abril, eu acordei no meio da noite, e parecia estar em um sonho, mas não estava, estava 100% consciente. Eu não podia me mover, mas eu vi o rosto do meu pai, e ele estava sorrindo para mim. No começo eu fiquei assustada, com medo, mas depois eu fui ficando mais calma e eu queria dizer "eu te amo!", mas eu não conseguia falar nada também. Então de repente eu consegui mexer o meu braço, então eu apontei pra mim, apontei para o meu coração e apontei para ele como se estivesse falando "eu te amo" com gestos, e fiquei fazendo isso, então eu me senti como se eu tivesse acordado, mas eu já estava acordada, e eu podia me mexer de novo. Eu sentei na cama, mas o rosto do meu pai já tinha sumido.
Depois disso eu me senti melhor comigo mesma pela morte do meu pai. Eu sei que vou encontrar com ele de novo algum dia, e eu sei que você já deve ter ouvido isso bastante, mas eu acho que ele queria me dizer que ele estava bem, e eu estou satisfeita por ter tido uma ultima oportunidade para dizer a ele que eu amo ele.
Depois da morte dele eu fiquei chateada, pensando que ele tinha ido pensando que eu estava brava com ele, ou que não soubesse o quanto eu amava ele, porque nós tivemos uma briga no dia anterior.
Numa noite, em abril, eu acordei no meio da noite, e parecia estar em um sonho, mas não estava, estava 100% consciente. Eu não podia me mover, mas eu vi o rosto do meu pai, e ele estava sorrindo para mim. No começo eu fiquei assustada, com medo, mas depois eu fui ficando mais calma e eu queria dizer "eu te amo!", mas eu não conseguia falar nada também. Então de repente eu consegui mexer o meu braço, então eu apontei pra mim, apontei para o meu coração e apontei para ele como se estivesse falando "eu te amo" com gestos, e fiquei fazendo isso, então eu me senti como se eu tivesse acordado, mas eu já estava acordada, e eu podia me mexer de novo. Eu sentei na cama, mas o rosto do meu pai já tinha sumido.
Depois disso eu me senti melhor comigo mesma pela morte do meu pai. Eu sei que vou encontrar com ele de novo algum dia, e eu sei que você já deve ter ouvido isso bastante, mas eu acho que ele queria me dizer que ele estava bem, e eu estou satisfeita por ter tido uma ultima oportunidade para dizer a ele que eu amo ele.
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"Quem garante que não possamos ser transportados para outra dimensão, mesmo temporariamente, dentro de nossas próprias casas?"
O acontecimento descrito a seguir descreve um desses possíveis fatos:A seguinte história aconteceu em um hospital aqui de São Paulo e é verdadeira.
A minha família tinha acabado de se mudar para uma nova casa. Nessa casa tinha um sótão, coisa que eu nunca tinha visto em uma casa antes, a não ser em filmes.
A minha irmã e eu decidimos que íamos fazer dele o nosso quarto, já que era grande e espaçoso.
Era bem bonito lá em cima. Tinha um chão coberto por tacos de madeira e o teto era alto.
Tinha um par de janelas de cada lado dele, o que deixava bastante luz entrar durante o dia, e de noite a luz da rua iluminava bastante o quarto também.
Então o lugar não era escuro e nem um pouco assustador ou macabro, e em nenhum momento nos fomos forçadas a ir lá pra cima. Nós realmente estávamos empolgadas em fazer o "nosso" quarto lá.
Depois de tudo arrumado, nós fomos para lá e nos arrumamos para dormir.
As nossas camas eram paralelas e ficavam a uns dois metros de distância uma da outra.
Nós apagamos a luz e deitamos para dormir. Foi quando toda a coisa estranha começou.
Eu estava deitada com os olhos fechados, e do nada, eu comecei a ficar com medo.
Eu abri os olhos e não podia ver nada. Era como se eu estivesse em uma caverna escura, com total ausência de luz. Estava escuro feito piche. Eu até coloquei a minha mão na frente do rosto, mas não podia ver ela.
Enquanto eu estava lá deitada, tentando entender porque não tinha luz nenhuma no quarto, eu comecei a ouvir barulhos. Parecia com o som de caixas deslizando pelo chão de madeira.
Eu ouvi aquilo por pelo menos mais 10 segundos e pensei que estava na hora de sair de lá.Eu chamei a minha irmã. Ela não respondeu. Eu chamei ela de novo. Ela continuou não respondendo.
Eu chamei pela terceira vez, e levantei o mais rápido possível.
Quando eu cheguei na base da escada para o sótão, eu chamei a minha irmã de novo.
Dessa vez ela respondeu. Eu falei "Vem pra cá AGORA!" Ela veio correndo feito eu tinha feito.
Nós acordamos a nossa mãe, e como estava no meio da noite, ela pensou que a gente apenas estava com frescura e medo do escuro, e que nós tínhamos tido um pesadelo.
Não preciso dizer que no dia seguinte nós tiramos as camas lá de cima.
Mas esse não foi o fim da história. A minha irmã tem a versão dela. Ela também ficou assustada do nada um pouco depois que a gente apagou a luz e abriu os olhos dela. Ela também não podia ver nada, já que o sótão estava escuro feito piche. Ela também ouviu o som de caixas deslizando pelo chão.
Mas o mais estranho de tudo foi que ela NÃO me ouviu chamar ela, nenhuma das três vezes que eu estava lá em cima!
Mas ela me ouviu correndo de lá de cima, mas só que ela também ouviu o som de mais alguém descendo a escada, vindo logo atrás de mim!O que seria aquilo que saiu correndo junto comigo, e porque minha irmã não ouvir chamá-la quando precisei?
Teríamos ficado temporariamente em outra dimensão dentro da casa?
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A alguns anos atrás eu finalmente me estabeleci financeiramente e sai da casa dos meus pais em busca da minha vida própria. Eu acabei achando um apartamento para mim em um condomínio de pequenos prédios aqui em São Paulo. São vários prédios de três andares, com dois apartamentos por andar. É um apartamento confortável de dois quartos e eu ainda moro nele.
Eu acabei conhecendo alguns dos meus vizinhos já logo no dia da mudança. Alguns estavam curiosos para ver quem era o cara novo e alguns vieram ver se podiam ajudar com algo. O pessoal daqui é bem amigável um com o outro.
Já no primeiro dia desempacotei as minhas coisas, que não eram muitas, e comecei a arrumar a casa ao meu gosto. Já tinha escurecido e eu estava acabando de arrumar tudo quando eu comecei a ouvir uma música bem baixinha e suave tocando. Era um solo de sax. Não é o meu tipo de música, sou um cara mais puxado para o rock, mas até que estava muito boa!
Resolvi que já era hora de encerrar o dia e descansar um pouco. Me esparramei no meu sofá, que seria a minha cama pelos próximos meses, e comi uma pizza ao som baixo daquele sax tocando.
Como eu dormia na sala no começo, eu acabei notando que o som do sax vinha do apartamento do lado do meu. A parede da sala era a divisória entre os dois apartamentos. Então eu simplesmente deitava de noite e se eu tivesse sorte, dormia ouvindo aquela sax tocando.
A música era tão boa, que quando eu ouvia ela, eu desligava tudo que fazia barulho para poder ouvir melhor, afinal era bem baixa e quase não dava para ouvir. Eu imaginei que o meu vizinho tivesse algum tipo de sala acusticamente vedada para não incomodar os outros e poder tocar em paz.
Mas tinha algo de estranho naquele sax tocando, o que ele tinha de tão bom, ele tinha de triste e melancólico. Eu adorava ouvir aquele som, mas sentia toda uma tristeza por trás dele.
Um dia resolvi perguntar para o porteiro do condomínio quem é que morava no apartamento do lado do meu, e ele falou que ninguém morava lá já fazia muito tempo. Ele falou que os donos do apartamento pagavam todas as contas em dia, mas não iam lá, não vendiam e não alugavam o apartamento. Eu perguntei o por que, e ele falou que não sabia. Ele também falou que algumas pessoas do condomínio já tinham tentado entrar em contato com os donos do apartamento para ver se eles o vendiam, mas nunca ninguém conseguia falar com eles. Estranhices a parte, eu continuei com a minha vida.
Um dia eu estava na minha sala e ouvi aquele sax triste tocando de novo. Não pensei duas vezes, pulei do sofá e fui tocar a campainha do vizinho para ver quem estava lá. Ninguém atendeu. Eu toquei de novo e nada. Bati na porta e nada de novo. Encostei a orelha na porta e não ouvi nada. Silêncio absoluto lá dentro. Voltei para o meu apartamento e ouvi o sax tocando. Corri para o corredor do lado de fora do apartamento e coloquei o ouvido na porta do vizinho. Nada. Silêncio completo. Voltei para o meu apartamento e ouvi de novo o som daquele sax tocando. Encostei o ouvido na parede e ouvi o sax. Eu tinha certeza que estava vindo do apartamento do lado. Corri lá para fora mais uma vez, encostei o ouvido na porta e nada. Nesse momento eu decidi que provavelmente o som não vinha de dentro do apartamento, devia ser algum efeito acústico que fazia o som de algum outro lugar parecer que vinha de lá, quando eu estava na sala do meu apartamento.
A vida continuou e a música também. De tempos em tempos o sax tocava e eu relaxava na sala, no escuro ao som daquela música melancólica e triste que parecia fazer os meus problemas desaparecerem.
Algum tempo depois eu acabei fazendo amizade com o pessoal aqui do condomínio e conversa vai e conversa vem quando um dia eu resolvi descobrir quem era que tocava sax no condomínio. Eu esbarrei com um cara e depois de um pouco de papo furado, eu perguntei se ele sabia quem tocava sax por aqui. Ele falou que pelo que ele sabia ninguém tocava, e ele conhecia praticamente todo mundo por aqui. Alguns dias depois estava falando com outro cara e fiz a mesma pergunta, para ouvir a mesma resposta. Eu cheguei a perguntar para mais umas três pessoas, e ninguém sabia de alguém que tocava sax no condomínio ou na vizinhança ao redor, já que quando alguém toca sax é uma coisa que se dá para ouvir de longe.
Até que um dia de manhã eu estava saindo para trabalhar quando uma garota de uns 17 anos falou para mim "Você é o cara que quer saber quem toca saxofone, né? Eu sei quem é, mas você provavelmente não vai acreditar em mim." Antes que eu pudesse perguntar alguma coisa para ela, ela entrou no carro da mãe dela e foi para a escola. Eu não dei bola, afinal era só uma garota de 17 anos que devia estar querendo tirar um sarro da minha cara.
Depois de uns 5 minutos no trânsito, já nem lembrava mais dela.Depois de um dia cansativo de trabalho eu voltei para casa. Quando estava estacionando o carro, lá veio a garota e mais dois amigos com ela. Ela falou "Então, você quer saber quem é que toca saxofone?" Eu estava cansado, mas um pouco curioso. E foi essa a história que ela me contou:
Tinha um cara, no final da década de 70, que estava morando no apartamento do lado do meu, ele era o dono do apartamento, e ele tinha um saxofone. Ele estava tentando fazer a vida como músico, no que ele era muito bom. Quando ele tocava o saxofone, todo mundo parava para ouvir. Dava a impressão que ele tocava com a alma, era como se ele e o saxofone fossem um só. Só que a música que ele tocava não era triste, era apaixonante. As coisas não estavam indo às mil maravilhas para ele, mas ele tinha casa própria, tinha um carro, fazia algo que ele tinha paixão em fazer, e tinha o amor da vida dele. Era uma mulher muito bonita, que amava muito ele, e que adorava ver ele tocar o saxofone. Ele falava que ela era a musa inspiradora dele. Os dois estavam para casar, quando um dia ele recebeu uma noticia que literalmente acabou com ele. A noiva dele tinha morrido em um acidente de carro. Falaram que a batida foi tão violenta que ela morreu na hora. O cara entrou em uma depressão tão séria que a família dele começou a ficar muito preocupada com ele. Ele quase não saía de casa, não estava comendo, não queria falar com ninguém. A única coisa que ele fazia era tocar aquele saxofone, mas o som que saía, por mais belo e apaixonante que fosse, refletia toda a tristeza que ele estava sentindo. Com o tempo ele foi tocando cada vez menos, mas sempre que tocava todos os moradores do condomínio paravam para ouvir aquela triste melodia. O tempo foi passando e a saúde dele foi piorando. Um dia o irmão dele apareceu para ver como ele estava, para ver se conseguia alegrar ele um pouco. Mas o que ele viu deixou ele chocado. O saxofonista estava somente uma sombra do que ele já tinha sido. Estava magro, barba malfeita, com um olhar triste e o apartamento estava uma bagunça. O irmão dele tentou levantar a moral dele, dar uma arrumada no apartamento, mas de nada adiantou. Depois de um bom tempo conversando com ele, o irmão dele foi embora. Algumas semanas depois encontraram o corpo dele no chão da sala. Falaram que ele morreu porque simplesmente parou de comer, não se cuidava e chegou a um ponto em que o corpo simplesmente desistiu. No final as pessoas falaram que a causa da morte foi um coração partido. Alguns poucos falam que a alma dele ainda está naquele apartamento, tocando o saxofone, lamentando a morte da sua amada e refletindo isso nas notas melancólicas e tristes, mas simplesmente apaixonantes da sua música eterna.
Outro dia um senhor que mora aqui desde que construíram o condomínio confirmou a história do saxofonista, de que realmente morou um no apartamento do lado do meu e falou que o apartamento agora é do irmão do saxofonista. Não se sabe porque ele não quer alugar ou vender o apartamento, mas o fato é que já fazem muitos anos que ele está fechado.
Eu já tentei gravar a música do sax, mas ela é tão baixa que o meu gravador não consegue pegar nada.
Hoje em dia já não quero mais descobrir a origem da música, se é algum efeito sonoro, ou se é o eco de algum outro mundo. Eu estou satisfeito em simplesmente deitar na sala e relaxar na melancolia daquela melodia.
Eu acabei conhecendo alguns dos meus vizinhos já logo no dia da mudança. Alguns estavam curiosos para ver quem era o cara novo e alguns vieram ver se podiam ajudar com algo. O pessoal daqui é bem amigável um com o outro.
Já no primeiro dia desempacotei as minhas coisas, que não eram muitas, e comecei a arrumar a casa ao meu gosto. Já tinha escurecido e eu estava acabando de arrumar tudo quando eu comecei a ouvir uma música bem baixinha e suave tocando. Era um solo de sax. Não é o meu tipo de música, sou um cara mais puxado para o rock, mas até que estava muito boa!
Resolvi que já era hora de encerrar o dia e descansar um pouco. Me esparramei no meu sofá, que seria a minha cama pelos próximos meses, e comi uma pizza ao som baixo daquele sax tocando.
Como eu dormia na sala no começo, eu acabei notando que o som do sax vinha do apartamento do lado do meu. A parede da sala era a divisória entre os dois apartamentos. Então eu simplesmente deitava de noite e se eu tivesse sorte, dormia ouvindo aquela sax tocando.
A música era tão boa, que quando eu ouvia ela, eu desligava tudo que fazia barulho para poder ouvir melhor, afinal era bem baixa e quase não dava para ouvir. Eu imaginei que o meu vizinho tivesse algum tipo de sala acusticamente vedada para não incomodar os outros e poder tocar em paz.
Mas tinha algo de estranho naquele sax tocando, o que ele tinha de tão bom, ele tinha de triste e melancólico. Eu adorava ouvir aquele som, mas sentia toda uma tristeza por trás dele.
Um dia resolvi perguntar para o porteiro do condomínio quem é que morava no apartamento do lado do meu, e ele falou que ninguém morava lá já fazia muito tempo. Ele falou que os donos do apartamento pagavam todas as contas em dia, mas não iam lá, não vendiam e não alugavam o apartamento. Eu perguntei o por que, e ele falou que não sabia. Ele também falou que algumas pessoas do condomínio já tinham tentado entrar em contato com os donos do apartamento para ver se eles o vendiam, mas nunca ninguém conseguia falar com eles. Estranhices a parte, eu continuei com a minha vida.
Um dia eu estava na minha sala e ouvi aquele sax triste tocando de novo. Não pensei duas vezes, pulei do sofá e fui tocar a campainha do vizinho para ver quem estava lá. Ninguém atendeu. Eu toquei de novo e nada. Bati na porta e nada de novo. Encostei a orelha na porta e não ouvi nada. Silêncio absoluto lá dentro. Voltei para o meu apartamento e ouvi o sax tocando. Corri para o corredor do lado de fora do apartamento e coloquei o ouvido na porta do vizinho. Nada. Silêncio completo. Voltei para o meu apartamento e ouvi de novo o som daquele sax tocando. Encostei o ouvido na parede e ouvi o sax. Eu tinha certeza que estava vindo do apartamento do lado. Corri lá para fora mais uma vez, encostei o ouvido na porta e nada. Nesse momento eu decidi que provavelmente o som não vinha de dentro do apartamento, devia ser algum efeito acústico que fazia o som de algum outro lugar parecer que vinha de lá, quando eu estava na sala do meu apartamento.
A vida continuou e a música também. De tempos em tempos o sax tocava e eu relaxava na sala, no escuro ao som daquela música melancólica e triste que parecia fazer os meus problemas desaparecerem.
Algum tempo depois eu acabei fazendo amizade com o pessoal aqui do condomínio e conversa vai e conversa vem quando um dia eu resolvi descobrir quem era que tocava sax no condomínio. Eu esbarrei com um cara e depois de um pouco de papo furado, eu perguntei se ele sabia quem tocava sax por aqui. Ele falou que pelo que ele sabia ninguém tocava, e ele conhecia praticamente todo mundo por aqui. Alguns dias depois estava falando com outro cara e fiz a mesma pergunta, para ouvir a mesma resposta. Eu cheguei a perguntar para mais umas três pessoas, e ninguém sabia de alguém que tocava sax no condomínio ou na vizinhança ao redor, já que quando alguém toca sax é uma coisa que se dá para ouvir de longe.
Até que um dia de manhã eu estava saindo para trabalhar quando uma garota de uns 17 anos falou para mim "Você é o cara que quer saber quem toca saxofone, né? Eu sei quem é, mas você provavelmente não vai acreditar em mim." Antes que eu pudesse perguntar alguma coisa para ela, ela entrou no carro da mãe dela e foi para a escola. Eu não dei bola, afinal era só uma garota de 17 anos que devia estar querendo tirar um sarro da minha cara.
Depois de uns 5 minutos no trânsito, já nem lembrava mais dela.Depois de um dia cansativo de trabalho eu voltei para casa. Quando estava estacionando o carro, lá veio a garota e mais dois amigos com ela. Ela falou "Então, você quer saber quem é que toca saxofone?" Eu estava cansado, mas um pouco curioso. E foi essa a história que ela me contou:
Tinha um cara, no final da década de 70, que estava morando no apartamento do lado do meu, ele era o dono do apartamento, e ele tinha um saxofone. Ele estava tentando fazer a vida como músico, no que ele era muito bom. Quando ele tocava o saxofone, todo mundo parava para ouvir. Dava a impressão que ele tocava com a alma, era como se ele e o saxofone fossem um só. Só que a música que ele tocava não era triste, era apaixonante. As coisas não estavam indo às mil maravilhas para ele, mas ele tinha casa própria, tinha um carro, fazia algo que ele tinha paixão em fazer, e tinha o amor da vida dele. Era uma mulher muito bonita, que amava muito ele, e que adorava ver ele tocar o saxofone. Ele falava que ela era a musa inspiradora dele. Os dois estavam para casar, quando um dia ele recebeu uma noticia que literalmente acabou com ele. A noiva dele tinha morrido em um acidente de carro. Falaram que a batida foi tão violenta que ela morreu na hora. O cara entrou em uma depressão tão séria que a família dele começou a ficar muito preocupada com ele. Ele quase não saía de casa, não estava comendo, não queria falar com ninguém. A única coisa que ele fazia era tocar aquele saxofone, mas o som que saía, por mais belo e apaixonante que fosse, refletia toda a tristeza que ele estava sentindo. Com o tempo ele foi tocando cada vez menos, mas sempre que tocava todos os moradores do condomínio paravam para ouvir aquela triste melodia. O tempo foi passando e a saúde dele foi piorando. Um dia o irmão dele apareceu para ver como ele estava, para ver se conseguia alegrar ele um pouco. Mas o que ele viu deixou ele chocado. O saxofonista estava somente uma sombra do que ele já tinha sido. Estava magro, barba malfeita, com um olhar triste e o apartamento estava uma bagunça. O irmão dele tentou levantar a moral dele, dar uma arrumada no apartamento, mas de nada adiantou. Depois de um bom tempo conversando com ele, o irmão dele foi embora. Algumas semanas depois encontraram o corpo dele no chão da sala. Falaram que ele morreu porque simplesmente parou de comer, não se cuidava e chegou a um ponto em que o corpo simplesmente desistiu. No final as pessoas falaram que a causa da morte foi um coração partido. Alguns poucos falam que a alma dele ainda está naquele apartamento, tocando o saxofone, lamentando a morte da sua amada e refletindo isso nas notas melancólicas e tristes, mas simplesmente apaixonantes da sua música eterna.
Outro dia um senhor que mora aqui desde que construíram o condomínio confirmou a história do saxofonista, de que realmente morou um no apartamento do lado do meu e falou que o apartamento agora é do irmão do saxofonista. Não se sabe porque ele não quer alugar ou vender o apartamento, mas o fato é que já fazem muitos anos que ele está fechado.
Eu já tentei gravar a música do sax, mas ela é tão baixa que o meu gravador não consegue pegar nada.
Hoje em dia já não quero mais descobrir a origem da música, se é algum efeito sonoro, ou se é o eco de algum outro mundo. Eu estou satisfeito em simplesmente deitar na sala e relaxar na melancolia daquela melodia.
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