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terça-feira, setembro 09, 2014

Quando o clima fica mais quente do que o habitual, eu costumo passar alguns minutos do lado de fora da casa, na minha varanda, relaxar com um copo de vinho tinto, olhando para fora da área arborizada em frente à minha casa. Semana passada eu estava sentado na minha varanda como de costume, assobiando uma música que não saia da minha cabeça o dia todo. 

Meu vizinho, a partir de sua própria varanda, virou-se pra mim e disse:

-Você não deve assobiar à noite. Os mortos vão pensar que você está chamando por eles.
Eu ri.

- Eles estão mais perto do que você pensa – Ele disse, enquanto entrava em sua casa.

De repente, senti o desejo de voltar para dentro. As madeiras começaram a ficar um pouco mais escuras, ocultando o que quase parecia formas borradas que balançavam atrás das árvores. 

Eu parei de assobiar naquela noite. 

Mas eles continuaram.
[Sigmapasta]
Postedby evil
domingo, março 30, 2014
Parece que para toda casa que eu me mudo é assombrada, e dessa vez não foi diferente. No começo eu ficava assustada. O cabelo na minha nuca arrepiava e eu tinha calafrios, mas depois de um tempo eu me acostumei. Eu fiquei tão acostumada que eu queria dar um nome para ele. Mas que nome dar a um fantasma? Eu não o queria ofender, então eu dei a ele o nome de Samuel.

Apesar de eu estar me acostumando com o Samuel, eu ainda não o tinha visto, até esse ano. Quer dizer, eu não, a minha mãe.

Eu estava no meu quarto colocando maquiagem, me arrumando para sair. Eu ouvi a minha mãe me chamar da sala, então eu levantei e saí do meu quarto para ver o que ela queria, e quando ela me viu o rosto dela ficou branco feito papel. Eu perguntei o que tinha acontecido e ela só me olhava com a boca aberta. Então ela finalmente falou que viu alguém sair do meu quarto e entrar no banheiro, e como a luz do banheiro não acendeu ela imaginou o que eu devia estar fazendo e me chamou. E foi ai que eu sai do meu quarto, não do banheiro.

Eu fiquei assustada por um bom tempo depois disso. Só de imaginar que alguém estava no meu quarto vendo tudo o que eu fazia, e eu não sabia, me dava um frio na espinha! Eu fiquei meio paranóica até para trocar de roupa.
domingo, março 23, 2014

"Existem locais em nosso planeta que são denominados "amaldiçoados", devido aos estranhos acontecimenos que ali ocorrem?
O que faria com que um local específico, mesmo sendo uma floresta afastada, seja palco de fenômenos sobrenaturais?
Teriam acontecido nesses locais em épocas mais antigas algum fato trágico que provocasse tais acontecimentos, ou seria outro tipo de energia, a qual faz com que criaturas além da imaginação estejam presentes?


O Relato a seguir é sobre um desses locais!
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Eu cresci como uma criadora de gado, em uma típica família de criadores de gado.
Os 5.5 acres são parte de uma grande propriedade (95 acres) que pertence à minha família, onde nós tínhamos os nossos rebanhos. Essa história é sobre duas experiências, uma minha, e uma do meu enteado "J".


Era o começo de maio de 1990. O meu enteado e eu decidimos dar uma olhada pelo terreno para ver como as coisas estavam.
Vimos pontes, riachos, as estradas e tudo parecia estar em ordem.
Na sequência, nós chegamos perto de uma cerca que tinha no meio da fazenda e ela estava quebrada.
Ela beirava uma pequena floresta que ficava na área que mais tarde nós chamaríamos de "os 5.5 acres assombrados".
Nós dois entramos para ver se não tinha nenhum animal do rebanho perdido lá dentro, e assim que entramos nós notamos que a atmosfera ficou mais pesada.

Depois de pouco tempo lá dentro eu comecei a ouvir vozes de crianças que pareciam estar brincando.
Enquanto caminhávamos floresta adentro, eu comecei a passar mal e ficar enjoada, MUITO enjoada.
Um pânico tomou conta de mim e o som das vozes das crianças ficaram mais alto ao meu redor.
Então eEu comecei a correr na direção de J. e falei "Eu tenho que sair daqui!!!".
Enquanto eu corria pela floresta,eu senti que o ataque não era exatamente ao meu corpo físico, por assim dizer, eu sentia que era um ataque à minha alma, parecia que algo queria rasgar a minha alma ao meio!
Finalmente eu consegui sair da floresta e ir para a estrada de terra.

Eu estava esperando J. na estrada, quando ele saiu da floresta e falou "que m*rd* foi que deu em você?!!!"
Eu simplesmente falei para ele que eu estava passando mal e que tinha que sair de lá.
Algum tempo depois um dos empregados falou que a cerca onde ficava o gado tinha quebrado e que alguns bois tinham fugido, então nós nos organizamos para tentar achar os animais e trazê-los de volta.
O meu marido, um empregado e o J. foram para a região onde estava os 5.5 acres.
Nós tínhamos marcado de nos encontrarmos mais tarde em um certo ponto.
Quando eles apareceram, J. estava realmente assustado e ele nos contou o seu encontro:

J. disse então que entrou na floresta sozinho para ver se encontrava algum boi lá dentro perdido.
Ele se cansou uma hora e sentou em uma pedra para descansar um pouco.
Enquanto ele estava sentado lá, ele começou a ouvir vozes de crianças brincando.
As crianças pareciam estar perto, mas ele não as via, e ele estava para levantar e ir falar para elas que não deviam brincar na floresta porque era perigoso.
Enquanto ele tentava ouvir as vozes e ver de onde viam, ele viu um pequeno arbusto começar a se mexer como se tivesse alguém correndo em volta dele e viu um graveto levantar no ar e acompanhar os movimentos do arbusto, como se tivesse alguma criança segurando ele, e enquanto isso ele podia ouvir as vozes rindo e falando "tá com você! Agora tá com você!".
Mas ele não conseguia ver criança alguma! Foi então que ele saiu correndo de lá.

Um bom tempo depois, na primavera, J. e eu fomos no lugar onde ele teve o seu encontro e colocamos dois gravadores com pilhas novas.
Eles estavam funcionando perfeitamente bem antes da gente ir tentar gravar o fenômeno.
Os gravadores não funcionavam naquela parte da floresta, então desistimos.


A minha impressão é que aquela parte da floresta pode ser um desses lugares onde colunas de energia negativa são emitidas da terra e essa energia atrai espíritos negativos. Até hoje eu evito chegar perto daqueles 5.5 acres.

domingo, março 09, 2014

A minha história é um pouco longa, já que muita coisa aconteceu comigo e a minha família.

A minha história começa quando eu tinha uns 10 anos. O meu pai e o resto da minha família construíram uma casa para morarmos.

Nós estávamos lá já fazia três meses quando aconteceu. A minha irmã e eu tínhamos o nosso quarto. Quando nós íamos dormir, a gente fechava as portas dos armários, mas quando acordávamos na manhã seguinte, estavam abertas. As vezes a gente deixa elas abertas só para ver o que ia acontecer e no dia seguinte estava uma aberta e outra fechada.

A minha irmã tinha 5 anos na época e toda manhã ela saia correndo e pulava na minha cama falando que a porta do armário estava abrindo. Outra coisa que acontecia na casa era que de noite quando estavam todos dormindo eu ouvia a gaveta de facas da cozinha abrir e depois fechar violentamente, e de manhã quando eu acordava umas das facas grandes estava no balcão, apontando para a porta da cozinha.

Quando você passava pelo corredor a luz apagava quando você estava no meio dele, ou acendia quando você menos esperasse. O meu pai checou a fiação da casa e nunca encontrou nada de errado com ela. Nós sentíamos como se tivesse alguém nos observando o tempo todo, isso me deixava apavorada. Nós nos mudamos dessa casa depois de um tempo, para morar perto da minha avó que estava doente. Eu achava que a nova casa não seria assombrada. Cara, como eu estava errada.

A minha segunda experiência aconteceu quando a minha avó morreu de câncer. Quando ela estava no hospital eu estava a quase 300 kilômetros de distância viajando, mas eu vi ela sentada na minha cama numa noite e ela me disse que tudo ficaria bem e que ela nunca me abandonaria e que quando eu me casasse e tivesse filhos, ela estaria ali comigo, então ela me deu um beijo na testa e desapareceu. Depois que ela sumiu uma sensação de tristeza tomou conta de mim e eu sabia que ela tinha falecido, e 3 horas depois a minha família ligou para onde eu estava para falar que ela tinha morrido, na mesma hora que eu tinha visto ela na minha cama.

A próxima experiência acontece praticamente todo dia. O meu marido, os meus dois filhos (12 e 9) e eu nos mudamos para uma antiga casa de fazenda (1930). Nós estávamos aqui a 3 dias quando os nossos filhos ficavam apavorados quando saíamos do banheiro e deixávamos a porta aberta. Nós não sabíamos o porque, até que um dia eu fui tomar banho e deixei a porta aberta para tomar conta das crianças. Foi quando aconteceu comigo pela primeira vez.

A porta começou a fechar devagar e eu fiquei lá sentada na banheira olhando, até ela fechar toda. Não precisa nem falar que o banho acabou rapidinho depois disso. Mas se não tiver ninguém na casa a porta do banheiro fica aberta. Bem, eu me acostumei com isso e até agradeço quando o que quer que seja que esteja fechando a porta. Eu só fico assustada quando eu tenho a sensação de que tem alguém me observando no banheiro, ai eu cesso por um pouco de privacidade e o sentimento vai embora.

O meu marido trabalha a noite as vezes e eu fico sentada na sala esperando por ele e tenho uma sensação horripilante e eu não gosto de olhar para a cozinha, mas as vezes eu não agüento e olho e vejo a forma, como se fosse uma sombra, de uma mulher pequena. Então ela some e a sensação também. As vezes eu sinto alguém me abraçando e cuidando dos meus filhos e eu sinto o perfume que a minha avó costumava usar. Então eu simplesmente falou "obrigada vovó" e que eu amo muito ela e então eu durmo tranqüilamente a noite. Eu posso viver numa boa com os espíritos daqui, enquanto eles me fizerem me sentir segura.
quarta-feira, março 05, 2014
Eu tinha acabado de fazer 12 anos no dia 2 de setembro, no dia a seguir (3 de setembro) recebi a noticia de que a minha bisavó tinha morrido. Foi mesmo mau, tipo... a seguir ao meu dia de anos, isto não era uma prenda de certeza!!! Bem... como estava lá em Lisboa nesse dia, começamos a preparar as coisas, eu estava lá de férias e faltava pouco para me ir embora. Nem fui ao funeral porque os meus pais achavam que eu era muito nova para funerais.
Estava de volta à minha aldeia, a casa onde eu vivia com a minha mãe e os meus avós. Eu perguntei onde tinham posto as cinzas da minha bisavó e não me quiseram dizer. Achei muito estranho e tentei descobrir, e acho que preferia ter ficado quieta... Sim, enterraram o pote das cinzas no jardim!!! Que horror! Fiquei parva quando descobri.
Bem, à noitinha fui ao meu facebook e vi a minha bisavó passando no corredor! Passado algum tempo, vi uma sombra passando no corredor... e agora com 13 anos ainda a vejo, entrando no meu quarto e ficando parada a olhar para mim. É muito assustador!!!
domingo, março 02, 2014
O comércio de coisas amaldiçoadas ou assombradas por aqui não é comum, mas lá nos EUA você encontra fácil principalmente agora com a internet.

No site da globo eles encontraram 7 bonecos assombrados a venda no Ebay!!



Essa é a Reagan a boneca assassina. Na descrição o vendedor avisa que quem comprar ela vai ter gritos de espíritos e disturbios elétricos pela casa.
O dono diz que só está avisando pq seria irresponsável vender a boneca sem falar a verdade.
Pelo jeito ele quer se livrar dessa boneca!


Essa "bruxa" pode te livrar até da insônia. O dono diz que está vendendo pq quer dividir o poder da bruxa com outras pessoas.

Na página da bruxa, o vendedor explica que ela foi feita em 1948 no covil das Bruxas Brancas. E ainda garante que seu poder vale muito mais do que os US$ 24,95 (cerca de R$ 44) que ele pede.



O vendedor desta boneca traz na descrição toda a história de como uma menina chamada Arson morreu em um incêndio acidental. Para ele, o brinquedo é muito útil, uma vez que avisa quando um possível incêndio for começar.

Depois de cinco parágrafos explicando a origem da boneca, o vendedor garante que o próximo dono de Arson nunca mais terá que se preocupar com possíveis incêndios, bastando apenas carregá-la para todos os lados. Agora, o que ele não pensou é que seria bem estranho ficar andando de um lado para o outro com uma boneca.



De acordo com o texto descrito no eBay, o carneirinho está possuído por uma garota chamada Cindy, que foi assassinada com um tiro. Na verdade, o vendedor garante que quem comprar o bichinho de pelúcia vai conseguir ouvir a voz de Cindy.

De acordo com o vendedor, o carneirinho emite sons distorcidos como um toca disco velho que pula algumas partes de uma música. Agora, quero ver você acreditar que o carneirinho realmente emite a voz de Cindy e não apenas toca alguma coisa que, muito provavelmente, está dentro do bichinho de pelúcia.



Existem tantas coisas “assombradas” no eBay que as pessoas precisam chamar a atenção para o que elas estão vendendo. Além disso, é preciso que você comprove que o seu item é realmente assombrado, ou melhor, mais assombrado do que qualquer outro item. No caso dessa boneca, o anunciante diz que ela foi testada e aprovada pela Sociedade Norte-Americana de Pesquisa Paranormal.

O vendedor da boneca assombrada garante que a boneca traz um poder que você jamais imaginou. A princesa indiana maka souix é capaz de incorporar as pessoas que estão no mundo dos mortos e com isso fazer com que você possa se comunicar e conversar com eles. E você? Vai deixar essa oportunidade passar?



Não basta a tábua de Ouija já falar com fantasmas e espíritos, agora elas precisam ser assombradas! O vendedor conta que, depois de usar a tábua por alguns meses, alguém chamado Ailfrid começou a falar por si só sem precisar ser "chamado", garantindo que era do clã dos elfos. Cético como ele é, o leiloreiro diz que foi procurar o significado da palavra Ailfrid e eis o que achou: Conselho de Elfos. E nas prórpias palavras dele: "aí estava a prova que eu precisava para saber que ela tinha um poder especial".

Por essa razão, o atual dono da tábua disse que precisava dividir isso com o resto do mundo e assim o colocou para vender no eBay. Ele ainda garante que jamais venderia uma coisa falsa e por isso ele garante que a tábua de Ouija recebe de verdade o fantasma de um elfo.



Não se deixe enganar pela aparência bondosa do palhaço! Zippy é, como o próprio dono descreve, “a pior maldade já imaginada”. Ele foi encontrado abandonado em um quarto de hotel em Santa Barbara, nos Estados Unidos, e o atual dono achou que ele seria um bom suvenir. Mas com certeza ele não esperava o que estava por vir.

Depois de muitas brincadeiras estranhas, como o próprio dono fala, ele começou a acreditar que alguma coisa paranormal estava acontecendo e por isso decidiu consultar um especialista em atividades paranormais. Esse especialista disse a ele que o que estava causando esses problemas era um palhaço chamado Zippy, que estava terrivelmente amaldiçoado.

O especialista ainda disse que não se preocupasse porque o palhaço não conseguiria matar ninguém nem fazer maldades mais sérias, além dessas leves brincadeiras. Isso tudo porque ele está envolto em um plástico protetor que é capaz de segurar a maldição de Zippy. Ou seja, já podem se sentir tranquilos caso tenham interesse em comprar um palhaço amaldiçoado, que tem uma capa protetora que não será capaz de machucar ninguém.
quinta-feira, fevereiro 20, 2014




Os irmãos gaúchos atormentados pelo espírito da mãe que faleceu receberam ajuda após reprodução do caso no programa Barra Pesada/TV Jangadeiro. 
Um profissional da medicina e espírita foi consultado, mas desta vez quem deu o parecer foi um psicólogo, que explicou o caso dos menores tutelados pela cearense Maria Doraci.


Uma semana depois algumas coisas mudaram, mas Maria Doraci continua pedindo ajuda para levar as crianças de volta ao Rio Grande do Sul. 
O psicólogo Alisson Alves, que viu a reportagem ajudou a família e pontuou os “fenômenos sobrenaturais” que aconteciam.

domingo, fevereiro 09, 2014
dae pessoal aqui estou eu de novo, você acredita ou ja viu fantasmas? nao? se não acredita veja as historias abaixo e comente o que acha sobre estes lugares.
1. Os túneis assombrados das Catacumbas de Paris – França
Ao andar pelas ruas de Paris você pode facilmente dizer que está andando sobre mortos. Me refiro a um um cemitério do século 18 existente em um emaranhado de túneis que se situam embaixo da cidade de Paris, popularmente chamado como ‘Catacumbas de Paris,’ ou parisienses. O que você vê ali na parede são ossos humanos, de pessoas reais. A história conta que, como os cemitérios de Paris estavam superlotados, esta obra-prima macabra foi criada para abrigar restos humanos de mortos no silêncio da noite. Os túneis foram quase que totalmente decorados com os ossos de seres humanos e, é claro, muitos que visitaram o local disseram ter tido experiências paranormais lá. Pra mim é mentira, mas muitos relataram ter tido visões e sensações incomuns ao visitar os túneis da catacumba, como mortos tentando pegá-los ou uma luz seguindo-os. Para aqueles que sofrem de claustrofobia, é bom evitar o lugar. Estou organizando uma caravana pra lá, quem topa?

2. A estrada Shades of Death (tons da morte) e o fantasma do rio – Nova Jersey, EUA
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Foto: Garrett Fondoules/Flickr
“Shades of Death” (Tons da Morte) é o nome oficial de uma estrada rural com aproximadamente 11 km de extensão localizada no estado de Nova Jersey, EUA. Ainda não há evidência consistente sobre o motivo real do nome, mas histórias sobre a estrada não faltam. Uma delas relata sobre a existência de um fantasma que habita um rio que acompanha um dos lados de um trecho da rodovia, conhecido como “the ghost lake” (o fantasma do rio). Contam também que espíritos dos que praticavam assaltos na estrada ficam presos àquela área, especialmente próximo ao lago.

3. Os fantasmas do Museu do Genocídio Tuol Sleng – Phnom Penh, Cambodja
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Foto: BotMultichill/Wikimedia
É um museu localizado em Phnom Penh, capital do Cambodja. Ele serviu como prédio de uma Prisão de segurança máxima entre 1975 e 1979, durante o regime de Khmer Rouge. O local foi marcado pela tortura e por assassinatos brutais de muitos prisioneiros. Devido a isso (lá vem…), dizem os frequentadores que o local é assombrado pelos espíritos dos prisioneiros. Dentro do museu há quadros com imagens de prisioneiros e os métodos de tortura que usavam lá. Dizem que existem lá fantasmas de cerca de 17 mil prisioneiros, são tantos fantasmas que é comum escutar relatos de pessoas que viram um ou outro rondando por lá. Who you gonna call? Ghostbusters!

4. O castelo Leap Castle assombrado pelo monstro Elemental – Irlanda
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Foto: Tomasz Bukowski/Panoramio
Dizem que é o castelo assombrado da Irlanda com a história mais fascinante. Conta a história que o castelo foi construído no final do século XV pela família O’Bannon, mas que foi tomado por outra família, conhecida como O’Carroll. Em 1532, os irmãos se desentenderam e então se tornaram rivais, irmão acabou se virando contra irmão. O castelo então foi o cenário de uma chacina causada por eles mesmos. O Leap Castle é popular também pelo seu calabouço, onde muitos prisioneiros foram brutalmente assassinados. Outra história que contam é que o castelo é conhecido também por abrigar uma besta deformada conhecida como o ‘Elemental,’ que tem o tamanho e formas de uma ovelha, mas com a face de um humano, fedendo carne podre e enxofre. Dizem que a visão desta criatura é terrível, é só mais uma razão para manter as pessoas longe de lá.

5. A mansão fantasma Borley Rectory (Reitoria de Borley) – Inglaterra
Era uma enorme mansão em estilo vitoriano, que passou a ser conhecida como “a casa mais mal assombrada da Inglaterra.” Foi construída no ano de 1862 com a finalidade principal de abrigar o reitor da igreja Borley e sua família. Os acontecimentos inesperados foram testemunhados pela primeira vez em torno de 1863, quando as pessoas relataram ouvir passos na casa, quando não havia ninguém além deles por lá. Outro evento de destaque ocorreu em 1900, quando as filhas do reitor informaram terem visto o fantasma de uma freira no crepúsculo, mas à medida que se aproximavam dela para falar com ela, a figura desaparecia. Não é o único, há vários relatos de avistamentos e eventos assustadores na casa, como mensagens, fantasmas que jogam pedras e outros objetos, etc. Falando sério agora: Dormiria lá sozinho tranquilamente… sqn.

6. O cemitério e cidade assombrada de La Noria – Chile
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Foto: OwhMyBlog/Reprodução
No deserto do Chile existem duas cidades mineiras abandonadas, La Noria e Humberstone. Nós vamos falar sobre La Noria e as histórias sobre seu cemitério sombrio. No início do século 19, os moradores desta cidade foram muito mal tratados e viviam em condições horríveis, como escravos. Acredita-se que a cidade é assombrada por causa do tratamento cruel essas pessoas receberam e a morte horrível que tiveram. Contam que, embora a cidade seja abandonada, depois do pôr do sol diversas atividades paranormais começam a se manifestar por lá. As pessoas que vivem nas redondezas dizem que já escutaram passos e que já viram espíritos à deriva nas ruas da cidade. Não bastasse as histórias, o cemitério da cidade é um dos mais assustadores do mundo, e tem algumas sepulturas abertas. Ok, me convenceu, não vou pra La Noria.

7. A velha de The Ridges – Ohio, EUA
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Foto: my.travelchannel.com/Reprodução
Antes de ser chamado de The Ridges (O Cume), o local era chamado de ‘Centro de Saúde Psicológica de Atenas,’ mas depois, o estado de Ohio decidiu adquirir a propriedade e o hospital foi rebatizado. O hospital foi inaugurado em 09 de janeiro de 1874. O fato é que a instituição é marcada por uma história macabra. Dizem os antigos frequentadores do local que uma senhora de 54 anos, que era paciente do hospital, permaneceu desaparecida por seis semanas dentro do hospital, e foi encontrada morta em uma ala não utilizada. Seu corpo deixou uma mancha permanente no chão da sala em que foi encontrada, que ainda é visível até hoje. Por consequência disso, várias pessoas relataram terem visto seu fantasma rondando o lugar, como se assombrasse a ala onde ela morreu. Buuuuuuuu!

8. O Cemitério de Stull, uma das 7 portas para o Inferno – Kansas, EUA
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Foto: toomanycommas/Flickr
Stull é uma região não muito conhecida localizada no estado do Kansas, EUA. A cidade é tão pequena que praticamente não tem população, apenas 20 pessoas podem ser classificadas como os moradores de Stull, mas esta é apenas a população humana, existem muitos outros que vivem lá de várias formas, pelo menos é o que dizem. Uma das atrações da área é o cemitério da cidade, o Cemitério Stull. O local é chamado pelas pessoas como uma das sete portas de entrada para o inferno, e esta é a razão pela qual – apesar de ser tão conhecido – ninguém gosta de visitá-lo. Construíram lá uma antiga igreja há muitos anos atrás, que hoje está demolida, mas durante anos a igreja foi considerada como um centro de bruxaria e acontecimentos sobrenaturais. Muitas pessoas relataram incidentes incomuns perto de cemitério, como pessoas invisíveis que tentam te segurar, ou perda súbita de memória (HAHAHAHA! Boa!), e muitas outras histórias. Se é verdade ou não ainda não confirmaram, mas certamente é um lugar onde ninguém gostaria de ser enterrado. Não sabia que o inferno tinha 7 portas, aliás, onde será que ficam as outras 6?

9. A casa da família Riddle e o fantasma do sótão – Flórida, EUA
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Foto: ©ParanormalPage.com/Flickr
Inicialmente construída em 1905, a casa estava situada em West Palm Beach, mas mais tarde acabou sendo transferida para um parque histórico situado em Royal Palm Beach, conhecido como Yesteryear Village. A história conta que o local serviu como uma casa funerária de propriedade de Karl Riddle em 1920. Dizem que a casa é assombrada por um fantasma chamado Joseph, que era um dos funcionários de Riddle. Diz-se que Joseph cometeu suicídio lá por enforcamento no sótão, e que agora é a área mais problemática da casa. Os visitantes relatam que o fantasma odeia homens, principalmente os que tentam entrar no sótão. Além disso, há relatos de vizinhos sobre o barulho de movimentos freqüentes de móveis na casa quando não há ninguém dentro dela. A casa é famosa, já foi até mesmo investigada por uma equipe de um programa de TV famoso nos EUA de caça-fantasmas.

10. Os 13 fantasmas do elevador do edifício Joelma – São Paulo, Brasil
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Foto: Folha de SP/Reprodução
Relatos afirmam que o famoso Edifício Joelma, localizado em São Paulo, está assombrado por vítimas do incêndio, que ocorreu no dia 1 º de fevereiro de 1974, depois de um aparelho de do superaquecimento de um ar condicionado no 12º andar (que ironia!). No incêndio mais de 300 pessoas perderam sua vida, mas entre as histórias, a mais curiosa é do “Mistério das Treze Almas”, indivíduos que morreram dentro de um elevador enquanto tentavam escapar do incêndio, e que supostamente assombram o edifício até hoje. Por isso eu sempre prefiro as escadas.
sexta-feira, fevereiro 07, 2014
Extraio este fato de uma obra intitulada Letters and Tracts on Spiritualism, obra que contém os artigos e as monografias publicadas pelo juiz_Edmonds, de 1854 a 1874. Sabe-se que Edmonds era notável médium...

  Alguns meses depois da morte acidental de seu confrade, o juiz Peckam, a quem ele muito estimava, deu-se o caso de Edmonds escrever longa mensagem, em que seu amigo morto referia as circunstâncias de sua morte. As passagens seguintes são tiradas da mensagem em questão:

“Se houvera podido escolher a maneira de desencarnar, certamente não teria preferido a que o destino me impôs. Todavia, presentemente não me queixo do que me aconteceu, dada a natureza maravilhosa da nova existência que se abriu subitamente diante de mim.
No momento da morte, revi, como num panorama, os acontecimentos de toda a minha existência.
Todas as cenas, todas as ações que eu praticara passaram ante o meu olhar, como se se houvessem gravado na minha mente, em fórmulas luminosas.
Nem um só dos meus amigos, desde a minha infância até a morte, faltou à chamada.
Na ocasião em que mergulhei no mar, tendo nos braços minha mulher, apareceram-me meu pai e minha mãe e foi esta quem me tirou da água, mostrando uma energia cuja natureza só agora compreendo.
Não me lembro de ter sofrido.
Quando imergi nas águas, não experimentei sensação alguma de medo, nem mesmo de frio, ou de asfixia.
Não me recordo de ter ouvido o barulho das ondas a se quebrarem sobre as nossas cabeças.
Desprendi-me do corpo quase sem me aperceber disso e, abraçado sempre à minha mulher, segui minha mãe, que viera para nos acolher e guiar.
O primeiro sentimento penoso só me assaltou quando dirigi o pensamento para o meu caro irmão; porém, minha mãe, percebendo-me a inquietação, logo ponderou: “Teu irmão também não tardará a estar conosco.” A partir desse instante, todo sentimento penoso desapareceu de meu espírito. Pensava na cena dramática que acabara de viver, unicamente com o fito de levar socorro aos meus companheiros de desgraça. Logo, entretanto, vi que estavam salvos das águas, do mesmo modo pelo qual eu o fora. Todos os objetos me pareciam tão reais à volta de mim que, se não fosse a presença de tantas pessoas que sabia mortas, teria corrido para junto dos náufragos.
Quis informar-te de tudo isso a fim de que possas mandar uma palavra de consolação aos que imaginam que os_que_lhes_são_caros e que desapareceram comigo sofreram agonias terríveis, ao se verem presas da morte.
Não há palavras que te possam descrever a felicidade que experimentei, quando vi que vinham ao meu encontro ora uma, ora outra das pessoas a quem mais amei na Terra e que todas acudiam a me dar as boas-vindas nas esferas dos imortais.
Não tendo estado enfermo e não tendo sofrido, fácil me foi adaptar-me imediatamente às novas condições de existência...”
        Com esta última observação, o Espírito alude a uma circunstância que concorda com as informações cumulativas, obtidas sobre o mesmo assunto, por grande número de outras personalidades mediúnicas, isto é,...

que só nos casos excepcionais de mortes imprevistas, sem sofrimentos e combinadas com estados serenos d’alma, é possível atravessar o Espírito a crise da desencarnação sem haver necessidade de ficar submetido a um período mais ou menos longo de sono_reparador.
Ao contrário, nos casos de morte...
consecutiva a longa enfermidade,
em idade avançada,
com a inteligência absorvida por preocupações mundanas,
oprimida pelo terror da morte,
ou, ainda, apenas, mas firmemente, convencida da aniquilação final, os Espíritos estariam sujeitos a um período mais ou menos prolongado de inconsciência.
       Cumpre-se atente no detalhe interessante de dizer o morto ter tido, no momento da morte, a “visão panorâmica” de todos os acontecimentos de sua existência. Sabe-se que este fenômeno é familiar aos psicólogos; foi referido muitas vezes por pessoas salvas de naufrágios (publiquei a respeito uma longa monografia nesta mesma revista, no correr dos anos de 1922-1923). Ora, no caso relatado pelo juiz Edmonds, como em muitos outros casos do mesmo gênero, assistimos ao fato importante de um morto afirmar haver passado, a seu turno, pela experiência da “visão panorâmica”, de que falam os náufragos salvos da morte. Isto se torna teoricamente importante, desde que se tenha em mente que o juiz Edmonds não conhecia a existência dos fenômenos dessa espécie, ignorados pelos psicólogos de sua época. Ele, pois, não podia auto-sugestionar-se nesse sentido, o que constitui boa prova a favor da origem, estranha ao médium, da mensagem de que se trata.
       Notarei, finalmente, que neste episódio, ocorrido nos primeiros tempos das manifestações mediúnicas, já se observam muitos detalhes fundamentais, concernentes aos processos_da_desencarnação_do_Espírito, os quais serão depois constantemente confirmados, em todas as revelações do mesmo gênero.

Assim, por exemplo, o detalhe de o Espírito não perceber, ou quase não perceber, que se separara do corpo e, ainda menos, que se achava num meio espiritual.
Também o outro detalhe de o Espírito se encontrar com uma forma humana e se ver cercado de um meio terrestre, ou quase terrestre, de pensar que se exprime de viva voz como dantes e perceber, como antes, as palavras dos demais.
Assinalemos ainda outro detalhe: o de achar o Espírito desencarnado, ao chegar ao limiar da nova existência, para o acolherem e guiarem, outros Espíritos de mortos, que são geralmente seus parentes mais próximos, mas que também podem ser seus mais caros amigos, ou os “Espíritos-guias”.
sexta-feira, janeiro 31, 2014

Desde que eu mudei para a minha nova casa, algumas coisas estranhas tem me acontecido. As primeiras semanas me assustaram tanto que eu tentei convencer a minha mãe de me deixar ir morar com o meu pai (os meus pais são divorciados.) Ela tentou me acalmar, mas a minha estranha impressão sobre a nossa nova casa realmente não me abandonou.

As vezes parece haver alguns lugares mais escuros e frios pela casa. Por exemplo, eu ando pelo corredor que passa pelo quarto do meu irmão e vai para o banheiro, e o corredor é escuro e bem frio. É como se tivesse uma sombra encobrindo o corredor.

As vezes eu posso jurar que eu ouço sons estranhos, quase que um gemido vindo de varias partes da casa. A casa é bem barulhenta também, está cheia de sons de estalos do chão de madeira. Ela tem três andares e eu moro no de baixo, do lado da garagem. O segundo andar é onde está a porta de entrada, a sala, a salinha da TV (ou escritório), o meu banheiro e o quarto do meu irmão. O terceiro andar tema cozinha, a sala de jantar, o quarto da minha mãe e do namorado dela e o banheiro deles (eu não sei por que a cozinha fica no andar lá de cima, nem porque tem um quarto em cada andar, só sei que a casa é meio estranha assim mesmo). Eu sou a única que consegue ouvir os estalos (porque fico no andar de baixo, claro) e recentemente eu fiquei bem sensível a esse tipo de barulho. O meu quarto é perceptivelmente mais frio que o resto da casa. Talvez porque está lá embaixo e quase não bate sol nele... ou talvez seja outra coisa...

Bem, é aqui que começam a acontecer as coisas estranhas.

Nós já estávamos morando aqui já havia oito meses e eu já estava imune para a "estranheza" da casa. Mas a duas noites atrás aconteceu algo que me deixou tão aterrorizada que eu praticamente não fechei os olhos nas últimas 48 horas. foi basicamente isso que aconteceu:

Eu decidi ir dormir lá pelas 11:00pm apesar de eu saber que levaria pelo menos umas duas horas antes de eu realmente conseguir dormir. Por algum motivo eu tenho tido um problema sério para conseguir dormir ultimamente. Então lá pelas 11:00pm eu apaguei as luzes, fechei a minha porta (eu não tranquei, só fechei) e fui para a cama. Lá pelas 12:30 eu estava quase dormindo... mas então algo começou a acontecer, e eu comecei a ficar muito assustada, e por um bom motivo.

Primeiro eu comecei a ouvir sons vindo da parede à direita da minha cama. Parecia um rato andando (recentemente achamos um rato na cozinha), então eu comecei a ficar assustada (eu tenho pavor de rato). Eu me encolhi toda e tentei ignorar ele. Assim que eu fechei os olhos eu ouvi um barulho na maçaneta da minha porta, como se tivesse alguém tentando abrir ela. as únicas pessoas que estavam na casa eram eu, a minha mãe e o namorado dela (o meu irmão está viajando) e eu sabia que a minha mãe e o namorado dela estavam no andar lá de cima. Assim que eu ouvi aquele barulho eu sentei na cama completamente assustada e me encostei contra a cabeceira. Nada aconteceu por um tempo. Eu achei que poderia ter sido a minha imaginação, mas não estava disposta a me deitar de novo ainda, então liguei a TV para me acalmar um pouco. Se passaram uns 5 minutos e então eu decidi me levantar para dar uma olhada na porta. Quando eu estava na metade do caminho, de novo ela fez aquele barulho, mas dessa vez dez vezes mais alto e dez vezes mais agressivo. Eu realmente achei que alguém tinha invadido a nossa casa e estivesse tentando entrar no meu quarto! Paralisada por uns dez segundos, eu de repente percebi que eu precisava da minha mamãe! Eu acendi a luz, peguei o meu telefone, e liguei para a linha do quarto dela. O namorado dela atendeu e eu expliquei a minha crise para ele. Ele estava meio confuso porque eu tinha acordado ele, então ele e a minha mãe acharam que eu queria que eles fosse para a porta da frente, e eles foram para lá e abriram a porta. Eu comecei a gritar para eles virem apara a MINHA porta, e então ela começou a abrir bem devagar. Eu gritei o mais alto que podia em pânico total umas vinte vezes, até que a minha mãe e o namorado dela correram para o meu quarto para me salvar. Eles entraram correndo e falaram que não tinha nada lá, mas o namorado dela resolveu dar uma olhada em volta da casa para ver se achava algo de suspeito.

Depois disso, todos nós nos sentamos no meu quarto até as 2:00am e então eles me deixaram dormir no quarto deles. Eu não consegui dormir a noite inteira... eu estava completamente aterrorizada.

Agora eu estou 90% convencida de que tem algo de estranho na minha casa. Eu também acabei de descobrir algo de estranho. A minha mãe, o namorado dela e eu descobrimos uma espécie sótão na casa. Nós encontramos um monte de coisas dos anos 70 guardadas lá. Eu acho que o namorado da minha mãe achou alguns troféus, uma TV antiga, um monte de jogos de tabuleiro, um sofá e mais algumas coisas estranhas. Eu não sei por que isso me deixa meio assustada, mas só sei que deixa. EU sei que essa história pode não parecer aterrorizante ou convincente tanto quanto é quando eu conto cara a cara... na verdade pode ter sido assustadora somente para mim. Tudo o que eu sei é que eu não vou dormir na casa da minha mãe por um tempo.
"Poderiam as criaturas do além habitar as penumbras de um salão de festas?"


  
Segundo o Relato a seguir, isso pode ser possível!
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O fato que vou contar aconteceu quando consegui comprar o tão sonhado apartamento!
Em 1999, mudamos eu, minha esposa e meus dois filhos, para o nosso tão sonhado apartamento.
Na ocasião, aproveitamos para dar um trato na pintura da geladeira, pois estava meio malhada.
Para facilitar as coisas para quem ia ajudar na mudança, o "pintor de geladeiras" retiraria a dita em nossa antiga casa e entregaria no apartamento, afinal, era um trambolho a menos para carregar.
Como não é novidade, o "profissional" atrasou a entrega do serviço e nos deixou na mão (Agora começa a história).

Conversei com a síndica do prédio e fomos autorizados a usar o freezer do salão de festas, que fica no térreo.
O salão era comprido em formato de "L".
A entrada fica na cabeça do L e na perna do L tem num salão onde está a cozinha, banheiro e outra parte para convidados.
Não sei se por erro de projeto ou burrice mesmo, tem-se que atravessar o primeiro salão na mais completa escuridão até chegar ao interruptor, acender a luz deste (que ilumina parcialmente o restante) e a partir daí, acender o resto das luzes.

Nesta noite, fomos ao mercado e tínhamos carne, frios e refrigerante para guardar no freezer.
Minha mulher e os filhos subiram e eu fui guardar os perecíveis. Já passava das 22:00'.
Pedi as chaves para o porteiro e entrei na boa naquele "breu" pensando.
"- Eu tenho 30 anos, não preciso ter medo". Mas a gente sempre lembra da infância e fica com um certo receio.
Caminhei até o final do salão e fui tateando a parede em busca do interruptor. "CLIC" achei!

Quando me virei, tive a nítida impressão que alguém se esquivara para trás da parede da cozinha, que aliás, era onde estava também, o freezer. Sem me dar conta do que acontecia, pensei: " A Flávia está querendo me assustar...
Mas eu vou assustá-la antes he he he...". Mas enquanto caminhava para a cozinha, me veio uma coisa à cabeça:
"A Flávia subiu com as crianças e não tem nenhuma porta aí... Ih caramba!!!!"
Minha espinha gelou, os pelos do braço arrepiaram e pude sentir a pele do rosto queimando...
Resultado: Abri o freezer, joguei tudo dentro e sai a mil, nem apaguei a luz...

Refeito do susto, contei a história para a minha esposa, que ouviu tudo sem dar uma palavra.
Não sei que raios foi aquilo, se foi ilusão por estar com medo, se foi sombra, sei lá, mas que me deu um baita susto, deu.
Depois eu liguei para o porteiro e pedi um favor:
"- Seu Lúcio? Acho que deixei a luz do salão acesa, poderia fazer o favor de apagar para mim?"

E até hoje, mesmo após muitos anos depois, não entro naquele salão sozinho, nem sob tortura...


Eu me chamo André Felipe e o relato que vou contar aconteceu por volta de 1992 no Rio de Janeiro.

Eu fui visitar uns parentes num sítio em Miguel Pereira, era um final de semana prolongado no qual achava que iria aproveitar bastante.

Minha tia tinha dito para mim que o sítio havia sido vendido de "porteira fechada" ou seja, com o que tinha dentro, o que eu achei bastante estranho pelo fato de que ele foi vendido por um valor pequeno demais pelo tamanho da propriedade e por ser num lugar bastante tranqüilo por não haver vizinhos à quilômetros em qualquer direção para encher a paciência.

Ele pertenceu a um ex-diretor da de uma grande empresa de comunicação, e era espírita e homossexual e vivia nele com um "namorado", ele tinha morrido no ano anterior e o "namorado" tratou de vendê-lo o mais rápido possível e nunca mais deu as caras.

Lá tinha um jardim bastante interessante pois possuía um tipo de cada planta, estatuetas dos sete anões espalhadas por ele, um riacho que passava próximo a casa e em volta desta mesma casa havia uma vala com água.

O 2º andar dela servia de rancó para as entidades descerem e para se subir nele tinha que utilizar uma escada de madeira que ficava encostada à parede pois não havia outro meio.

O meu 1º dia nesta casa foi uma experiência assustadora, pois logo ao chegar me senti mal, como se ali tivesse algo muito ruim, eu dormi (ou tentei) no 2º piso, e nós (eu e minha prima Kátia) ouvíamos passos em nossas direções, risos vindo do mato em frente à casa e, de vez em quando, alguma coisa puxava o lençol da Kátia.

Relatei o que houve no dia seguinte para a minha tia e qual não foi a minha surpresa ao saber que aquilo que aconteceu comigo e com a Kátia não era novidade alguma e que já havia acontecido com tantas outras pessoas que ali haviam dormido.

Deixamos o ocorrido para lá e resolvemos aproveitar o dia, que estava com um sol maravilhoso e convidativo para se fazer uma caminhada para se conhecer melhor o sítio. Seguimos eu e os meus primos, Ricardo, Anderson e Rodolpho mato adentro, seguindo o rio para tentar chegar até a sua nascente.

Estávamos tentando subir uma rocha muito grande, tipo o 3º andar de um prédio, ela era escorregadia e só conseguíamos subir com o auxílio de raízes das árvores próximas a ela. Estávamos quase conseguindo transpor a rocha quando aconteceu.

O Ricardo estendeu a mão para segurar uma raiz quando ela moveu-se, saiu do lugar, todos nós testemunhamos isso e ficamos assustados, pois Ricardo deslizou pela rocha até cair próximos às pedras que lá haviam.

Ele deu um grito de dor e disse que tinha cortado o pé e que o corte era muito profundo. Tratei de tentar descer para prestar-lhe os primeiros socorros quando aconteceu novamente. O galho que eu iria me apoiar movimentou-se e perdi o equilíbrio, com isso fui rolando rocha abaixo com a minha cabeça indo em direção às pedras. Com um movimento brusco, consegui girar o corpo e bati com o corpo próximo ao Ricardo, que sangrava muito.

Conseguimos sair de lá levando o Ricardo nas costas até a casa, levaram-no ao médico e ele levou 17 pontos no pé.

Tratei de perguntar mais sobre o sítio a minha tia, ela tentava desconversar mais de tanto insistir ela acabou por me contar mais do que eu queria ouvir.

Ela me disse que havia ainda no sítio roupas do antigo dono e que no dia 17 de Janeiro deste mesmo ano os meus primos, que adoram uma bagunça, tinham se apossado de algumas delas e que eles ficavam dando voltas do lado de fora da casa batendo nas janelas e gritando "Eu sou um fantasma" durante quase toda tarde daquele dia.

Quando anoiteceu, houve um corte de energia elétrica e todos estavam juntos na sala quando de repente o Vandinho (um primo meu que tem problemas mentais, e que seria incapaz de mentir), disse: "Mãe, tem uma moça cantando no rádio" essa "moça" era nada mais nada menos que Clara Nunes, famosa cantora falecida na década de 80. "Como o rádio estaria funcionando sem luz elétrica na casa?" perguntaram todos.

Quando no 2º piso começaram a se ouvir, primeiramente passos, logo depois músicas de rituais espíritas e danças, a escada de madeira começou a bater com violência na parede, como se alguém estivesse subindo e descendo com grande velocidade nela. O meu tio disse "O que está acontecendo aqui! Se eu pegar os moleques que estão fazendo isso...". Só que quando ele chegou próximo a janela, a mesma se fechou com extrema violência. Aí que ele percebeu que não era coisa deste mundo, pois ao se afastar, a janela ficava abrindo e fechando ora o seu lado esquerdo, ora o direito.

Foi quando eles ouviram o 1º estrondo do tambor, e aí tanto a música quanto as danças aumentaram o ritmo de tal modo que o som estava ensurdecedor. No 2º estrondo do tambor, houve um barulho tipo como se tudo, o som, a dança e os passos fossem tragados para algum lugar e havia ficado somente o silêncio. Foi quando o rádio novamente ligou-se e nele uma voz grossa, estranha, dizia: "Hoje, 17 de Janeiro de 1992, 17 de Janeiro, meia-noite" e logo após tudo parou. Cinco minutos após o fato a luz voltou e todos estavam pálidos de medo.

Mais tarde soube que a data do falecimento do antigo dono era 17 de Janeiro e que ele era fã da cantora Clara Nunes .

Eu confirmei a história com todos os presentes naquele dia e me disseram que de vez em quando o meu primo Anderson, quando está dormindo na cama que pertenceu ao falecido, abaixo dela aparece uma "nuvem negra" que o empurra para fora dela.

Desde que eu saí deste sítio assombrado, fico sempre que posso, buscando mais relatos que ocorrem nele, pois não são poucos e até hoje, ninguém fica no sítio na noite do dia 16 para o 17 de Janeiro, pois ninguém tem coragem suficiente para isso.

Até hoje a minha família mora lá.

Espero que vocês tenham gostado, pois tudo o que foi contado acima realmente aconteceu.

Quem quiser entrar em contato comigo, o meu e-mail é: andresayajin@ig.com.br

terça-feira, janeiro 28, 2014

O local também conhecida como Mar de Árvores e é uma floresta de 35m² situada no monte Fuji no Japão e é tão assustadora como a floresta do filme a Bruxa de Blair. 


Mas porque a floresta seria tão assustadora? O principal motivo deve-se ao fato do local ser muito utilizado para suicídios. Estima-se que desde 1950 mais de 500 pessoas tiraram suas próprias vidas nesta floresta.

Tudo começou após Seicho Matsumoto publicar um romance intitulado Kuroi Kaiju ( Mar Negro de Árvores), onde dois de seus personagens cometeram suicídio nesta floresta. Depois disso, talvez sugestionados pelo livro, várias pessoas tem se enforcado nas árvores da imensa floresta, que é tão densa que em alguns locais a luz do dia não entra formando uma escuridão permanente.


O governo local, tentando inibir os suicídios, chegou a fixar cartazes na floresta com dizeres como: “ A vida é algo precioso”, “Por favor, reconsidere”, ou ainda “Pense na sua família”.

Desde o anos 70 as autoridades japonesas começaram a fazer varreduras anuais na floresta em busca de corpos. Somente em 2002 eles encontraram 78 e em 2003 o número chegou a 100 corpos encontrados. mas não existe uma estatística real de quantos corpos se perderam na floresta escura e de difícil acesso. Muitas pessoas que se aventuraram a adentrar a floresta espessa relataram ter visto cadáveres pendurados nas árvores tornando tudo aterrorizante.


A floresta seria supostamente assombrada pelos fantasmas daqueles que morreram, dizem até que durante a noite é possível ouvir os lamentos dos mortos que vagam pelo local...

Será que alguém teria de fazer um piquenique nesta floresta?
sábado, janeiro 04, 2014
Durante minha adolescência fui estudar em Recife e morei num pensionato de freiras.
O local funcionava num prédio antigo e ficava vizinho à uma igreja e um cemitério do séc. XVIII.
A construção, histórica, já tinha sido quartel, hospital, convento e colégio antes de se tornar pensionato.
Muitas histórias estranhas circulavam por ali, e algumas delas aconteceram enquanto eu morava lá.
O que vou contar agora é sobre outro acontecimento estranho que ocorreu no Pensionato!
O prédio em que funcionava o pensionato era muito grande, ocupando uma área de quase um quarteirão inteiro.
Então, além de pensionato, ele abrigava, também, uma casa de freiras, que ficava nos fundos do terreno.
Muitas das freiras eram já idosas, e não era raro que durante a madrugada alguma delas adoecesse e fosse preciso chamar ambulâncias ou taxis para socorrê-las.
Em uma época, o pensionato estava sendo reformado, e alguns dos operários da obra, que moravam longe, dormiam lá mesmo durante a semana e só iam para casa nos finais de semana.
Numa madrugada um dos pedreiros acordou e viu uma freira fazendo um gesto chamando-o.
Pensando que podia ser o caso de alguma das freirinhas idosas ter adoecido e precisar de ajuda, ele a seguiu.
A freira seguiu em frente, e ele a acompanhou por diversos corredores.
O local parecia um labirinto. Por mais que ele apertasse o passo, a freira sempre ia à frente, até que num determinado momento ela entrou por um corredor e sumiu.
Ao entrar pelo mesmo caminho, o pedreiro viu que era um corredor sem saída, ao final do qual havia apenas uma sala que havia sido desativada e vivia fechada a chave.
Em pânico, ele voltou pro local onde estava dormindo com os companheiros.
Na manhã seguinte, procurou saber se alguma das freiras havia adoecido durante a noite ou se alguma delas tinha estado andando pelos corredores, mas a resposta foi negativa. O pedreiro pediu demissão no mesmo dia.


                                                   SEMELE- PIAUI


Durante minha adolescência fui estudar em Recife e morei num pensionato de freiras.
O local funcionava num prédio antigo e ficava vizinho à uma igreja e um cemitério do séc. XVIII.
A construção, histórica, já tinha sido quartel, hospital, convento e colégio antes de se tornar pensionato.
Muitas histórias estranhas circulavam por ali, e algumas delas aconteceram enquanto eu morava lá.
O que vou contar agora é sobre outro acontecimento estranho que ocorreu no Pensionato!
Os quartos das pensionistas eram individuais, mas os outros ambientes eram coletivos, como o refeitório, a sala de tv, a capela e os chuveiros, estes consistindo em um grande corredor de azulejos brancos dividido em cabines com portas.
Ao final do corredor dos chuveiros ficavam as cabines com os assentos sanitários, estas também divididas e com portas.
Em uma madrugada, uma das pensionistas levantou para ir ao banheiro. Ela não gostava de andar pelos corredores escuros sozinha durante a noite, mas a necessidade era maior.
Assim, mesmo com uma sensação desagradável de medo, dirigiu-se para lá. À medida que se aproximava do banheiro, o medo aumentava, e uma sensação estranha tomava conta dela.
Mesmo assim, continou o seu caminho. Ao entrar no corredor, a sensação estranha aumentou.
O local era bem iluminado, e mesmo durante a madrugada as luzes ficavam acesas.
Assim que deu alguns passos parou, estupefacta: de dentro de uma das cabines saía uma mão pequenina e rosada, de criança, e fazia um gesto chamando-a.
Após alguns segundos de congelamento movido pelo pânico, a pensionista deu a volta e saiu correndo.
Quando deixava o local ouviu uma risadinha e uma vozinha de criança dizendo: "Eu vou voltar".

                                                   SEMELE: PIAUI

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