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terça-feira, setembro 09, 2014

Quando o clima fica mais quente do que o habitual, eu costumo passar alguns minutos do lado de fora da casa, na minha varanda, relaxar com um copo de vinho tinto, olhando para fora da área arborizada em frente à minha casa. Semana passada eu estava sentado na minha varanda como de costume, assobiando uma música que não saia da minha cabeça o dia todo. 

Meu vizinho, a partir de sua própria varanda, virou-se pra mim e disse:

-Você não deve assobiar à noite. Os mortos vão pensar que você está chamando por eles.
Eu ri.

- Eles estão mais perto do que você pensa – Ele disse, enquanto entrava em sua casa.

De repente, senti o desejo de voltar para dentro. As madeiras começaram a ficar um pouco mais escuras, ocultando o que quase parecia formas borradas que balançavam atrás das árvores. 

Eu parei de assobiar naquela noite. 

Mas eles continuaram.
[Sigmapasta]
Postedby evil
quarta-feira, março 05, 2014
Eu tinha acabado de fazer 12 anos no dia 2 de setembro, no dia a seguir (3 de setembro) recebi a noticia de que a minha bisavó tinha morrido. Foi mesmo mau, tipo... a seguir ao meu dia de anos, isto não era uma prenda de certeza!!! Bem... como estava lá em Lisboa nesse dia, começamos a preparar as coisas, eu estava lá de férias e faltava pouco para me ir embora. Nem fui ao funeral porque os meus pais achavam que eu era muito nova para funerais.
Estava de volta à minha aldeia, a casa onde eu vivia com a minha mãe e os meus avós. Eu perguntei onde tinham posto as cinzas da minha bisavó e não me quiseram dizer. Achei muito estranho e tentei descobrir, e acho que preferia ter ficado quieta... Sim, enterraram o pote das cinzas no jardim!!! Que horror! Fiquei parva quando descobri.
Bem, à noitinha fui ao meu facebook e vi a minha bisavó passando no corredor! Passado algum tempo, vi uma sombra passando no corredor... e agora com 13 anos ainda a vejo, entrando no meu quarto e ficando parada a olhar para mim. É muito assustador!!!
sábado, fevereiro 22, 2014
As maldições parecem terem sido criadas para afastar os inimigos ou até mesmo como uma tentativa de explicar algumas injustiças do mundo. Entretanto nunca foi possível comprovar o sucesso de uma pessoa ao invocar poderes ocultos para fazer mal aos outros, mas muitos acreditam terem sido amaldiçoados e acabaram se rendendo aomedo e sofrimento dessa crença.
Mito ou não existem muitas maldições famosas e por isso vamos conhecer um pouco mais desse leque de mistérios:
   


           A maldição de Billy Goat



BillyGoatGoat
William “Billy Goat”, em 1945, levou como companhia para o estádio Wrigley, a sua cabra de estimação, Murphy. Mas acabaram sendo expulsos do jogo. Motivo que fez com que Billy Goat jogasse uma maldição no time naquele dia. E desde então, o Chicago Cubs tem tido uma má sortefabulosa.
Com o passar dos anos, o time ainda não tinha se livrado da maldição, e acabou perdendo vários jogos que pareciam estar ganhos. Para reafirmar a má fase, o Cubs não consegue jogar a WordSeries, que é a série final do campeonato de beisebol da Major League Baseball, e assim tem garantido um lugar histórico como time que ficou mais tempo sem ganhar um campeonato.



A maldição da tumba de Tutancâmon

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Liderando uma expedição, o inglês Howard carter, descobriu a tumba antiga e as riquezas do rei egípcio. E após abrir a tumba aconteceram muitas coisas estranhas nas vidas de todos os integrantes da expedição.
Uma das histórias mais bizarras foi a do Lord carnarvon, que se supõe ter morrido de pneumonia e envenenamento do sangue depois de ter sido picado por um mosquito. As pessoas que presenciaram a sua morte, dizem que na hora exata em que ele morreu todas as luzes da cidade se apagaram misteriosamente.
“A morte vem em asas para aqueles que entram na tumba de um faraó”, garante a profecia.



A maldição da família Kennedy

Família
O grande número de tragédias nessa família contribuiu para que todos suspeitassem que os Kennedy haviam sofrido alguma maldição.
Primeiro dois irmãos do 35º presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, morreram em acidentes de avião em 1944 e 1948. Rosemary, outra irmã, ficou anos internada num manicômio.
Depois, o próprio John F. Kennedy, foi assassinado em 1963 com 46 anos de idade.
E as tragédias não pararam por aí, pois mais dois irmãos de JKF foram vítimas da suposta maldição, Robert Kennedy, foi assassinado apenas cinco anos mais tarde. E Ted Kennedy caiu de uma ponte, causando a morte de sua esposa.
E como se já não bastasse, dois filhos de Robert Kennedy, morreram, um em 1984 de overdose de drogas e o outro num acidente de esqui em 1997.
E apenas dois anos depois, John John, filho de JKF, morreu num acidente de avião quando ele mesmo pilotava, a aeronave caiu no Oceano Atlântico e junto com ele morreram a sua mulher e sua cunhada.
fonte:minilua
quarta-feira, janeiro 29, 2014
"Seria possível o fato de alguém que morreu de uma forma violenta ficar "presa" no local da sua morte?
E se esse local for um veículo?"

Segundo o relato a seguir, isso pode acontecer!
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Olá , meu nome é Gabriel e o fato que contarei a seguir é totalmente verdadeiro, e cabe a vocês acreditarem ou não no sobrenatural.
Em março desse ano (2011), minha mãe comprou um carro, pra ser mais exato , um Kia Soul ano 2010 / modêlo 2011, preto, usado, com cerca de 7000 km rodados. Até então tudo bem, mas após duas semanas, coisas estranhas começaram a acontecer com o carro.
Minha casa tem 3 andares, sendo a "base" a garagem retangular, onde no final dela há o escritório e a churrasqueira.
Os carros, o Kia Soul e o do meu pai, ficam um atrás do outro.

Um dia eu estava imprimindo um trabalho pra escola, era exatamente 8:34' da noite, e a unica luz na garagem era a do escritorio, onde eu estava.
De repente vejo o farol alto do carro acender. Levei um susto mas me convenci que deveria ser um problema mecânico, então desliguei o farol e subi para jantar.
No outro dia, meu irmao estava usando o notebook e eu fui usar o computador do escritorio, quando escutei a porta do carro abrir e fechar violentamente, me assustei, pois estava só eu e meu irmão em casa. Desliguei o pc e subi.

Como muitas coisas aconteceram com o carro, vou somente enumerar os fatos mais estranhos:

- O rádio da carro já ligou sozinho, e sem a chave;
- A Buzina já foi apertada sem ninguém dentro do carro;
- Um dia eu viu pelo parabrisa uma mulher toda desfigurada no banco do passageiro.
- Sempre quando eu entro no carro tenho uma estranha sensação de estar sendo observado;
- Senti uma mão segurar a panturrilha da minha perna, ao estar andando no carro.
- O Alarme já foi disparado com o carro aberto.
- A Luz de freio já acendeu, como se estivessem freando o carro parado.
- O porta luvas já foi aberto e tudo o que estava dentro foi jogado violentamente no banco traseiro.
E muitas outras coisas parecidas.
Após esses fatos, fiquei sabendo pelo antigo dono do carro, que filha dele foi morta num assalto no trânsito, DENTRO DO MALDITO CARRO!!
Claro que minha familia não acredita em mim, e diz que eu invento tudo isso só pra ela comprar um carro novo.
"Obrigado por ler e cabe a vocês acreditarem ou não..."
[Após todos esses incidentes, foi enviado o relato "Meu Estranho Carro (PARTE II), complementando os estranhos acontecimentos que aconteceram com o estranho veículo.]
terça-feira, janeiro 28, 2014

O local também conhecida como Mar de Árvores e é uma floresta de 35m² situada no monte Fuji no Japão e é tão assustadora como a floresta do filme a Bruxa de Blair. 


Mas porque a floresta seria tão assustadora? O principal motivo deve-se ao fato do local ser muito utilizado para suicídios. Estima-se que desde 1950 mais de 500 pessoas tiraram suas próprias vidas nesta floresta.

Tudo começou após Seicho Matsumoto publicar um romance intitulado Kuroi Kaiju ( Mar Negro de Árvores), onde dois de seus personagens cometeram suicídio nesta floresta. Depois disso, talvez sugestionados pelo livro, várias pessoas tem se enforcado nas árvores da imensa floresta, que é tão densa que em alguns locais a luz do dia não entra formando uma escuridão permanente.


O governo local, tentando inibir os suicídios, chegou a fixar cartazes na floresta com dizeres como: “ A vida é algo precioso”, “Por favor, reconsidere”, ou ainda “Pense na sua família”.

Desde o anos 70 as autoridades japonesas começaram a fazer varreduras anuais na floresta em busca de corpos. Somente em 2002 eles encontraram 78 e em 2003 o número chegou a 100 corpos encontrados. mas não existe uma estatística real de quantos corpos se perderam na floresta escura e de difícil acesso. Muitas pessoas que se aventuraram a adentrar a floresta espessa relataram ter visto cadáveres pendurados nas árvores tornando tudo aterrorizante.


A floresta seria supostamente assombrada pelos fantasmas daqueles que morreram, dizem até que durante a noite é possível ouvir os lamentos dos mortos que vagam pelo local...

Será que alguém teria de fazer um piquenique nesta floresta?
domingo, janeiro 05, 2014
As histórias que contarei aqui são verídicas, e ocorreram em minha antiga casa.

Talvez a origem de tanta coisa ruim seja por causa de vários anos atrás, quando, por curiosidade, eu e meus amigos e primos, que então éramos todos crianças, fazíamos aquela brincadeira do copo, e também a do compasso. As vezes, alguns achavam que o copo ou o compasso estava sendo movimentado por algum participante, mas nem sempre foi assim...

Certa vez, um primo colocou uma barata dentro de um copo e a deixou lá por um bom tempo, até ela morrer. E uma vez nós usamos esse mesmo copo para fazer a brincadeira. Lá pelas tantas, quando alguém perguntou "quem está aí" para o copo, esse meu primo foi fazer graça e começou a movimentar o copo para este formar a frase: "Eu sou o espírito da barata". Quando estávamos todos xingando ele e até dando risada da gracinha, o copo simplesmente saiu em disparada e arrebentou-se na parede, quando não tinha ninguém mais com o dedo encima dele!

Em outra oportunidade, desta vez usando um compasso, estávamos em 5 pessoas e como sempre, havia um engraçadinho que ficava fazendo graça. Estávamos todos levando a sério, menos um amigo, que, por sorte (já saberão por que), estava sentado encima de um papelão, fazendo assim esse papelão ficar um pouco inclinado, perto do chão. Depois de um certo tempo lá, brincando com os espíritos, estávamos dando risada de mais alguma gracinha desse amigo quando o compasso, num golpe muito rápido, voou em direção à perna dele! E como eu disse, por sorte tinha o papelão, senão a ponta do compasso iria cravar em seu joelho, mas acabou ficando presa no papelão.

Eu tenho uma tia que era espírita, e ela tinha um boneco que ela e seus filhos (que não eram espíritas!) diziam que tinha vida! Ele até tinha uns ralados no joelho, que eles dizem que era dele cair quando andava. Quando ela largou o espiritismo, foi livrar-se de seus "materiais" e na hora de se livrar do boneco, ela foi dar justo pro meu irmão que era mais novo!! Como não acreditávamos muito nessas coisas, aceitamos e o bicho ficava no meu quarto (que eu dividia com o meu irmão). Acontece que meu irmão começou a ter freqüentes pesadelos e acordava chorando de noite falando que o boneco o estava ameaçando! Meus pais falavam que era só sonho, ele sempre se acalmava, mas a verdade é que meu irmão pegou um pânico tão grande do boneco que minha mãe teve que levar embora.

Há pouco tempo antes de mudarmos dessa casa, algo assombrou minha mãe. Como meu pai trabalha a noite e meus irmão dormem cedo, minha mãe ficava sozinha no quarto dela assistindo TV e eu no meu. Até que ela começou a ouvir passos no corredor do quintal ,ao lado de seu quarto. Ela vinha horrorizada me contar e eu saía com um pedaço de pau pelo quintal, que era pequeno, à procura de alguém, mas nunca encontrava nada. Ela até que a medida do possível foi se "acostumando" com esses passos, até que um dia, ela veio chorando em desespero me chamar falando que tinham batido muito forte na janela! Eu não ouvi nada, mas como de costume fui investigar, não encontrando nada. Ela estava SE convencendo que estava ficando louca, até tinha entrado em depressão, quando tudo parou e ela nunca mais foi perturbada por isso.

Acontece que a nossa vizinha também é espírita e certa vez ela veio nos procurar para contar algo realmente MUITO assustador. Ela disse que era dia ainda e ela ouviu passos muito fortes no corredor do quintal e ficou curiosa para saber quem estava andando daquele jeito tão pesado. Aí ela pegou uma cadeira, encostou no muro e foi ver o que era. Bem... ela não soube dizer ao certo o que tinha visto e nem gostou nada de falar isso, mas descreveu como sendo "a coisa mais horrível do mundo" aquilo que ela viu!!!

Certa noite eu estava sozinho em casa assistindo TV na sala. Eu não sou muito assustado pra essas coisas, então sempre fiquei sozinho e até então nunca tinha tido nenhum problema. Mas essa noite foi diferente... Eram umas 21:00 e alguém bateu na porta!!! O pior é que o único portão é bem barulhento e dá pra saber de longe se alguém entrou e quando chega alguém os cachorros já começam e latir como loucos. Eu dei um pulo do sofá e fui até a porta e perguntei "quem é?" mas ninguém respondeu. Eu perguntei de novo e nada. Então eu colei o ouvido na porta pra ver se ouvia alguma coisa, mas nada também. Nem passos, nem barulho de portão, nem cachorro latindo, NADA! E, ainda assustado, resolvi espiar pelo vitrô da sala, pois dava pra ver o portão, mas este estava fechado e não havia sinal de ninguém por lá! Mas ainda assim, até hoje prefiro acreditar que foi algum ladrão querendo invadir minha casa!

Bem... acho que é "só". Mudamos dessa casa já faz alguns anos, mas foi por outros motivos. E nunca mais presenciei nada junto com a minha família. E nem quero.





      Diego - Leme - S.P.


sábado, janeiro 04, 2014
Durante minha adolescência fui estudar em Recife e morei num pensionato de freiras.
O local funcionava num prédio antigo e ficava vizinho à uma igreja e um cemitério do séc. XVIII.
A construção, histórica, já tinha sido quartel, hospital, convento e colégio antes de se tornar pensionato.
Muitas histórias estranhas circulavam por ali, e algumas delas aconteceram enquanto eu morava lá.
O que vou contar agora é sobre outro acontecimento estranho que ocorreu no Pensionato!
O prédio em que funcionava o pensionato era muito grande, ocupando uma área de quase um quarteirão inteiro.
Então, além de pensionato, ele abrigava, também, uma casa de freiras, que ficava nos fundos do terreno.
Muitas das freiras eram já idosas, e não era raro que durante a madrugada alguma delas adoecesse e fosse preciso chamar ambulâncias ou taxis para socorrê-las.
Em uma época, o pensionato estava sendo reformado, e alguns dos operários da obra, que moravam longe, dormiam lá mesmo durante a semana e só iam para casa nos finais de semana.
Numa madrugada um dos pedreiros acordou e viu uma freira fazendo um gesto chamando-o.
Pensando que podia ser o caso de alguma das freirinhas idosas ter adoecido e precisar de ajuda, ele a seguiu.
A freira seguiu em frente, e ele a acompanhou por diversos corredores.
O local parecia um labirinto. Por mais que ele apertasse o passo, a freira sempre ia à frente, até que num determinado momento ela entrou por um corredor e sumiu.
Ao entrar pelo mesmo caminho, o pedreiro viu que era um corredor sem saída, ao final do qual havia apenas uma sala que havia sido desativada e vivia fechada a chave.
Em pânico, ele voltou pro local onde estava dormindo com os companheiros.
Na manhã seguinte, procurou saber se alguma das freiras havia adoecido durante a noite ou se alguma delas tinha estado andando pelos corredores, mas a resposta foi negativa. O pedreiro pediu demissão no mesmo dia.


                                                   SEMELE- PIAUI


Durante minha adolescência fui estudar em Recife e morei num pensionato de freiras.
O local funcionava num prédio antigo e ficava vizinho à uma igreja e um cemitério do séc. XVIII.
A construção, histórica, já tinha sido quartel, hospital, convento e colégio antes de se tornar pensionato.
Muitas histórias estranhas circulavam por ali, e algumas delas aconteceram enquanto eu morava lá.
O que vou contar agora é sobre outro acontecimento estranho que ocorreu no Pensionato!
Os quartos das pensionistas eram individuais, mas os outros ambientes eram coletivos, como o refeitório, a sala de tv, a capela e os chuveiros, estes consistindo em um grande corredor de azulejos brancos dividido em cabines com portas.
Ao final do corredor dos chuveiros ficavam as cabines com os assentos sanitários, estas também divididas e com portas.
Em uma madrugada, uma das pensionistas levantou para ir ao banheiro. Ela não gostava de andar pelos corredores escuros sozinha durante a noite, mas a necessidade era maior.
Assim, mesmo com uma sensação desagradável de medo, dirigiu-se para lá. À medida que se aproximava do banheiro, o medo aumentava, e uma sensação estranha tomava conta dela.
Mesmo assim, continou o seu caminho. Ao entrar no corredor, a sensação estranha aumentou.
O local era bem iluminado, e mesmo durante a madrugada as luzes ficavam acesas.
Assim que deu alguns passos parou, estupefacta: de dentro de uma das cabines saía uma mão pequenina e rosada, de criança, e fazia um gesto chamando-a.
Após alguns segundos de congelamento movido pelo pânico, a pensionista deu a volta e saiu correndo.
Quando deixava o local ouviu uma risadinha e uma vozinha de criança dizendo: "Eu vou voltar".

                                                   SEMELE: PIAUI
Durante minha adolescência fui estudar em Recife e morei num pensionato de freiras.
O local funcionava num prédio antigo e ficava vizinho à uma igreja e um cemitério do séc. XVIII.
A construção, histórica, já tinha sido quartel, hospital, convento e colégio antes de se tornar pensionato.
Muitas histórias estranhas circulavam por ali, e algumas delas aconteceram enquanto eu morava lá.

Uma delas passo a narrar agora.
O prédio do pensionato era uma construção com mais de 40 quartos, salões enormes, corredores escuros, salinhas fechadas.
Um dos salões, por ser grande e estar sem uso, foi divido em vários quartos, separados por divisórias de madeira que não iam até o teto.
Às vezes todos os quartos estavam preenchidos por pensionistas, cada um com uma, outras vezes restavam alguns vazios durante alguns meses.
Nessa época de que vou falar, apenas uma pensionista morava em um dos quartos, e os restantes estavam todos vazios.
Todas as outras moças evitavam o local, considerado mal-assombrado, e se impressionavam com a coragem daquela que dormia sozinha ali. Ela alegava que gostava dali por conta do silêncio, porque podia estudar tranqüila. Um dia a moradora do salão teve um sonho estranho. Sonhou que estava em seu quarto quando uma mulher bateu à porta, se apresentou e pediu pra entrar.
Depois de dizer seu nome, ela contou que morava no último quarto, no fim do corredor do salão, e disse que estava sempre ali para ajudar se precisasse de alguma coisa. Depois saiu.
No dia seguinte, no café da manhã, a moradora, que tinha ficado com aquele sonho na cabeça, comentou o fato com a governanta do pensionato, que morava ali havia mais de 30 anos.
A governanta se mostrou muito estranha, incomodada com aquilo, mas não fez qualquer comentário.
Percebendo a reação dela, a moradora insistiu até que ela dissesse o que estava acontecendo.

A governanta, então, contou que no passado uma mulher com aquele mesmo nome e com as mesmas características tinha morrido no último quarto do salão, quando uma parte do teto, que era de telhas, caiu sobre sua cabeça.

Sêmele - Piauí
domingo, dezembro 29, 2013
Antes de mais nada, para que as pessoas entendam sobre esta história que vou relatar aqui, é necessário que leiam a primeira história, ou seja, Apartamento 602 (parte I).

Como a chave do apartamento 602 estava na portaria, após ter sido feito os reparos necessários e o filho do porteiro sabia disto, ele resolveu desafiar os demais adolescentes do prédio, o qual todos já sabiam o que ocorria com o referido apartamento. O desafio era: quem teria coragem de entrar e ficar algumas horas da noite dentro do apartamento???

Apenas três corajosos jovens resolveram então desafiar o sobrenatural e passar a noite lá dentro, para espanto do restante do grupo de adolescentes irresponsáveis. Irresponsáveis porque primeiro deram força para os outros adolescentes entrarem em um apartamento que não eram deles. Imagina se o proprietário soubesse disto? E em segundo lugar: como havia todos esses fenômenos, sabe-se lá o que não encontrariam...... (este ocorrido, os pais dos adolescentes só souberam depois, ou seja, no dia seguinte em que já tinha sido realizada a aposta).

Então, foi feita uma aposta tentadora o qual os demais adolescentes acabaram arrecadando R$ 285,00. Para aqueles (o prêmio seria dividido) ou aquele (levaria o prêmio todo) que conseguisse ficar dentro do apartamento no horário de 23:00 a 01:00 da manhã.

Naquela noite, o filho do porteiro chegou com a chave roubada e apenas três corajosos adolescentes resolveram adentrar no apartamento e os demais adolescentes (vários), ficaram lá fora no corredor, na expectativa. Era uma sexta-feira a noite e para disfarçarem, caso algum morador desconfiasse, ficaram no corredor com cartas espalhadas no piso, como se estivessem disputando um campeonato de buraco e outros jogos. Mas a maioria seria apenas expectadoras do jogo. Mas na verdade o jogo era "quem teria coragem de passar algumas horas da noite no apartamento 602?".

Então, depois de tudo acertado, o filho do porteiro abriu a porta para eles entrarem e disse boa sorte com sorriso sarcástico (segundo relato do filho de um vizinho meu).

O que se passou após isto foi o seguinte: os três corajosos rapazes levavam consigo basicamente, lanternas, biscoitos, água, latinhas de refrigerantes em uma mochila. E uma vez lá dentro, após passar apenas uns três minutos, um dos rapazes, logo de cara tropeçou em um tapete da sala meio levantado e caiu no chão quebrando parte do dente. Dali ele já ficou desmotivado para continuar aquela brincadeira e disse que sairia dali porque também estava sangrando, pois sentia o gosto de sangue na boca.

Quando o primeiro corajoso adolescente saiu fechando a porta atrás dele, estava sangrando na boca e os demais adolescentes lá fora entreolharam-se e ficaram boquiabertos com a cena, pois o rapaz nesse momento sangrava muito e seu lábio começava a ficar inchado também. Todos começaram a ficar receosos com os dois outros adolescentes que continuavam lá dentro.

OBS: O que passo a relatar foi o que eles contaram para o restante do grupo e que foi posteriormente passado para mim.

Os dois outros ficaram um pouco na sala. Iluminando cada ponto do cômodo para conhecer melhor o local. Foram então percorrer os quartos. O primeiro quarto, depois o segundo, sempre com o cuidado de não quebrarem ou modificarem alguma coisa. Afinal de contas, aquilo era invasão de domicílio. E isto é crime.

Quando estavam ainda no segundo quarto, um deles parou e ficou em silêncio e o outro sem entender nada perguntou o que era? E o outro disse que estava ouvindo choro e o outro dizia que não ouvia nada. E seguiu em frente e o outro para não ficar sozinho seguiu ele.

Então foram ao terceiro quarto e ficaram um pouco ali, tentando disfarçar o nervosismo, vendo as horas no relógio de pulso. Teriam que ficar pelo menos até uma hora da manhã. E quando entraram era exatamente 23:00. Pois a aposta era que quando desse meia noite. (a hora das assombrações que nem os filmes de terror), eles estivessem lá já há algum tempo. Não poderiam levar rádio, etc... nada que pudesse distrair a atenção.

Estavam ainda no último quarto, quando ouviram barulho de água e foram um junto do outro verificar o banheiro e chegando lá nada encontraram de anormal. Sempre iluminando com as lanternas. Foram então no outro banheiro e também nada de anormal. Somente tomaram um grande susto com o espelho do banheiro, vendo suas próprias imagens e começaram a rir. Nesse momento eles, agora não só um deles, os dois ouviram o choro novamente e ficaram se concentrando naquele barulho de choro. E após um tempo houve uma forte pancada na porta do banheiro, fazendo os dois correrem para a sala e ficaram ali ofegantes e doidos para a hora passar mais rápido.

Para se distrair, então foram até a cozinha e então resolveram comer uns biscoitos que haviam trazido na mochila. Mas tomando o cuidado de não deixar nada no apartamento, nem sequer farelos no chão para não dar nenhum problema no futuro.

Acabaram de comer e tomar refrigerante e então um dos adolescentes resolveu tentar ligar a chave geral do apartamento que ficava em uma parede que separava justamente a cozinha da área de serviço. E conseguiram ligar a luz, então desligaram as lanternas e ficaram aliviados com a luz do apartamento iluminando tudo, não dando mais aquele aspecto fantasmagórico. Foram "fuxicar" o quarto de empregada, que segundo eles mais tarde, falaram que estava cheio de bagulhos, trastes, etc...

Estavam ainda na área de serviço quando a luz acabou, tudo ficou no escuro, o sangue de ambos gelou. Foram tateando para achar as lanternas. Que depois de muito procurar e suando frio, estavam dentro da pia, por incrível que pareça.

As baterias das lanternas pareciam que estavam gastando muito rapidamente, pois a iluminação já estava ficando fraca. E as pilhas eram novinhas, segundo eles. Estavam ainda verificando as lanternas fracas, quando um deles recebeu uma latinha de refrigerante ainda cheia no pescoço que bateu no chão e começou a esguichar um pouco do refrigerante. Eles, neste momento, já estavam por demais apavorados, mas resolveram recolher a latinha o mais rápido possível e limparam com um casaco o chão que tinha ficado somente um pouco molhado de refrigerante, para não deixar vestígios.

Já estavam a essa altura bastante apavorados para continuar e pensando inclusive em desistir, pois os ânimos de ambos já tinham ido por água abaixo logo no início, ao verem o amigo deles sair do apartamento machucado e ensangüentado, após isso começaram a ficar receosos bastante do que pudesse vir. E o choro, as luzes, a latinha sendo jogada do nada, a pancada forte na porta do banheiro, as lanternas ficando fracas. Começaram a ficar com os ânimos em frangalhos. Foram para sala.

Começaram a ouvir barulho de chaves balançando. Ficaram com os cabelos todos em pé. O barulho parecia vir dos quartos, mas já não tinham coragem para mais nada, diante dos acontecimentos. E o barulho de chaves balançando continuou. Parando dali a algum tempo. Eles falaram que ficavam dizendo "isso não estava acontecendo, isto não estava acontecendo" para tentar agüentar a pressão e ficavam pensando no dinheiro, este era o fator principal de não terem saído porta fora e também para não darem o braço a torcer, porque sabiam que tinha uma porção de gente lá fora testando a coragem deles.

Foi quando um dos dois adolescentes resolveu se esticar no sofá grande que havia na sala, mesmo empoeirado. Acabou por receber um objeto bem no meio da testa. Quando iluminaram para ver o que havia acertado um deles, viram que se tratava de um balde de gelo de metal pesado. Não sabiam sequer de onde havia vindo. Mas não quiseram saber de mais nada. Saíram correndo até a porta principal que estava destrancada, justamente para o caso de se desistissem não haver problema nenhum.

Ao sair um estava com a testa ferida, não chegava a sangrar, mas tinha um corte na testa, causada pelo balde de gelo, o outro já estava com uma crise alérgica grande e os olhos esbugalhados.

Acabaram por perder a aposta, porque não permaneceram dentro do apartamento sequer duas horas. Tendo saído exatamente as 24:08 horas. Segundo os outros que estavam marcando no relógio do lado de fora. E pelo combinado, teriam que ficar pelo menos até 01:00 da manhã.

Após isto, os outros moradores ficaram com bronca do filho do porteiro que expôs os outros ao perigo. Levou uma baita bronca e sermão do pai. A chave, já guardada com segurança, foi pega pelo sobrinho do alemão dias depois, sem que ele soubesse o que havia ocorrido, pois jamais ele sobe no apartamento e ninguém falou para ele o que havia se passado.


Marco Aurélio - Rio de Janeiro - RJ

Esta história é sobre um apartamento que mais parece amaldiçoado. Esteve praticamente fechado a maior parte de todos os anos, pois pertence a um alemão que mantêm estes anos todos mas não utiliza pois mora na Alemanha e então o apartamento fica fechado já fazem mais de doze anos.

Este apartamento tem muitas histórias esquisitas que envolvem ele. Vou relatar mais ou menos o que ocorre.

As famílias que moram abaixo dele, ou seja, que mora no 502 e acima dele o 702, bem como o 601, que fica ao lado dele, contam que eventualmente escutavam e escutam barulhos esquisitos. Por exemplo: a família que mora no apt 502 ouve de vez em quando barulhos do tipo, como se alguma coisa estivesse sendo arrastada pelo chão. Já os moradores do lado dele, dizem que ouvem um barulho de algo sendo jogado na parede que divide os dois apartamentos, ou seja, a parede da sala. Até mesmo as visitas que não sabem de nada já perceberam algumas vezes. Já os moradores acima dele, ouvem as vezes barulhos no teto, como se estivessem martelando algo no teto ou coisa parecida. O mais incrível é que o apartamento 602 está vazio há doze anos, mobiliado mas vazio. Há incríveis relatos de diversas pessoas que de algum modo participaram deste evento sinistro. Por exemplo, a moradora do apartamento 604, este dá fundos para o apartamento 602 já relatou para os moradores que viu algumas vezes, flashes de luz dentro do apartamento 602, já os moradores do apt 304 e 704, que dão fundos para o 602, também disseram terem visto raras vezes uma claridade dentro do apartamento, achando até que tivessem alugado ou coisa parecida, porém era como se luzes acendessem e apagassem apressadamente.

Incrivelmente, uma vez, um pedaço de vidro da janela da frente deste apartamento caiu na cabeça de um filho do morador do apartamento 201, o menino chegou a levar pontos na cabeça porque o caco de vidro era grande, e o incrível é que foi quebrado de dentro para fora e neste caso o lógico seria de fora para dentro, tipo uma ventania, uma pressão externa e não interna, ainda mais para um apartamento vazio.

O faxineiro contou que uma vez foi trocar a lâmpada do corredor do prédio exatamente junto a porta do apartamento 602 e não entendeu nada porque ouvia como se estivessem arranhando a porta. Tratou logo de fazer o serviço e fechar a escada e ir embora daquela parte. Já o pobrezinho de um faxineiro ajudante que foi contratado não sabia de nada do que ocorria ali e estava lavando o corredor e interrompeu o serviço indo para a portaria falar com o porteiro que estava ouvindo o choro da moradora que vinha do apt. 602, e que devia estar precisando de ajuda. Mas quando soube que não morava ninguém lá, até se benzeu. Porém, depois do ocorrido, fazia o serviço bem rápido quando tinha que esfregar o piso naquele lado do corredor. Nunca mais ouviu nada.

Uma vez estava havendo um movimento no prédio para que houvesse cortes de despesas e os moradores observaram que havia um gasto grande de água no prédio e que provavelmente deveria haver algum vazamento em algum lugar do prédio e contrataram um encanador para ir aos apartamentos e analisar se havia carrapetas para serem trocadas ou válvulas, etc...

Foi feita uma análise em todos os apartamentos e realmente havia algum desperdício em algumas bicas o qual foram trocadas as carrapetas ou bicas por outras novas, porém o problema ainda continuou, foi removido a tampa dos bueiros de esgoto das colunas e foi constatado ao fechar todo o registro do prédio que o vazamento continuava na coluna dois que era a coluna também do apt. 602, logo foi pedido autorização para ver se o vazamento era deste apartamento, o que foi feito alguns dias depois. Um sobrinho do alemão que morava em Teresópolis veio com a chave e entregou na portaria.

O porteiro subiu com o encanador e que já sabia de alguns dos casos que ocorriam ou ocorreram neste apartamento, mas ele era muito cético e não acreditava em nada, o porteiro abriu a porta do apt e disse que iría esperar lá fora no corredor ou lá embaixo e que era para ele avisar quando acabasse porque não iría ficar ali. O encanador apenas riu e foi fazer o seu serviço, disse que era exagero das pessoas e que não acreditava nessas "balelas" e que isso era palhaçada.

Foi realmente constatado que o vazamento era deste apt e uma hora e meia depois, o encanador chegou na portaria e simplesmente falou que o serviço estava terminado e a válvula de um dos banheiros havia sido trocada e ajustada e que não tinha mais nada a fazer, porém o porteiro notou que ele estava muito incomodado e sem graça e não encarava ele nos olhos, o porteiro percebeu que algo havia acontecido.

Claro que o porteiro apertou ele até contar o que havia acontecido para ele ter ficado tão incomodado e no final das contas ele contou que estava lá fazendo o seu serviço e que sentiu um vento encanado nas costas dele e por duas vezes ouviu choro de uma mulher mas que ao percorrer os cômodos nada viu de estranho, mas disse que os pelos de seu corpo estavam todos arrepiados. Quando estava enroscando a mola da descarga, já finalizando o trabalho ele sentiu um tapa na sua cabeça vindo de trás para frente que deixou ele atordoado. Por isso tratou de dar o último aperto na rosca e fechar a caixa de ferramentas e sair dali rapidamente. Ele disse que o tapa foi real e que não tinha ninguém lá. Disse que ficou bastante incomodado com isso.

O apartamento continua vazio e parece que assombrado. Eu, para falar a verdade, nunca presenciei nada, mesmo porque sou o morador do apartamento 403 e não tenho nenhuma visão para esse apartamento. Mas vários moradores contaram coisas estranhas, inclusive nas reuniões de condomínio. Fico bastante curioso com tudo isso e querendo descobrir porque isso tudo ocorre neste apartamento. Só sei que são vários relatos diferentes de moradores diversos ou empregados, cada um com suas experiências que foram presenciadas sobre o apartamento 602.


Marco Aurélio - Rio de Janeiro - RJ

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