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quinta-feira, dezembro 05, 2013
As pessoas sombra - também conhecidos como: fantasmas da sombra, vultos, seres da sombra, homens da sombra, ou povo da sombra – seriam entidades sobrenaturais em sua maioria com forma humanoide que, segundo relatos, são vistos em sua maior parte pela visão periférica durante o estado de vigília ( estado entre estar acordado e dormindo). São considerados na cultura paranormal como algum tipo de espíritos maliciosos ou malignos. Diversos princípios científicos podem ser usados para tentar explicar o fenômeno das pessoas sombra, desde ilusões óticas, alucinações trazidas sobre circunstâncias psicológicas, paralisia do sono, ou até mesmo pelo fenômeno conhecido como pareidolia. O fato é que existem vários relatos ao redor do mundo de pessoas que afirmam terem visto ou tido algum tipo de contato com tais criaturas principalmente durante o estado de vigília. E os relatos não são apenas de agora, como relatado anteriormente, vem desde épocas remotas, sendo os primeiros casos relatados em manuscritos encontrados em abadias do século IV. Estudiosos acreditam que eles sejam uma espécie de Yurei na visão do Japoneses, eram os Sucubus descritos na Idade Média e os Qarinah dos contos árabes… e tem até aqueles que digam que eles são os Ceifadores, os anjos da morte. Um dos maiores nomes no estudo desse tema é Rosemary Ellen Guiley. Rosemary investiga fenômenos  paranormais dessa natureza há anos. Diz Rosemary que as sombras tem um comportamento comum: se movem rapidamente rodeando o observador ou permanecem estáticas ao seu lado, causando na maioria das vezes um sentimento de temor e/ou paralisia. Dentre os vários tipos de pessoas sombra já relatados, os mais comuns entre eles são conhecidos como Hooded Figure (Figura Encapuzada), e o Hat Man (Homem de Chapéu).
Algumas teorias foram levantadas sobre quem ou o que poderia ser essas entidades, sendo as mais aceitas as seguintes:
1. Fantasmas ou espíritos desencarnados atormentados;
Não sabemos exatamente quando essa cultura começou no Mundo mas ela é unanime: em qualquer civilização, a luz representa o bem e a escuridão o mal. Deve ser por isso que as pessoas sombras são associadas a espíritos ou fantasmas atormentados: pessoas que durante a vida terrena fizeram muito mal ao seu semelhante ou ficaram com assuntos pendentes.
2.Entidades não-humanas, como demônios ou anjos;
Anjos e demônios, são segundo a crença judaica-cristã, entidade não-humana, anteriores à nós. Segundo a lenda, a principio, anjos e demônios eram a mesma coisa. Apesar de serem seres de luz, eram dotados de alguns sentimentos bastante conhecidos por nós, como o orgulho. Quando Deus decidiu criar os humanos e conceder o livre-arbítrio, certos anjos consideraram uma afronta a sua superioridade. Esses foram para o lado negro da força e liderados por Lúcifer, confrontaram as tropas divinas. Após a derrota foram castigados a viver em uma dimensão de trevas, conhecida por nós como Inferno.
A demonologia e a Ars Goetia de Salomão explicam quem são os principais demônios e qual os seus poderes. Muitos deles podem se transformar em sombras para se camuflar do olhar humano. Logo, apareceu a associação com os shadow people.
3. Aliens, formas de vida com base estrutural diferente;
Você já viu um ET? Provavelmente não. Então como você pode saber como é um? Ele pode parecer com um pote de manteiga, como você vai saber? E além disso, o universo é infinitamente gigantesco, podem existir diversas espécies por aí, de várias formas, inconcebíveis até para nossa imaginação. Apesar da improbabilidade de qualquer uma delas nos encontrar, nada garante que isso não tenha ocorrido. As pessoas sombras poderiam ser uma espécie não-orgânica que vivem no nosso universo e resolveram aportar por aqui.
4. Viajantes do tempo no hiperespaço;
Ninguém sabe no que resultaria uma viagem humana por dimensões extra do espaço. Sabe-se, porém, que se conseguíssemos acessar essas dimensões ( isso se elas existirem), poderíamos viajar tanto para pontos distantes do universo em segundos, como viajar pelo próprio tempo.
As pessoas sombras poderiam ser reflexos da passagens dos viajantes por nossa época. Um efeito colateral do uso do hiperespaço.
5. Criaturas de um universo de 2 dimensões que por algum motivo desconhecido invadem o universo tri-dimensional.
Do mesmo pensamento que diz que podem existir universos quadridimensionais de espaço, há também a possibilidade da existência de universo bidimensionais de espaço. Não dá para imaginar a bizarrice que seria, mas as pessoas sombras podem ser uma explicação: como são sombras, são apenas a ausência completa de luz, sem volume, ou seja, comprimento e largura. Criaturas bidimensionais seriam assim. A ausência de luz neles poderia ser devido a distorção do espaço onde ocorre a passagem.
Os investigadores também ressaltam que supostamente essas criaturas são mais visíveis na completa escuridão. A luz, de algum modo, tornaria-os invisíveis aos nossos olhos, embora algumas fotográfias tenham captado as supostas entidades em plena luz do dia.
Um pouco sobre as pessoas sombras
 No começo, eles só aparecem com o canto do olho, furtivamente correndo para fora de vista. Quando você gira para olhar diretamente para eles, eles se vão. Será que você realmente tem a capacidade de vê-los?
Agitando a sua cabeça, você assume que era alguma anomalia peculiar de sua visão, no entanto o sentimento ainda perdura de que alguém continua a assistir-lhe. Por semanas, meses ou anos, os movimentos rápidos dentre a escuridão surgem em sua visão periférica e durante seu estado de vígilia e são ignorados. Você usa a sua “válvula de segurança”, pensa “não é nada demais, é coisa da minha cabeça”, até que finalmente acontece o mais sinistro encontro sem aviso prévio. Você vê a sombra diretamente na frente de você: cara a cara com a escuridão, que fará seu organismo paralisar de tanto terror.
Às vezes ela aparece como a silhueta de uma pessoa simples, do sexo masculino, mas geralmente sem quaisquer características de gênero. A maioria relata que há um “chapéu” nesses seres de sombra, outros que estão encapuzados. Testemunhos dizem que são sólidos, em contrapartida, outros dizem que são como fumaça. Alguns são vistos apenas da cintura para cima. Outros têm claramente pernas. Ficam na espreita, nos cantos, através das paredes, em armários ou atrás de aparelhos de televisão, arbustos, e edifícios. Às vezes, eles simplesmente desaparecem nas trevas, como se entrassem na escuridão. E sim, eles aparecem em espelhos.
A pergunta que é feita por muitos é : “Qual é o propósito?” Uma coisa é certa, as personalidades e intenções de pessoas de sombra são tão variadas como qualquer uma das sete bilhões de pessoas que povoam este planeta. Enquanto um número de testemunhas acreditam que as pessoas sombra agem como guardiões benevolentes assistindo e guiando-nos, há muitas testemunhas que não tem dúvidas do potencial maligno de cortar a alma  destes seres.
O post traz relatos de pessoas que dizem ter vivenciado o contato com esses seres. Leia e tire suas conclusões.
Relatos e testemunhos do encontro com pessoas sombras
São inúmeros os fóruns e sites que falam a respeito do tema. Por toda a Internet, existem milhares de relatos de pessoas que tiveram contanto com essas sinistras entidades. O que compreendi, lendo muitos desses relatos é que a maioria não fala nada por ter medo de ser taxada de “louca”. Dessa maneira, terminam se escondendo atrás de um perfil fake e vindo desabafar na Internet. Separei 10 relatos bastante “cabulosos” sobre os encontros com as Pessoas Sombra. Veja:
 10. Nickname: Steve, Sexta-feira 13 de  1998, email enviado para “Shadow People Fórum”
Olá,
Conheci o seu site, li histórias que outras pessoas enviaram – muito assustador, de fato. Resolvi relatar o estranho acontecimento que ocorreu comigo recentemente. Se você tiverem idéia de algo, por favor, me ajude.
Eu morava em uma cidade chamada Bolton, perto de Manchester, no norte da Inglaterra. Isso cerca de 8 anos atrás, quando eu tinha dezesseis anos. Geralmente muitas coisas estranhas acontecem comigo. Desde deja vu até fenômenos elétricos inexplicáveis eu já presenciei [...]
Pois bem, certa noite eu estava com um amigo meu assistindo TV – estava sentado, na única cadeira perto da TV, e tinha que virar o rosto para o meu amigo, deitado no sofá, para conversar. Ao fazer isso obtinha uma visão completa da sala e, em particular da divisória de vidro que separa a sala principal da sala de jantar. A divisória de vidro é em uma parede entre as salas na altura do meu peito, 1,50cm, e é toda de vidro manchado, impedindo uma visão clara: ao lado dessa divisória há uma porta para o corredor, que é completamente de vidro, porém, de outro material, mais resistente. As luzes estavam apagadas, de forma que apenas luz de TV refletia nas formas do vidro.
Estava passando um programa muito polêmico e lembro que me virei para falar com meu amigo – olhei para ele, mas minha visão foi além, abrangendo toda a sala. Nesse instante foi que observei: atrás da porta de vidro tinha alguém de pé. O temor tomou conta do meu ser.  Enquanto olhava, paralisado, “aquilo” deslizou passando a porta e passando por detrás da divisória e sumindo na escuridão da sala de jantar.
Pensei: “Estou ficando maluco?”. Virei novamente para TV, sem dizer nada. Suava frio, já meu amigo, assistia tranquilamente o programa. Me convenci que era minha imaginação. Temia olhar para trás novamente. E não o fiz, até que ocorreu uma interferência no sinal da TV. Os resmungos do meu amigo me fizeram olhar em sua direção novamente. E lá estava “ele”. Desta vez, vi claramente, atrás da partição. Eu estava prestes a voltar meus olhos novamente ao televisor e começar a rezar. Nesse meio tempo, meu amigo curioso, resolveu olhar o que eu tanto observava e ficou absolutamente aterrorizado. Percebi então que não era fruto da minha imaginação, ambos estávamos vendo aquela entidade sinistra.
Fugimos apavorados da casa pulando a janela da sala. Ficamos lá fora até os pais do meu amigo chegar. Falamos que podia haver um ladrão na casa. Eles verificaram cada porta e janela: tudo trancado, exceto a janela da sala, por onde fugimos. Rimos bastante e eu fiz de tudo para esquecer. E esqueci. Pelo menos em partes.
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Mês atrás estava chegando em casa após a faculdade. Entre em casa, desligue o alarme, larguei meu material em cima da mesa e subi para o quarto para telefonar à um amigo. Após 5 minutos no telefone, percebi que alguém havia chegada em casa, pensei que era o meu irmão. Olhei pela visão periférica, ele ficou fora da porta do quarto. Fiquei muito irritado com ele ouvindo, então disse-lhe para sair… mas ele continuou ali, parado. Incomodado com a presença, levantei da cama e fui em direção da porta para fechá-la. Ele não estava mais ali. Comecei a analisar a situação. Uma hora dessas meu irmão ainda deveria estar na faculdade. Nenhuma das duas portas estavam abertas, ficaram trancadas como eu deixei. Não ouvi nenhum movimento. Procurei pela casa toda, nada. Não tinha ninguém em casa. E tudo estava trancado.
Quatro dias depois eu estava em casa sozinho e as lâmpadas do meu quarto haviam queimado após uma tempestade. A única luz que consegui foi a do quarto da frente. Com iluminação reduzida, tive que me ajoelhar frente ao armário para procurar uma roupa para ir dormir. De repente, um frio absurdo tomou o local. Comecei a me sentir mal. As luzes do quarto vizinho começaram a piscar. Ficava hora na sombra, hora na claridade. Senti que estava sendo observado. Olhei para trás e vi “aquilo” deslizando no meio da escuridão. Sai “voando”, atropelando tudo que encontrava pelo caminho, cambaleando pela escadaria, até chegar na porta. Não consigo mais dormi direito. As luzes ficam acesas o dia todo. Vocês podem me dar alguma explicação sobre isso?
Steve
9. Nickname: WarWolf, 4 novembro de 1999, destinado a Paranormal.about.com
Quando era jovem, tinha cerca de 10 anos de idade, lembro-me de um acontecimento que nunca mais sairia da minha mente. Uma noite, estava dormindo no meu quarto quando acordei sem razão. Sentei na minha cama e comecei a olhar ao redor. Gelei quando vi, na frente da minha janela, uma sombra negra me observando. Ele não tinha rosto, era simplesmente preto. Estava tão assustada que não conseguia me mexer.  Quando tomei controle do meu corpo novamente me escondi debaixo da minha cobertores e fiquei lá até o amanhecer.
No dia seguinte eu disse à minha mãe sobre isso. Ela colocou uma cortina na minha janela porque, pensava eu, que a criatura tinha entrado pela janela. Fiquei mais tranquilo.
Mas naquela mesma noite, minha mãe me disse que a sombra foi visita-la. Quando acordou a noite, lá estava ela, observando frente a janela do seu quarto. Ela rapidamente levantou-se e acendeu as luzes, e ela sumiu segundos antes na escuridão. Então ela fechou a cortinas, e deixou por isso mesmo. Claro, permaneceu com as luzes acessas.
Daquele dia em diante, toda noite ela me lembrava de fechar todas as cortinas da casa.
Poucos anos depois, meu irmão teve a mesma experiência. Ele tinha 8 anos de idade e ficou traumatizado. Até hoje não consegue dormir sozinho. Eu não sei por que isso nos visitou ou qual era o seu objetivo. Meu conselho as pessoas e  para fechar suas cortinas à noite e ter um interruptor bem próximo a cama.
8. Nickname: ? (O Nome foi Omitido por solicitação), 26 de dezembro de 2000, destinado a Shadowpeople.org
Olá! Gostaria de dizer como estou aliviado de finalmente encontrar alguma referência a Pessoas Sombra. Pesquisa na net há uns anos tentando encontrar alguém que já teve uma experiência semelhante com essas figuras negras, mas até agora não tinha encontrado qualquer coisa remotamente similar. A única coisa que encontrava era sobre “velhas bruxas”, mas que simplesmente não se encaixavam. É reconfortante descobrir que o aparecimento de figuras sombrias é muito comum. A seguir conto a minha memória do evento.
 Eu sei que provavelmente poderia ser reduzida um pouco, mas este é o jeito que lembro e assim que contarei. Primeiro eu preciso explicar que, quando criança eu era sonambulo. Digo isso agora para explicar a reação do meu irmão, que nós veremos mais a frente. Também quero dizer que quando andava dormindo quando criança, as vezes, acordava durante o processo. A última vez que me lembro de entrar em estado de sonambulismo, eu tinha cerca de 12 anos, e quando esse evento ocorreu, já tinha 16 anos. Agora vamos começar com a história.
Era cerca de 1981, quando minha família comprou essa casa em Greenville, Carolina do Sul. Morava na casa, eu, meus pais e meus irmãos, um mais velho e outro mais novo, e minha tia. Imediatamente depois da mudança, tanto minha tia quanto eu começamos a ter sensações estranhas sobre a casa, mas ninguém mais parecia compartilhar desses esquisitos sentimentos. Algo não parecia certo. Era como se alguém estivesse sempre observando. Sempre.
Não demorou muito para minha tia começar a reclamar sobre coisas que estavam sendo trocadas de lugar no quarto dela. Depois de certo tempo, o sumiço de objetos e o reaparecimento em locais pouco prováveis, além de um par de experiências assustadoras já eram bastante comuns.
O grande evento que estou prestes a descrever aconteceu no quarto que dividia com meu irmão mais velho – 4 anos mais velho que eu. Lembro-me naquela noite fui acordado por meu irmão. Eu podia ouvi-lo dizer-me para voltar na cama, pois estava caminhando pelo quarto dormindo. Aqui é onde ele difere do que eu disse antes. Quando caminhava dormindo e era acordado ou acordava, nada ocorria, mas dessa vez, lutava para despertar e, aparentemente, fiquei sem o controle do meu corpo. Quando ouvi sua voz, sabia que ele estava na cama, e por mais estranho que pareça, eu me ouvia falar, mas não era eu quem falava, a sensação era que apenas observava. Com a insistência do meu irmão, que passou do sussurro para um tom autoritário, fui ficando mais desperto aos poucos. Assim que o tom autoritário passou para reclamações quase alcançando a intensidades dos gritos, acordei. E, o que eu vi me atormentou pelo resto da vida. Na minha frente, uma figura sombria estava pairando e uma espécie de extensão do seu corpo esfumaçado me segurava. Continuava a responder os questionamentos do meu irmão, embora não era eu quem respondia. Tentei gritar, mas não tinha mais o controle da minha boca, que no momento, respondia aos incomodas ofensas do meu irmão. A entidade tinha a silhueta de um homem. Lembro-me de pensar estava sonhando. Meu corpo voltou para cama. Sentia-me fraco e adormeci. Acordei algum tempo depois e para minha surpresa, ele ainda estava lá, no pé da cama. Disse a mim mesmo outra vez que eu deveria estar sonhando e eu fui dormir.
Na manhã seguinte, eu não pensei muito sobre isso. Lembrei-me, mas pensei que tudo tinha sido um sonho. Eu não ia falar isso para ninguém. Mas assim que o meu irmão chegou na mesa do café me perguntou se eu me lembrava da noite anterior. Disse a ele que me lembrava dele me dizendo para voltar na cama, e que poderia jurar que vi uma figura negra na minha frente. Nesse momento meu irmão ficou pálido. Revelou que foi dormir após o ocorrido e tempo depois acordou pensando que eu estava caminhando pelo quarto novamente. Mas o que viu foi uma figura negra pairando sobre a minha cama. Escondeu-se embaixo do cobertor e foi rezar e quando saiu não havia mais nada. Pensou que fosse um sonho e foi dormir.
O engraçado é que isso não foi o que mais me incomodou. Fiquei mesmo preocupado foi com o fato de que o meu irmão também não fazia a menor idéia do que estava falando. Ele também se sentia como se estivesse observando outra pessoa falando pela boca dele. Até hoje não sabemos ao certo o que conversamos aquela noite. Lembro-me de alguns trechos das ordens do meu irmão mandando ir para cama, mas não me lembro de nada que disse. Ele se lembra de alguns trechos aonde eu dizia que tinha algo a fazer e que ele não podia impedir. Até hoje isso me incomoda. Mas parece que não vou encontrar a resposta tão cedo.
7. Nickname: ? (O nome foi omitido por solicitação) , 13 de setembro de 2001, destinado Shadowpeople.org
 Bem eu tenho uma história para você! E acreditem, é verdade, embora eu não posso dar os nomes das pessoas envolvidas “naquela noite”. Posso dizer-lhe que os nós três trabalhamos para um departamento de polícia.
 Isso aconteceu cerca de três anos atrás, final de maio, início de junho, nós (eu e dois outros oficiais) estávamos fazendo ronda de rotina em um edifício. Todos nós estávamos no terceiro andar (omitirei o nome do edifício para evitar incomodo dos curiosos) sendo que eu e um policial estávamos na ala oeste e o outro policial estava na ala leste. Nós havíamos acabado a ronda na nossa parte  e decidimos sentar e esperar o outro oficial que acabar a sua e retornar ao ponto de encontro. Pouco tempo depois o oficial que esperávamos chegou e ele não estava normal. Gritava para nós para irmos atrás dele. Olhamos ele correndo e pensamos que havia ficado louco pelo comportamento. Quando percebemos, ele já estava correndo do lado de fora do prédio. Pelo walkie, entramos em contato e ele repetiu para sairmos dali, só não dizia o porquê. Achamos que era uma brincadeira boba, ele tinha esse costume.
Eu e o meu colega decidimos que íamos descer para o porão e dar uma pausa para comer algo. Então nós partimos para os elevadores da parte Sul, quando algo ou alguém acendeu a luz atrás de nós. Viramos e vimos uma sombra correr pelos corredores. Era uma sombra, translucida. Parecia querer correr o mais rápido possível para sombra. Em seguida, recebemos um comunicado no walkie: era o nosso parceiro dizendo que tinha ligado as luzes do prédio.
 Na área estávamos havia sete portas e todas estavam trancadas. Não ouvimos nenhuma porta sendo aberta ou sendo fechada. Nenhum passo. Fizemos uma verificação rápida da área. Nada. Na troca de turno, decidimos perguntar ao outro policial o que ele havia visto. Ele disse: “Depende no que você acredita. Do meu ponto de vista, aquilo era uma “sombra” atravessando o salão. Pode parecer loucura mas foi isso que eu vi”.
 A partir daí passamos a investigar para ver se encontrávamos outros casos de encontros e encontramos aqui.
6. Nickname: Anônimo , data desconhecida, destinado a Paranormal-fr.net/fórum
Divido com vocês a história mais aterrorizante que presenciei ao longo da minha vida. Quando era menor, tinha uns 14 anos, estava na escola, tendo um dia muito chato. Lembro que era uma sexta-feira. A primeira aula começou péssima. O professor se ausentou por motivo de doença. As aulas posteriores eram destinadas para treino de tênis. Eu não estava com vontade de jogar, fiquei na biblioteca e não fiz nada o tempo todo. Entediado, resolvi dar uma volta pela Escola. Ela era bem grande, havia sido fundada há mais de 130 anos, meus pais e avós estudaram lá.
No meu caminho me deparei com uma sala que estava sempre trancada desde que vim estudar ali. Ninguém falava na sobre aquela sala. Era a única com uma porta totalmente diferente das demais, muito velha por sinal. Lembro-me que quando perguntei ao meu professor de Matemática o que guardavam dentro daquela sala, ele respondeu rispidamente: “Você deveria se preocupar mais com suas notas e menos com aquela sala”.
Pela primeira vez estava entreaberta, o esfregão do faxineiro estava entre o vão, impedindo a porta de bater. Não podia perder essa oportunidade. Curioso, entrei. Aparentemente, não havia nada demais, tirando o cheiro de mofo e a poeira na sob uma mobília antiguíssima. Passeava pelo reino dos ácaros encantado e desconfiado com a estranheza daquela sala. Pelo raio de luz que atravessava as aberturas das cortinas mal colocadas, pude observar que tinha algo errado com a ultima carteira da fileira central. Tinha algo escrito nela que não era visível por causa da penumbra. Ao me aproximar, consegui ler uma mensagem entalhada na madeira, que dizia: “As sombras observam”. Aproximei-me ainda mais e reparei que embaixo estava escrito com letras minúsculas, “isso também me intriga”. Olhando para o lado, notei que a carteira vizinha também tinha sido entalhada com mensagens. Mas não tive tempo de ler, o faxineiro furioso e aos berros voltara, mas não dava de entender o que ele dizia por causa da máscara. Pegou-me pelo braço, levou direto para o diretor.
Depois de uma sessão de sermões e explicações infundadas do porquê aquela sala era proibida, voltei para casa. “Por que protegiam tanto aquela sala?” pensava. A explicação de que “era um local muito antigo e repleto de bactérias” não havia me convencido. Tinha que saber. O pior é que não demorou muito para eu descobrir.
Naquela mesma noite, após o longo jantar, pedi a uma das nossas empregadas que preparassem minha cama, pois estava muito cansado e mesmo sendo ainda muito cedo, iria dormir. Encostei a cabeça no travesseiro e cai no sono. Acordei de madrugada, com frio. Minha coberta estava à uns “milhares” de pés da minha cama, próxima a porta do quarto. Pensei que alguém havia entrado no quarto e retirado à coberta, só não encontrava motivo para qualquer um dos empregados fazerem isso e certamente, meus pais é que não teriam feito. Irritado, levantei molenga, me arrastando praticamente, até a porta do quarto. Peguei o cobertor do chão, bati para retirar qualquer poeira ou inseto que poderia estar repousando nele. Ao voltar para cama, senti um frio de congelar a espinha e o resto do corpo igualmente: percebi que ela estava rodeada de Sombras, que pairavam de um lado para o outro. Larguei a coberta e corri o mais rápido que pude para os aposentos dos meus pais. Estava trancado. Dei uns pontapés na porta, sem muito sucesso. Marie, nossa empregada mais velha veio ao meu socorro. Disse a ela o que acontecera e ela sorriu e disse: “Foi um sonho, querido. Vamos!”. Chegando na porta do quarto foi a vez de Marie gritar e se desesperar: as sombras continuavam lá, em volta da cama.
Todo mundo acordou, acenderam as luzes e não havia mais nada. Meus pais, muito céticos, deram também seus sermões e perguntaram o que eu andara lendo. Marie disse que também viu e eles disseram “para não encorajar as bobagens do menino”.
Passei a dormir com um abajur acesso. Mesmo assim, com certa insegurança. Marie não resistiu por muito tempo e pediu demissão, indo morar com uma de suas irmãs.
Anos mais tarde, com 17 anos, soube do porquê que a sala tinha sido lacrada: tanto as crianças como os professores que lecionavam naquela classe, passaram a ter o que classificaram como “alucinações” e o diretor da época, mandou trancar a sala porque imaginou que houvesse um vazamento de gás ou a presença de algum produto químico alucinógeno no ambiente. Temendo perder os alunos, manteve segredo. Obviamente, todos desconfiavam e no fim, a maioria sabia do que ocorrera e ficava em silencio temendo perder o emprego. Uma vez por mês, o faxineiro abria a sala e limpava.
Foi a partir desse acontecimento que comecei a me interessar pelo sobrenatural. Mesmo sabendo que não fui o único a ver essas coisas, ainda é difícil compartilhar isso com outras pessoas. Tentei investigar para descobrir alguém que havia estudado naquela classe na época dos eventos sombrios, mas não obtive sucesso. Espero que mais vítimas se manisfestem para que um dia esses eventos possam se tornar públicos.
5. Nickname: Rudnight , 15 de setembro, 2011, publicado em PortugalParanormal.com
Como de costume deitei-me na cama para dormir e cobri a cabeça com o lençol. Alguns minutos depois notei uma sombra negra com uma silhueta humana a se debruçar sobre mim na cama, no susto tentei levantar mas aquilo segurou meus braços e tentou me prender na cama forçando meus pulsos no colchão mas na força eu venci e empurrei ele para trás. Foi aí que o lençol saiu do meu rosto e vi que ele havia desaparecido.
Já é a Segunda vez que isso me acontece e sempre tenta me imobiliza, eu não lembro bem como foi da primeira vez já faz muito tempo. E muito parecido com aquela sombra do desenho “caverna do dragão” aquela que acompanha o Vingador, só não possui assas nem rosto a forma e Humana e muito escura.
Não sei se sonhei mas depois de empurra-lo não lembro de ter acordado minhas sensações físicas não aparentava que tivesse acabado de acordar foi muito estranho. Quando eu sonho com esse tipo de coisa eu oro para Deus e sempre acordo, mas eu percebo que é sonho logo que acordo, por isso estou cismado [...] pra consta tenho um primo que a namorada dele viu uma sombra negra parada próximo as costas dele, disse que até o cachorro que estava ali perto viu e começou a latir.
Alguém já viu algo parecido ?
4. Nickname: Anônimo, data desconhecida, Creepypasta, 4chan
Lembra quando você era jovem, embalada com cobertores acima do seu queixo olhando de relance aquele canto escuro da sala … você jura que viu algo se mexer. Mas só havia escuridão, então, de nenhuma maneira, você conseguia ver o que estava lá. Olhando por um longo tempo, você percebe uma silhueta. É quase humano, quase.
Lembra da sua mãe costumava dizer-lhe que monstros não eram reais?
Ela mentiu ou não sabia da verdade.
Essas coisas escondidas na mais profunda escuridão são reais. Eles são perigosos. Mas eles só atacam quando você sabe que eles estão vivos, que estão ali. Opa, talvez eu não devesse ter contado.
Meu primeiro encontro com eles ocorreu quando eu tinha três ou quatro anos. Nós vivemos em um lugar alto, um apartamento com uma vista deslumbrante das montanhas e da cidade abaixo de nós. Minha melhor amiga na época, Michelle, vivia no apartamento ao lado, e nós passávamos mais tempo juntos do que separados.
Naquele dia, ela entrou em meu quarto entusiasmada com as novas bonecas. ”Temos que brincar com as minhas novas bonecas!”, Ela gritou. Eu recusei. Gostava mesmo era de dinossauros e insetos. Michelle indignada foi embora. Pouco tempo depois avistei uma sombra no meu campo periférico. Gritei com toda infantilidade do mundo que não queria brincar achando que era Michelle. Mas não era… observei uma silhueta, na escuridão da sala, parecia me encarar. Essa é a minha primeira lembrança da minha maldição.
 Conforme os anos foram passando, comecei a acreditar que o Povo de Sombra eram meus amigos, ou até mesmo meus protetores, como anjos da guarda. Mas, então, as noites tornaram-se aterradoras. Comecei a ver as pessoas de sombra nitidamente nas trevas do meu quarto. Um deles me arremessou longe quando resolvi partir para briga.  Outros, contudo, apenas andava pelas trevas, de um canto escuro para o outro, sem muito proposito.
Tempo depois comecei a escutar ruídos. Eram como o vento acariciando as folhas das árvores até que se tornaram sussurros. E quanto mais audível ficava, menos compreendia. Era uma língua que eu não conseguia entender, palavras que produziam sons incomuns, diferentes das nossas. E eles perceberam que eu escutava e cada vez mais, eles surgiam e se amontoavam na escuridão aonde a luz não atingia. Era uma multidão berrando uma língua incompreensível. Não podia mais apagar as luzes.
Corria para cama de meus pais e sacudia-os  até acordá-los. Claro, eles não acreditavam, tentando convencer-me que era apenas um sonho ou a minha imaginação.
Mas eu sabia que era o povo de Sombra. Eles me acompanham até hoje com seus sussurros. Acho que eles querem me levar para escuridão. Muitos de vocês já viram eles, mas negam a sua existência e talvez, por isso, eles sumam, não sei explicar. Talvez seja procurem por um tipo especifico de pessoa. Nada é claro. Siga o meu conselho, fique atento as sombras. Há muito mais nelas do que você imagina. Acredite, você nunca está sozinho.
3. Lenda de Croatan, História Norte-Americana
Você já assistiu o filme “Mistério da Rua 7″? É porque essa lenda vai explicar bastante coisa sobre o filme que não é nenhum pouco auto-explicativo. O filme fala sobre o povo sombra, se você assistiu sabe do que estou falando e relaciona com a lenda de Croatan, com toda a razão.
 A lenda de Croatoan começa com as tentativas de se estabelecer uma colônia em terras americanas. Os ingleses precisavam fundar assentamentos se quisessem manter a posse sobre essas terras. Mas pense o quanto isso era difícil, se hoje tudo em matéria de informação e viagens é uma coisa rápida, nesse séculos as viagens demoravam meses. E para voltar a um determinado local poderia se levar meses, anos, e imagine se houvesse uma guerra ou piratas atrapalhando.
Os ingleses, para demarcar território, mandaram colonos para o Novo Mundo. Esse primeiro assentamento inglês era composto apenas por homens. Nada de mulheres ou crianças. Eles ficaram lá por algum tempo, mas devido à falta de condições e depois de enfrentar vários invernos rigorosos, eles resolveram voltar para a Inglaterra, abandonando o local. O capitão Francis Drake , que estava passando pelo Novo Mundo, deu uma carona para eles em seu navio.
Mas os ingleses não desistiram. Em 26 de abril de 1587 dois barcos partiram, um com colonos e outro com suprimentos. Dessa vez, eles levaram mulheres e crianças porque eles realmente queriam estabelecer uma colônia permanente. Eles chegaram lá e reconstruíram as casas que foram deixadas pelos antigos colonos e que já estavam tomadas pelo mato.
Nesse meio tempo, no dia 18 de agosto 1588, nasce a neta do governador, Virginia Dare , a primeira criança filha de colonizadores a nascer em solo americano.
Após alguns dias, mais precisamente no dia 27 de agosto 1588, o governador John White voltou à Inglaterra a pedido dos colonos, pois eles queriam que ele intercedesse pela colônia, buscando ajuda e suprimentos. Mesmo relutante, talvez em abandonar a filha e neta, ele partiu.
Mas quando chegou na Grã Bretanha eles não podiam mais voltar, os ingleses tinham sido atacados pela “Armada Invencível” do rei Felipe II da Espanha e a guerra impediu qualquer tentativa de voltar ao Novo Mundo.
Muitos anos depois – ele retornou em 1.590 – a única coisa que ele encontrou foi a cidade vazia, totalmente tomada pelo mato e coisas espalhadas pelo chão. Roupas, objetos, até mesmo suprimentos largados por todos os cantos. Apenas objetos, nenhuma pessoa. Nem corpos, nem marcas, nem vestígios, nem sangue. Nada. Somente uma palavra escrita em um tronco de árvore, “Croatoan”.
O estranho desaparecimento e a palavra Croatoan deram origem à muitas e muitas lendas. No imaginário norte-americano eles foram todos abduzidos ou levados por alguma coisa e com certeza seria uma coisa maligna. Durante o tempo em que eles permaneceram no lugar (antes de John White partir), diz no livro que é constituído por parte da transcrição de White escrito por Richard Hakluyt, que eles ouviram muitas coisas estranha. Durante a noite, vozes, gritos, seres pareciam circular a colônia no meio da escuridão. Alguns trechos dos diários contam histórias, no mínimo, fantásticas sobre períodos em que eles tinham que ficar recolhidos em um aposento das suas residências rezando para que “aquilo” fossem embora e os deixassem em paz. Provavelmente nisso que foi baseado o filme do “Mistério da Rua 7″. Na Carolina do Norte essa lenda dura até hoje.
Sobre a palavra CROATOAN, a principio foi levantado a hipótese de ser um sistema de coordenadas usadas pelos Colonos da época. CRO significaria que eles teriam mudado para 50 milhas dali. Mas o que significaria o resto da palavra? Então surgiu outra hipótese, uma mais sombria. CROATOAN era o nome dado a um dos Demônios Indígenas mais temidos. Falam que o nativos sequer se aproximavam do lugar da construção da colônia por medo da entidade. CROATOAN, o demônio, se assemelha muito as pessoas sombras. Ele vivia na escuridão, espreitando os nativos e quem mais se aproximasse do local. Quando as luzes não podiam alcança-lo, raptavam aqueles que adentravam na escuridão e os levava para o seu reino. A semelhança entre o comportamento do CROATOAN e a das pessoas sombras são muito parecidas, quem sabe, este seja um ataque histórico evidenciando a origem desses seres.
2. Nickname: M.S.F. , data desconhecida, enviada para Paranormal.about.com
Tomei consciência das sombras logo após se mudar para minha casa em Nova Jersey. Playground dos meus filhos estava no porão e elas ficavam constantemente reclamando que havia “sombras” lá embaixo. Meu caçula também disse que uns pairavam perto do teto.
Nos últimos anos, instalei minha oficina no porão e os vi com certa frequência. Chegou a um ponto aonde eu até tentei falar com eles usando a minha mente, não que eles já responderam de volta.
Eles eram negros e esfumaçados. Ficam o tempo todo no porão, principalmente nos cantos das paredes, aonde é mais escuro. Ocasionalmente aparecem no primeiro andar,  na cozinha, perto da porta dos fundos, por onde a escuridão se alastra. Tornou-se natural a convivência com esses seres.
Mesmo quando não conseguimos vê-los, sabíamos que estavam presentes. Alguns deles ser uma presença maligna, ficávamos mal quando apareciam e eles pareciam nos encarar. Outros eram neutros, pareciam apenas vagar pela escuridão, sem saber o que faziam.
Poucos anos depois nos mudamos, eu disse que eles não eram bem-vindos na nova casa. Ainda assim, tivemos a sensação desconfortável da presença deles. Nenhuma medida que tomamos os fez ir embora. Era como algo que grudava em você e não saia mais. Nem reza, nem água benta ou qualquer tipo de feitiçaria afastou-os. Todavia, sem sabermos o porquê, um dia, eles sumiram.
Somente uma vez, durante todo esse tempo, consegui ver o que presumo ser a verdadeira forma deles. Aconteceu em uma fração de segundo. Eu estava andando da sala para a cozinha. A luz da cozinha estava iluminando tudo, inclusive os cantos. Entrando na cozinha vi um vulto num movimento muito rápido. Fiquei surpreso. Pensei que alguém tinha entrado em casa. Tudo aconteceu muito rápido. Devagar, fui investigar o local para onde o vulto foi. Ele se moveu rapidamente e para fugir teve que atravessar um raio de luz. Era um ser pequeno e atarracado com uma silhueta de uma pessoa. Tinha uma cabeça, sem qualquer expressão, olhos, boca e nariz. Também aparentava não ter ombros e braços. A cor daquilo que o cobria (ou pelo menos parecia que cobria, poderia ser apenas uma extensão desse ser ) era um preto absoluto. Desapareceu muito rápido, na primeira fresta escura que encontrou.
Semanas após o encontro nossa casa pegou fogo. Mesmo nas ruínas, era possível sentir a presença deles. Aquela sensação ruim que emanavam.
1. Nickname: Anônimo, data desconhecida, Creepypasta
Essa história pode soar muito estranha e com certeza é. Dias antes de ocorrer aquilo, estava me sentido cansado, como se minha vida estivesse escorrendo por uma torneira aberta. Não tinha disposição e um pressentimento ruim me assolava durante boa parte do dia.
Lembro que era uma noite chuvosa. O vento assobiava lá fora. Resolvi ir dormir. Gosto de dormir na completa escuridão, como sempre faço. Mas algo estava errado naquela noite. Minha intuição golpeava minha mente com a mensagem “Não apague a luz”. Pensando na sandice que isso parecia, não dei a mínima e apaguei. Deitei na cama e fui dormir. E quando acordei, tive uma das piores experiências da minha vida.
Acordei no meio da escuridão, o que era normal. Porém a normalidade iria acabar logo. Ao procurar o interruptor da luz, tateando a parede, percebi que alguma coisa estava errada. Muito errada. Em primeiro lugar, a superfície lisa, tão conhecida do meu quarto dera espaço para algo grudento, que eu não conseguia distinguir. Não havia, interruptor, muito menos quarto. Estava preso na escuridão.
Com o tempo meus olhos se habituaram ao escuro, pude enxergar algumas coisas. Reconheci o meu quarto…. ou melhor, algo que parecia muito o meu quarto, mas não era. Havia objetos a mais e desenhos por toda a parede. Tinham coisa encrustadas nela, coisas que pareciam plantas, outras que pareciam animais estranhos. Saí dali e vi a minha casa, completamente modificada. Tudo era escuro e frio e aqueles símbolos estavam pela casa inteira, assim como aquelas estranhas formas impregnadas pelas paredes. A escuridão limitava meus movimentos mas não podia tatear as paredes. Estava perdido.
Chegando a sala, notei que não estava mais sozinho. Haviam seres de silhuetas humanas lá. Não saberia explicar o que eram nem se tentasse, pois mesmo na escuridão total, eram bizarros, inconcebíveis para minha mente. Eram tão assustadores que um medo estrondoso tomou conta, um medo que nunca sentira na minha vida. Falavam uma língua que mais parecia um choro de um enfermo. Fiquei apavorado. Tentei correr mais levei um golpe forte, na nuca. Começaram a me arrastar e eu tentava me segurar nos móveis da sala. Não adiantava, era muito fraco perto deles. Fui arrastado para cozinha, mas no caminho, um luz intensa foi abrindo rapidamente a escuridão e tudo sumiu. Levantei no chão da cozinha. Olhei a sala toda bagunçada. Teria sido um sonho? Por muito tempo pensei que sim, até descobrir um artigo chamado “Shadowlands”  em um site paranormal, aonde pessoas relatavam história semelhantes a minha. Explicavam os estudiosos desses fenômenos paranormais que a Shadowland é um lugar, uma dimensão do meio, entre o plano dos vivos e dos mortos, habitado pelas pessoas sombras.
Ainda hoje tenho problemas para dormir. Fico pensando: e se eu não tivesse retornado? Por que eu fui para aquele lugar? E se acontecer de novo e eu acordar lá? Espero que nenhum de vocês tenham que passar por essa experiência.

e voce o que acha, ja teve uma experiencia assim ? comente!

(historia e roteiro escritos por animes e terror ou seja historias iguais a essa em outros locais são copiadas )
ola eu sou #yahiko e hoje contarei uma historia , q vem acontecendo e sendo espalhada por varios cantos do mundo..... A MALDIÇÃO DA BOCA SUJA! heheh , vôce xinga muito , tem a boca suja.... ah , se vc tem deveria se cuidar e MANERAR mais nas palavras q pronuncia.
já nas atualidades , no ano de 2000 um jovem chamado lucas morava nas localidades de são borja (rio grande do sul.) ele estava prestes a completar 18 anos,e vivia com sua mãe sozinho pois seu pai havia falecido a uns 2 anos , lucas era muito esforçado e dedicado aos esforços que sua mae fazia por ele , so havia um problema..... lucas tinha a boca suja demais.
xingava tanto q chegou a um certo ponto em que xingar para ele era como respirar no dia a dia , a cada 10 palavras que ele falava 5 eram palavrões ...... o tempo foi passando e lucas completou 18 anos , a mãe dele disse que vinha juntando dinheiro depois que ele se formou e comprou uma casa fora do rio grande do sul ,la em são paulo, casa para viagens, e ele concordou ; ate ajudou em reformar a casa , era uma casa antiga , velha e caindo aos pedaços ....estavam todos animados para uma nova descoberta a fora do estado.
no dia da mudança estava tudo muito calmo para ser verdade,lucas nao tinha dado nenhum palavrão. Foi entao que aconteceu , na hora que estavam de saida ele lembrou que tinha se esquecido de uma coisa presciosa la dentro , o seu skate , e quando ele entrou sentiu uma coisa estranha e tambem ouviu SUSURROS! eh isso mesmo sussuros , e esses sussuros soavom como se estivessem reclamando , nao esperando tal coisa procurou daonde vinha aquilo, e adivinha? vinha do quarto dele! heheh.
tinha la uma mulher chorando em cima do skate dele , ela estava nua e coberta de sangue ,com feridas brotando vermes! muito assustado , ele ainda perguntou as seguintes coisas: ''quem e vc , por que esta chorando e como entrou aqui'' .
a mulher lhe respondeu : ''estou chorando por que, para onde quer q vc fosse , onde quer que estivesse voce mim chamava ''qui disgraça!'' e hoje voce nao mim chamou! ''
assustado ele saiu correndo e deixou o skate la mesmo , e a partir daquele dia lucas parou de xingar fluentemente , essa e a maldiçao da boca suja!
gostou , compartilhe , comente, e nao esqueça de visitar nossa fanpag obrigado.  

domingo, novembro 24, 2013

5. Mulher dada como morta que acordou momentos antes de seus órgãos serem colhidos para transplante

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Em 2009, Colleen Burns, de 41 anos, não estava se sentindo muito bem e, como a maioria dos norte-americanos, tinha acesso irrestrito à medicina “prescrita” extremamente perigosa.
Porém, por mais que as coisas já estivessem bem ruins, elas ainda podiam sempre piorar. Em algum momento depois de Colleen ter uma overdose em função das pílulas que ingeriu, ela foi levada às pressas para o Hospital St. Joseph’s, em Syracuse, Nova York, e teve sua morte cerebral declarada. Uma vez dada a notícia, a família concordou em honrar seus desejos de ter seus órgãos doados. Bem, pelo menos algo de bom poderia sair desta tragédia.
Mas a norte-americana não passou exatamente no teste do “Você tem certeza que está com morte cerebral e não apenas muito preguiçosa?”. Quando uma enfermeira coçou a sola do pé da paciente, os dedos de Colleen se encolheram. As narinas da suposta morta também se alargaram nas horas que antecederam o momento que estava programado para ser a sua evisceração. Nós sabemos que um grande número de cadáveres vivos se movimentam e reagem vagamente a estímulos, mas esse não era exatamente o caso de Colleen.
Apesar de duas grandes indicações de que ela, na verdade, não tinha sido vítima de morte cerebral, uma enfermeira aplicou um sedativo em Colleen (o que é estranho, porque você não precisa sedar uma pessoa com morte cerebral), a levou para a sala de cirurgia, a colocou na mesa de operação e a preparou para a cirurgia que iria livrá-la dos órgãos que sustentavam sua vida. Foi neste momento que Burns abriu os olhos. Nós esperamos, sinceramente, que ela tenha tido a presença de espírito de apontar para a enfermeira e murmurar alguns sons sinistros. Não é todos dia que você consegue boas oportunidades de lançar uma maldição, né?
Felizmente, os médicos estavam se sentindo generosos e decidiram não ir adiante com a coleta de órgãos da mulher viva. Colleen eventualmente deixou o hospital com suas próprias pernas e a instituição foi multada em um total de 22 mil dólares por parte do Estado por causa desta ocorrência.

4. O nariz escorrendo que, na verdade, era um vazamento de fluido cerebral

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Joe Nagy passou mais de um ano limpando ranho na manga antes de finalmente decidir ter seu vazamento verificado por um médico. Ele provavelmente esperava deixar o consultório com um antibiótico forte e algum desinfetante para as mãos. Contudo, as coisas não saíram exatamente como planejado.
O médico de Nagy testou o que todo mundo pensava que era ranho e descobriu que o líquidona verdade estava vindo diretamente de seu cérebro. Nagy tinha um buraco na membrana que envolve o órgão vital e seu suco de cerebral transparente estava vazando pelo nariz. Há anos.
Como se a notícia de que seu cérebro estava vazando pelo seu rosto não fosse horrível o suficiente, Nagy logo desenvolveu um caso violento de meningite, o que provavelmente teve algo a ver com o fato de que sua membrana cerebral tinha um buraco. Ele ainda precisou esperar a meningite ser curada para que o médico pudesse consertar o buraco. E como ele fez isso? Enfiando uma agulha em seu nariz e colando o buraco na membrana.

3. O homem que vivia com um lápis na cabeça

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Se você acordasse amanhã com uma dor de cabeça, provavelmente pensaria que ela tem alguma relação com estresse, uma ressaca ou talvez um concurso regional amador de cabeçadas no qual você se inscreveu de brincadeira. Porém, se você acorda com muita, mas muita dor de cabeça e problemas de visão em um olho, é hora de usar sua melhor voz de Schwarzenegger e começar a imitar o “Exterminador do Futuro”. Pelo menos é isso que nós presumimos que um afegão de 24 anos fez.
Acontece que os médicos tratam problemas de visão um pouco mais a sério do que nós e pediram que uma varredura do seu cérebro fosse feita imediatamente. Eles não encontraram câncer ou uma lesão estranha na cuca do cara. Eles encontraram um lápis.
O objeto estava alojado nos seios paranasais do homem chegando até a sua faringe e de alguma forma danificado sua cavidade ocular. O afegão não conseguia se lembrar de nada que pudesse explicar como o lápis foi parar em sua cabeça. No entanto, ele se lembrava de levar um tombo quando criança e sofrer com hemorragias nasais depois disso – coisa que tinha ocorrido há 15 anos! Certamente não estaria lá desde então, não é mesmo? Porém, estava.
O homem foi submetido com sucesso ao que, talvez, foi a primeira lápistomia da história, e se recuperou completamente, embora sua visão ainda esteja embaçada em um olho. O lápis viveu feliz para sempre. Ou então foi jogado fora em uma lata de lixo hospitalar. Não sabemos.

2. O cadáver que teve um bebê – e voltou à vida

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Erica Nigrelli, uma professora de ensino médio, estava há três semanas de ter seu filho quando algo deu terrivelmente errado. Ela estava andando por aí com um cardiomiopatia hipertrófica não diagnosticada, que fez com que seu músculo cardíaco ficasse mais grosso. E não, isso não faz de você mais generoso, e sim te mata com ataques cardíacos. E assim o fez. Um dia, no meio da aula, o coração de Erica deu o fora nela.
No início, os sintomas da professora pareciam os que normalmente aparecem ao final de uma gravidez. Ela sentiu um pouco de tontura, formigamento e viu surgir algumas manchas. Apenas por precaução, Erica se dirigiu pesadamente para outra sala de aula para alertar um professor, desmaiando em seguida, tendo espasmos e começando a espumar pela boca. Como seu marido trabalhava no mesmo prédio, três adultos diferentes tentavam lhe fazer uma massagem cardíaca enquanto chamavam a emergência.
Até chegar ao hospital, seu pulso tinha sumido, mas ainda havia outra vida em jogo. Os médicos realizaram uma cesariana imediatamente. Bem-vindo ao mundo, bebê! Mas, sua mãe infelizmente está morta.
Então, algo incrível aconteceu. Os médicos ficaram surpresos quando o coração de Erica de repente começou a bater novamente. Ela foi colocada em coma induzido por cinco dias, e mais tarde fez uma recuperação completa.

1. O curioso caso da dor de estômago

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Imagine que você, caro leitor, é um homem barbudo de 66 anos de idade que dificilmente alcança 1,35 metros de altura e leva entre as pernas o que é, infeliz, mas precisamente, chamado de micropênis. Lamentamos, mas a sua vida agora é apenas isso.
Você também foi criado como um órfão, e porque o universo decidiu que ainda não tinha cansado de brincar com você, você teve um caso grave de inchaço e dor abdominal. Como se sua história de vida já não soasse como uma maldição cigana, o médico diz que o desconforto que você está enfrentando é por causa de um cisto no ovário. É isso mesmo que você leu, no ovário.
Essa é a notícia exata que um infeliz idoso chinês recebeu. Outros testes levaram a mesma conclusão: de que esse cara, era, tecnicamente, uma senhora. A condição é chamada de hiperplasia adrenal congênita, o jeito médico de explicar uma “genitália seriamente ambígua”. Embora esta seja uma doença rara (apenas cerca de 1 em cada 14.000 pessoas sofrem dela atualmente em todo o mundo), os médicos também descobriram que o paciente tinha síndrome de Turner. Mulheres que sofrem de síndrome de Turner possuem pequena estatura e têm problemas no ovário que as tornam inférteis. Em toda história, apenas outras seis pessoas foram diagnosticadas com as duas doenças ao mesmo tempo.
Junto com a remoção do cisto do ovário, os médicos removeram um útero atrofiado e trompas, porque o paciente desejou continuar a reconhecer-se como homem.
sábado, novembro 23, 2013
O MEDO é a maior emoção do homem, é maior até que o amor, e ela que nos move pra frente(ou pra trás).
Mas e como seria o mundo SEM MEDO? A Super Interessante nos mostra: 




Quem diria: aquele frio na espinha na hora de pular do trampolim é essencial para a nossa vida. O medo acaba com a gente quando estamos vendo um filme de terror ou tentando pular na piscina, mas, sem ele, não seríamos nada, coisa nenhuma. Na ausência do medo, não teríamos nenhuma reação em situações de perigo, como a aproximação de mastodonte na idade do gelo ou quando o carro vai dar de cara no poste. Essa proteção acontece involuntariamente: a sensação de temor chega antes às partes do cérebro que regem nossas ações involuntárias que ao córtex, a casca cerebral onde está o raciocínio.

Além desse medo primordial, existe o medo criado pela mente. Afinal, não corremos risco iminente de não perpetuar a espécie quando gaguejamos diante de uma possível paquera, ao tentar pedir aumento para o chefe ou quando construímos muralhas e bombas atômicas. Pelo contrário. “O medo de ser ridicularizado ou menos amado pelo outro é a fonte de neuroses e fobias sociais, mas está presente em todas as pessoas”, diz a psicóloga Maria Tereza Giordan Góes, autora do livro Vivendo Sem Medo de Ter Medo. E o que aconteceria se seguíssemos com o medo involuntário mas deixássemos de ter o medo imaginário? Pois é, também não seríamos muita coisa.

O medo é um conceito fundamental para Freud, o pai da psicanálise. Segundo ele, é o medo da castração, de ser ridicularizado ou menos amado, que faz os homens lutar por objetivos e se submeter a provas sexuais e sociais. Sem medo, poderíamos ficar sem motivação de competir, inovar, ser melhor que o vizinho. Pior: viveríamos num caos danado, já que o medo de ser culpado e castigado é raiz para instituições e religiões. “Nunca uma civilização concedeu tanto peso à culpa e ao arrependimento quanto o cristianismo”, afirma o historiador francês Jean Delumeau, autor do livro História do Medo no Ocidente.

“O medo se reproduz na forma da autoridade física e espiritual”, afirma a psicanalista Cleide Monteiro. “Ele está na base de instituições que podem ser opressoras, mas fazem a sociedade andar para a frente longe de barbáries.” Para a psicanálise, funciona assim: quando eu reconheço em mim a possibilidade de fazer mal a alguém, a enxergo também em você, então passo a temê-lo. Para podermos conviver numa boa, criamos coisas superiores para temer, como a polícia e a religião. Sem o medo, não teríamos nada disso. Sairíamos direto na faca.


O horror, o horror
Caos dominariao mundo se o medo deixasse de existir



Deus, que Deus?
A religião seria a primeira idéia a ficar obsoleta. Sem o medo do desconhecido, do que pode nos acontecer no futuro ou de catástrofes naturais, a imagem de seres superiores desapareceria. Com ela, sumiriam todos os códigos morais construídos pelos homens e vinculados à religião, como a noção de culpa e pecado.

Barbárie
A falta de culpa e pecado poderia causar horror total na sociedade. Fora os atos criminosos que não cometemos simplesmente porque não achamos correto, colocaríamos em prática todos aqueles que temos ímpeto de fazer mas somos freados pelo medo de ser condenados. Discussões, brigas, assassinatos e até estupros explodiriam.

Sem futuro
Medos imaginários são tidos como a causa de várias ações que tomamos para ter uma vida digna, saudável e estável, como comprar uma casa ou tentar ser promovido. Sem medo, nossa vida teria poucos objetivos e preocupações. Seríamos hedonistas, bêbados e glutões e não ligaríamos para o que poderia acontecer no dia seguinte. Morreríamos ainda jovens.

Racismo
O mundo seria um caos sem medo, mas talvez as nações e raças vivessem mais em paz. “O racismo é a exacerbação do medo coletivo de ser atacado”, afirma a psicanalista Cleide Monteiro. Como o racismo é a fonte de grande parte da segregação, teríamos mais miscigenação – pelo menos nessa área, a situação ficaria mais justa.

Terra sem lei
Além de surgirem cenas de horror pela rua, não haveria ninguém para julgar os crimes, como a Justiça, já que as noções de pecado e culpa seriam diferentes. Também deixaria de existir a preocupação com o que o outro pode fazer quando você anda na rua. Ou seja: não existiriam leis ou instituições jurídicas para condenar quem não as cumprisse.

Tecnologia zero
Não teríamos medo, mas também não teríamos tecnologias feitas para nos proteger do imprevisível, como pára-raios ou açudes. A indústria bélica seria afetada: em vez de armas que possibilitam atacar de longe, sem mostrar o rosto e sem chance de contra-ataque, sairíamos na faca em brigas de esquina e nas guerras entre países. Remédios? Para que se preocupar com isso...
terça-feira, novembro 12, 2013


Como todos dizem que o anime CDZ é da mitologia grega , está faltando algo ae!




A mitologia egípcia



A mitologia egípcia é a coleção dos mitos do antigo Egito, que descreve as ações dos deuses egípcios como uma forma de compreender o cosmos.


E a grega

Mitologia grega é o corpo de mitos e ensinamentos que pertencem à Grécia Antiga, sobre seus deuses e heróis, a natureza do mundo e as origens e o significado de seu próprio culto e práticas rituais

Podemos notar uma junção crenças de acordo com o anime , a mitologia egípcia 'uma forma de compreender o cosmos' , Grega ' seus deuses e heróis' , Então!


AMD : Psychop4thEVIL
PARTICIPAÇÃO : Leonardo santos

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