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domingo, abril 27, 2014

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Hoje venho com um post peculiar para vocês sobre o misterioso ningen que em japonês significa humano, uma misteriosa criatura da qual supostamente pode existir, considerando o fato do homem só ter conhecimento de cerca de 20% sobre as criaturas do mar não seria improvável agora o desafio ser provar sua existência de fato 
 O MISTÉRIOSO NINGEN

É um fato conhecido que, mesmo nesses tempos de tecnologia e pós-modernidade, as profundezas dos oceanos da Terra escondem mistérios que jamais foram contemplados pelo homem, especialmente, estranhas formas de vida que ali possuem seu habitat.
Esses rumores tiveram início no Japão na década de 1990, quando os homens do mar começaram a falar de uma forma absolutamente desconhecida de vida; os Ningen.
Em japonês, Ningen significa “humano”, e foi assim que os pescadores do Pacífico o apelidaram depois de alguns avistamentos desse ser colossal. Se os pescadores ficaram espantadores com o tamanho do Ningen, mais ainda se surpreenderam com sua aparência: uma forma muito simiular a nossa.
Os Ningen são descritos, e foram fotografados, como sendo criaturas de cor branca, e seu comprimento é estimado em 20 a 30 metros. As testemunhas reconhecem nesse ser uma semelhança com a forma humana, pois ele possui cabeça, tronco e membros semelhantes a pernas e braços, e  mãos com cinco dedos.
Alguns perceberam barbatanas e acham que as pretensas pernas são, na verdade, uma forma de cauda, semelhante à de uma sereia. Mas os Ningen também possuem traços faciais, olhos e boca humanóides.
Os avistamentos  aconteceram não apenas no Pacífico, mas nas águas dos mares da Antártida e do Atlântico. Segundo parece, essas criaturas são noturnas, mas também já foram avistadas durante o dia. Tudo indica que são habitantes de águas geladas.
Um dos primeiros relatos sobre o Ningen apareceu  em um fórum popular da Internet japonesa conhecido como Canal 2. A testemunha anônima, enviou uma postagem onde narrava que, enquanto trabalhava em uma equipe de pesca, um baleeiro de pesquisa do governo, uma dessas criaturas emergiu das profundezas.
A equipe do baleeiro se reuniu no convés para ver o que se passava. Inicialmente, pensaram que se tratava de um submarino, mas logo se tornou evidente que aquilo não se tratava de uma máquina, mas era uma forma de vida, um gigante que respirava. Esse ser, que naquele momento foi considerado uma anomalia biológica, submergiu logo depois.
A equipe conseguiu fazer uma série de fotos do monstro desconhecido, porém, essas imagens teriam sido censuradas por autoridades japonesas. Porem, uma vez colocada na Internet, a informação espalhou-se, ganhou o mundo, e assim nasceu uma nova lenda urbana, a lenda do Ningen.  Em novembro de 2007, a história e algumas fotos apareceram em uma revista japonesa, a “Mu”, que é dedicada a fatos paranormais e coisas insólitas.
O artigo sobre o Ningen foi um sucesso. A partir daí, começaram a aparecer numerosos relatos sobre avistamentos dessas criaturas, assim como fotos e vídeos. Todo esse material não foi considerado pelos cientistas como prova suficiente da existência desse ser. Porém muitos acreditam que o governo japonês está investigando, sigilosamente, a veracidade dos fatos.
Quem os viu, dizem que esses gigantes brancos emitem um som semelhante a um longo lamento, e também que podem andar sobre dois pés e caminharem terra firme.
Os especialistas acreditam que a ciência conhece apenas 20% das criaturas que vivem nos oceanos do mundo. Por isso, é mais do que provável, é praticamente certo que existam muitas espécies que ninguém jamais viu. Especialmente nos mares gelados, onde a presença humana é rara.
Sendo assim, não é nada de extraordinário que a humanidade venha a depara-se, eventualmente, com seres vivos que parecem ter saído de um pesadelo.
segunda-feira, novembro 25, 2013
Pescadores que trabalhavam em uma região canadense do Oceano Ártico descobriram uma estranha criatura com longo chifre.
Uma foto da criatura se tornou viral na web após ser publicada no Facebook da emissora CBC. A descoberta no Estreito de Davis provocou rebuliço, e as opiniões se dividem sobre o ser encontrado: de alienígena a tubarão-duende, uma espécie incomum que habita as profundezas dos mares.
O pesquisador Nigel Hussey, da Universidade de Windsor (Canadá), disse acreditar ter descoberto de que animal se trata, de acordo com o "Huffington Post".
Segundo ele, a espécie seria descendente da quimera de nariz comprido, um peixe híbrido que viveu nos oceanos por mais de 350 milhões de anos.
"Um desses peixes já foi achado no Estreito de Hudson. Potencialmente, se pescarmos em profundidades entre 300 e 600 metros, podemos encontrá-los lá", disse ele à CBC.

Espécie seria descendente da quimera de nariz comprido

Espécie seria descendente da quimera de nariz comprido


Foto da criatura se tornou viral na web após ser publicada no Facebook da emissora CBC.


Foto da criatura se tornou viral na web após ser publicada no Facebook da emissora CBC.


Psychop4thEVIL

sábado, outubro 26, 2013





As primeiras histórias do Thunderbird ou "pássaro-trovão" são de 1890, na cidade de Tombstone, Arizona, e incluem uma fotografia do animal, que tinha uma envergadura de asas de 11 metros. Já os relatos dos últimos 20 anos, vêm da região da Floresta Negra, na Pensilvânia.

Infelizmente ainda não existe uma obra histórica abrangente e o material publicado é pequeno. Mas os relatos das aparições dos pássaros-trovão , por vezes chamados de abutres ou águias gigantes, são um fenômeno nacional, e as descrições são tão semelhantes que Mark A. Hall, a maior autoridade no assunto, propõe uma descrição genérica baseada no testemunho ocular: "O pássaro é distinguido por seu tamanho e sua capacidade de alçar vôo, que supera os de qualquer outro conhecido e ainda vivo em qualquer lugar do Planeta.

As estimativas da envergadura das asas são necessariamente adivinhações. Mas alguns observadores tiveram a vantagem de ver um objeto mensurável que pudessem usar como referência, ou então de ver o pássaro em repouso.

O resultado informa dimensões de 4,5 a 6 metros. O pássaro em repouso ou no chão parece ter 1,20 a 2,40 metros de altura. A cor típica dos pássaros é escura: marrom, cinza ou preto."







O tilacino (Thylacinus cynocephalus), comumente conhecido como lobo-da-tasmânia ou tigre-da-tasmânia, foi o maior marsupial carnívoro dos tempos modernos. Nativo da Austrália e Nova Guiné acredita-se que se tornou extinto no século XX. Foi o último membro de seu gênero, Thylacinus, ainda que diversas espécies relacionadas tenham sido encontradas em registros de fósseis datando desde ao início do Mioceno.

Os tilacinos foram extintos da Austrália continental milhares de anos antes da colonização européia do continente, mas sobreviveram na ilha da Tasmânia junto com diversas espécies endêmicas, incluindo o diabo-da-tasmânia. 

A caça intensiva encorajada por recompensas por os considerarem uma ameaça aos rebanhos é geralmente culpada por sua extinção, mas outros fatores que contribuíram podem ter sido doenças, a introdução de cães, dingos e a intrusão humana em seu habitat. 

Apesar de ser oficialmente classificado como extinto, relatos de encontros ainda são reportados.

Como os tigres e lobos do hemisfério norte, dos quais herdou dois de seus nomes comuns, o tilacino era o predador-alfa da cadeia alimentar. Como um marsupial, não era relacionado a estes mamíferos placentários, mas devido a convergência evolutiva, ele demonstrava as mesmas formas gerais e adaptações. Seu parente mais próximo é o diabo-da-tasmânia.

O tilacino era um dos dois únicos marsupiais a terem um marsúpio em ambos os sexos (o outro é a cuíca-d'água). O macho tinha uma bolsa que agia como um revestimento protetor, protegendo os órgãos externos do animal enquanto este corria através de mata fechada.

Convencidas de serem eles os responsáveis pela mortandade de ovelhas, em 1805, as autoridades lançaram uma campanha para exterminá-los. Considerado oficialmente extinto, o último espécime vivo morreu em 7 de setembro de 1936, no zoológico de Hobart, Tasmânia. 

Desde então, como uma espécie de arrependimento pelo que fizeram, investigações do Conselho de Proteção aos Animais e Aves ( Austrália ), procuram comprovar as centenas de relatos sobre a sua aparição, o que também movimentou as leis locais a instituírem uma multa de $ 5.000 à todo aquele que abater um Tilacino. 

Para o escritor australiano Tony Healy, "há algo de muito paranormal "com os Tilacinos pois, antes de vê-los, as testemunhas dizem sentir coisas estranhas como "formigamento na nuca", covardia em cães antes valentes... uma espécie de aviso invariável da presença do animal. 

Em abril de 1977, as redes do navio pesqueiro japonês Zuiyo Maru trouxeram para bordo estranha carga içada na costa da Nova Zelândia - um animal marinho desconhecido, com mais de 13 metros de comprimento, semelhante a um monstro primitivo das profundezas do oceano. 


Os tripulantes levantaram com o guindaste a carcaça daquela estranha criatura e fizeram várias fotos coloridas antes que o capitão, temendo que o animal estivesse contaminado, ordenasse que ele fosse jogado na água.

O professor Tokio Shikama, estudante de animais pré-históricos na Universidade Nacional de Yokoama, estudou as fotos e declarou que aquele animal morto não era nem um mamífero conhecido, nem um peixe. Na verdade, comparou sua carcaça com a de um plesiossauro, réptil marinho ovovivíparo que viveu na Terra há mais de 100 milhões de anos.

Vários outros navios buscaram os restos mortais da criatura devolvida ao mar pelos japoneses, mas sem sucesso. A tragédia é que até mesmo um único espécime de plesiossauro teria valido muito mais do que uma nau abarrotada de peixes normais.

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